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  • Artur Jorge sobre Gerson na Seleção: ‘Não tenho como interferir’

    Artur Jorge sobre Gerson na Seleção: ‘Não tenho como interferir’

    O CONTEXTO DA PARTIDA

    Artur jorge gerson —

    O Cruzeiro fez o dever de casa no sábado à noite. Venceu o Grêmio por 2 a 0 no Mineirão, pela 12ª rodada do Brasileirão, e saiu pela primeira vez da zona de rebaixamento nesta edição do torneio. Confesso que não esperava uma atuação tão organizada da equipe de Artur Jorge, considerando a pressão que o clube vinha sofrendo nas últimas semanas. Mas o futebol, como sempre, surpreende. E nessa noite em Belo Horizonte, o time celeste foi superior em praticamente todos os aspectos.

    O Mineirão recebeu uma partida tensa desde o primeiro apito. A torcida cruzeirense sabia do que estava em jogo, e o clima no estádio misturava expectativa com aquele nervosismo característico de quem já viu o time sofrer demais nos últimos anos. Quando o segundo gol entrou, o alívio foi coletivo. A festa nas arquibancadas dizia mais do que qualquer placar poderia expressar. Sair do Z4 tem um sabor diferente. É quase uma declaração de sobrevivência.

    GERSON, O PROTAGONISTA SEM GOL

    O cenário envolvendo artur jorge gerson segue em evolução. Sobre artur jorge gerson, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Quem chamou atenção durante o jogo foi Gerson. O meia de 28 anos não balançou as redes, mas foi um dos jogadores que mais tocou na bola, que mais correu e que mais pressionou a saída de jogo do Grêmio. Artur Jorge foi categórico ao falar sobre o desgaste físico do camisa 8: o jogador saiu por exaustão, não por escolha tática. Isso diz muito. Significa que Gerson entregou tudo que tinha dentro do campo naquela noite.

    Me parece que o Gerson está em um processo gradual de reencontro com o melhor futebol da carreira. Depois de uma temporada no Flamengo onde chegou a ser capitão e referência absoluta do time de Filipe Luís, a chegada ao Cruzeiro trouxe consigo uma série de adaptações e, inevitavelmente, uma queda de rendimento. Isso é normal. Mudar de clube, de cidade, de ambiente, tudo isso cobra um preço. Mas o que estamos vendo nas últimas rodadas é um jogador que parece ter encontrado seu lugar dentro do esquema do treinador português.

    O SONHO DA COPA DO MUNDO

    Com o futebol de Gerson voltando a crescer, o assunto Seleção Brasileira voltou à tona. E faz todo sentido. O meia de 28 anos tem idade ideal, tem qualidade técnica reconhecida internacionalmente e tem o sonho declarado de estar na lista de Carlo Ancelotti para a Copa do Mundo de 2026. Quem poderia culpá-lo? A Copa do Mundo é o maior palco do futebol. Todo jogador que se preza quer estar lá. A situação de artur jorge gerson merece atenção dos torcedores.

    Artur Jorge foi perguntado sobre esse sonho após a partida e respondeu com a objetividade que costuma marcar seu discurso. O técnico português valorizou a ambição do jogador, reconheceu o talento acima da média de Gerson, mas deixou uma coisa bem clara: o que acontece além das fronteiras do Cruzeiro está fora do seu controle. Literalmente. “Tudo aquilo que seja mais do que responsabilidade do Cruzeiro não tenho como interferir”, disse o treinador. Frase curta, direta, sem rodeios. Respeito essa postura.

    UMA QUEDA E UMA VOLTA

    Para entender o momento atual de Gerson, é preciso voltar um pouco no tempo. Na última temporada pelo Flamengo, o jogador era unanimidade. Capitão do Rubro-Negro nas mãos de Filipe Luís, Gerson era presença garantida nas convocações da Seleção Brasileira. Esteve em partidas sob o comando de Fernando Diniz e depois de Dorival Júnior, antes mesmo de Carlo Ancelotti assumir o cargo. Parecia que o jogador estava em uma trajetória ascendente sem obstáculos à vista.

    Aí veio a transferência para o Cruzeiro. E com ela, o esquecimento. Difícil engolir esse tipo de queda quando você estava tão perto do topo. O jogador que era figurinha certa nas convocações passou meses praticamente invisível para os olhos da comissão técnica verde e amarela. Ancelotti chegou, montou sua equipe, escolheu seus preferidos, e Gerson simplesmente não estava na lista de prioridades do italiano. Pelo menos não ainda. Sobre artur jorge gerson, vale acompanhar os próximos capítulos.

    O PAPEL DE ARTUR JORGE NESSA HISTÓRIA

    O cenário envolvendo artur jorge gerson segue em evolução.

    A fala do técnico português após a vitória sobre o Grêmio revela bastante sobre a filosofia de trabalho dele. Artur Jorge é um treinador que cobra muito fisicamente dos seus jogadores. Não é à toa que Gerson e Matheus Pereira foram os dois nomes citados por ele como substituídos por exaustão. O treinador quer jogadores que corram, que pressionem, que trabalhem para o coletivo. E Gerson tem correspondido a essa exigência.

    “Gerson tem sido um dos jogadores mais utilizados por mim desde que aqui cheguei. Muitos minutos, a correr muito, a trabalhar muito”, afirmou Artur Jorge. Quando um técnico faz questão de destacar o quanto um jogador é utilizado, está dizendo nas entrelinhas que confia nele. Que o enxerga como peça importante do sistema. Para um jogador que precisava se reafirmar, esse tipo de respaldo do treinador tem valor enorme.

    MATHEUS PEREIRA E A DUPLA DE MEIO

    O cenário envolvendo artur jorge gerson segue em evolução. A situação de artur jorge gerson merece atenção dos torcedores.

    Não é possível falar de Gerson no Cruzeiro sem mencionar Matheus Pereira. Os dois formam uma dupla de meio que tem dado ao time uma qualidade técnica que o clube não tinha há bastante tempo. São jogadores com perfis diferentes mas complementares: Gerson é mais físico, mais vertical, mais agressivo na pressão; Matheus Pereira é mais habilidoso, mais criativo, mais próximo da área adversária.

    Artur Jorge os citou juntos exatamente porque os trata de forma similar dentro da sua metodologia. Os dois correm muito, os dois têm responsabilidade tática enorme, e os dois saíram exaustos da partida contra o Grêmio. Quando esses dois estão bem, o Cruzeiro é um time capaz de competir com qualquer adversário do Brasileirão. A questão agora é manter essa regularidade ao longo das próximas rodadas, que virão com uma sequência pesada de jogos.

    O QUE GERSON PRECISA FAZER

    Se Gerson quer entrar no radar de Ancelotti, o caminho é um só: continuar jogando bem pelo Cruzeiro, consistentemente, semana após semana. Seleção não funciona por impulso emocional. Treinadores sérios, e Ancelotti é um dos melhores do mundo, olham para regularidade. Um jogador que brilha numa rodada e some nas três seguintes não serve para uma Copa do Mundo. A situação de artur jorge gerson merece atenção dos torcedores.

    A boa notícia para Gerson é que ele parece consciente disso. Pelo menos é o que seu futebol nas últimas partidas sugere. Aquele desempenho total contra o Grêmio, correndo até não aguentar mais, pressionando, participando das jogadas, é exatamente o tipo de atuação que faz um jogador aparecer nos relatórios de uma comissão técnica. Ancelotti tem olheiros espalhados pelo Brasil. Se Gerson mantiver esse nível, mais cedo ou mais tarde o telefone vai tocar.

    O CRUZEIRO ALÉM DE GERSON

    A vitória sobre o Grêmio foi importante também por outros motivos. Sair da zona de rebaixamento na 12ª rodada pode parecer pouco para um clube da história do Cruzeiro, mas é um passo concreto numa temporada que começou muito complicada. O time empurrou o Corinthians para o Z4, o que muda a dinâmica psicológica tanto para os jogadores quanto para a torcida.

    A Raposa precisa construir uma sequência agora. Uma vitória não resolve nada, mas é o ponto de partida. Artur Jorge demonstrou ao longo das últimas semanas que tem um estilo bem definido, que os jogadores respondem às suas exigências, e que o time tem qualidade para brigar por uma posição mais tranquila na tabela. Se mantiver a intensidade que mostrou diante do Grêmio, o Cruzeiro pode sim pensar em algo além da simples permanência na Série A. Sobre artur jorge gerson, vale acompanhar os próximos capítulos.

    MINEIRÃO E A FORÇA DO TORCEDOR

    Sobre artur jorge gerson, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Tenho dito há algum tempo que o Mineirão cheio faz diferença para o Cruzeiro. Não é romantismo. É dado concreto. O time joga em casa com uma energia diferente quando a torcida embarca no jogo desde o começo, e no sábado à noite foi exatamente isso. A atmosfera no estádio nos minutos finais, com o placar em 2 a 0, tinha aquele gostinho de alívio misturado com esperança que só um bom resultado pode gerar.

    Gerson correu aquela noite inteira dentro desse caldeirão. Saiu exausto. Ficou feliz. E certamente foi dormir pensando na Seleção Brasileira e na Copa do Mundo de 2026. Artur Jorge não pode interferir nesse sonho, como ele mesmo disse. Mas pode fazer uma coisa muito mais importante: colocar Gerson em campo toda semana e criar as condições para que o jogador demonstre que está pronto. O resto, quem decide é o futebol.

    Fonte oficial: FIFA

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  • UConn perde final nacional para Michigan e enfrenta reformulação no elenco

    UConn perde final nacional para Michigan e enfrenta reformulação no elenco

    Uconn perde final — A temporada 2025-26 do basquete universitário americano terminou de um jeito amargo para Dan Hurley e o UConn Huskies. Depois de uma campanha que levou o time de volta à grande final nacional, a derrota por 69 a 63 para o Michigan no jogo decisivo deixou um gosto ruim na boca. Confesso que, acompanhando a trajetória de Hurley nos últimos anos, esperava algo diferente. O técnico construiu uma dinastia quase sem precedentes no basquete universitário, e ver o projeto tropeçar exatamente na última etapa dói de um jeito especial.

    O CONTEXTO DA CAMPANHA

    Vale entender o que representou essa chegada à final. UConn não é mais surpresa para ninguém. Os Huskies conquistaram títulos nacionais consecutivos em 2023 e 2024, e retornar à decisão em 2026 mostra que o programa tem consistência de verdade. Dan Hurley transformou Connecticut em referência absoluta do college basketball, e isso não acontece por acaso. Acontece com trabalho, recrutamento inteligente e, principalmente, com uma identidade de jogo muito bem definida: pressão intensa, defesa agressiva e basquete coletivo acima de estrelas individuais.

    Mas o Michigan de 2026 foi um adversário diferente. Os Wolverines chegaram à final com uma mistura de experiência e jovens talentos que funcionou perfeitamente no momento mais importante. O placar de 69 a 63 não parece uma goleada, mas dentro de quadra a sensação foi de que UConn nunca conseguiu encortar a diferença de forma definitiva nos minutos finais. Cada vez que os Huskies chegavam perto, o Michigan respondia com uma cesta importante. Esse tipo de derrota é difícil de processar. O cenário envolvendo uconn perde final segue em evolução. Sobre uconn perde final, vale acompanhar os próximos capítulos.

    O IMPACTO DO PORTAL DE TRANSFERÊNCIAS

    Agora, o que todo mundo quer saber é: como UConn se reconstrói para 2026-27? E aqui entra o famoso transfer portal, essa ferramenta que revolucionou o basquete e o futebol americano universitário nos últimos anos. O portal permite que jogadores troquem de universidade com muito mais facilidade do que antes, e o resultado disso é um mercado de transferências que funciona quase como janela de contratações no futebol profissional europeu. Times se reformulam em questão de semanas.

    Hurley já mostrou no passado que sabe usar o portal a seu favor. Parte do sucesso recente de UConn veio exatamente da capacidade de atrair transferências qualificadas e encaixá-las no sistema de jogo sem perder identidade. Esse é um talento raro entre treinadores universitários, porque muita gente contrata pelo portal e desfaz a coesão que tinha construído. Hurley faz diferente: ele adapta o jogador ao sistema, não o contrário. O cenário envolvendo uconn perde final segue em evolução.

    QUEM PERMANECE NO PROGRAMA

    A situação de uconn perde final merece atenção dos torcedores.

    A lista de jogadores confirmados para a próxima temporada ainda está sendo definida, e o cenário é de transição clara. Alguns atletas que participaram da campanha até a final nacional já sinalizaram que vão buscar novas oportunidades, seja no draft da NBA ou em outras universidades. Isso é completamente normal no cenário atual do basquete universitário americano, onde a lealdade a um programa dura cada vez menos tempo.

    O que Hurley precisa fazer agora é reter os jogadores que realmente compram o projeto e, a partir daí, montar um elenco competitivo via portal e recrutas do ensino médio. A reputação de UConn hoje é grande o suficiente para atrair nomes de peso. Um programa que chegou a três finais nacionais em quatro anos tem argumento de sobra para convencer qualquer jogador ambicioso. A situação de uconn perde final merece atenção dos torcedores.

    O DESAFIO DE RECONSTRUIR SEM PERDER IDENTIDADE

    Essa é a parte que mais me interessa nessa história toda. Reconstruir não é o problema. O desafio real é reconstruir sem perder aquilo que tornou UConn diferente. A defesa intensa, o ritmo controlado, a capacidade de vencer jogos feios quando necessário. Tudo isso depende de jogadores que entendam e aceitem o papel que Hurley define para cada um. Sobre uconn perde final, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Times que dependem demais do portal às vezes viram um amontoado de talentos individuais sem conexão real. A química de um elenco universitário se constrói ao longo dos meses, nos treinos, nas viagens, nos momentos difíceis de temporada. Quando metade do time mudou desde outubro, essa química precisa ser construída do zero, e nem sempre há tempo hábil. Sobre uconn perde final, vale acompanhar os próximos capítulos.

    O próprio Michigan, que venceu o título, é um exemplo de como isso pode dar certo quando bem executado. Os Wolverines souberam montar um grupo coeso mesmo com peças novas. Hurley precisará fazer o mesmo.

    A PERMANÊNCIA DE HURLEY É O FATOR MAIS IMPORTANTE

    Tem uma coisa que a torcida de UConn pode comemorar: Dan Hurley está ficando. Depois de rumores sobre interesse de franquias da NBA em versões anteriores, o treinador reafirmou seu compromisso com o programa. E isso muda tudo. Um técnico do nível de Hurley garante continuidade filosófica mesmo quando o elenco muda quase que completamente. O cenário envolvendo uconn perde final segue em evolução. O cenário envolvendo uconn perde final segue em evolução.

    O modelo de UConn sob Hurley é um dos mais bem-sucedidos do esporte universitário americano na última década. Três finais em quatro anos, dois títulos, e um estilo de jogo reconhecível em qualquer momento. Isso é construção de programa de verdade, não um sucesso passageiro baseado em uma geração excepcional de jogadores.

    MICHIGAN MERECE O CRÉDITO

    Vou ser honesto aqui: antes de falar mais sobre o que UConn precisa fazer, é preciso reconhecer o que o Michigan fez. Vencer UConn numa final nacional não é tarefa simples. Os Wolverines executaram um plano de jogo eficiente, controlaram o ritmo quando precisaram e fizeram as cestas importantes nos momentos decisivos. O basquete universitário americano não tem espaço para equipes que não merecem o título, e Michigan mereceu. A situação de uconn perde final merece atenção dos torcedores.

    A derrota por 69 a 63 também mostra que UConn não foi destruído. O jogo foi disputado, equilibrado, e a diferença foi pequena. Com outras decisões táticas nos minutos finais, o resultado poderia ter sido diferente. Mas isso é conversa de bar, e o que vale é o placar final. A situação de uconn perde final merece atenção dos torcedores.

    O QUE ESPERAR DA PRÓXIMA TEMPORADA

    Minha projeção para 2026-27 é que UConn vai competir novamente no mais alto nível, mas talvez enfrente um período de adaptação no início da temporada. Elencos com muitas peças novas costumam ter rendimento irregular até janeiro ou fevereiro, quando a química começa a aparecer de verdade. O March Madness, a fase mata-mata do torneio nacional, é onde Hurley historicamente melhor usa sua capacidade tática, então chegar em boa forma para março vai ser o objetivo principal. Sobre uconn perde final, vale acompanhar os próximos capítulos.

    O portal de transferências vai movimentar muito nos próximos meses. Nomes que hoje estão em outros programas vão surgir como opções reais para Connecticut. A credibilidade de Hurley e a estrutura do programa são iscas poderosas. A torcida dos Huskies pode estar frustrada agora, e entendo essa frustração, mas tem razões concretas para acreditar que o projeto continua forte.

    FINAL DE TEMPORADA E PERSPECTIVAS

    Sobre uconn perde final, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Uma coisa que sempre me impressiona no basquete universitário americano é a velocidade com que uma temporada termina e outra começa a se formar. Mal o confete da arena caiu sobre os jogadores do Michigan, e já tem gente analisando qual será o próximo elenco de cada programa. É um ciclo frenético, diferente de qualquer coisa que temos no esporte brasileiro.

    Para Hurley, a derrota para o Michigan provavelmente vai servir de combustível. Ele é o tipo de treinador que transforma decepções em motivação real. A memória de perder essa final vai estar presente em cada treino da próxima temporada, em cada decisão de recrutamento, em cada conversa com jogadores interessados em se transferir para Connecticut.

    A temporada 2026-27 de UConn ainda nem começou, mas já tem tudo para ser mais uma capítulo interessante de um dos programas mais bem gerenciados do esporte universitário americano. A final perdida para o Michigan foi dolorosa. Mas a história de Dan Hurley em Connecticut está longe de terminar.

    Fonte oficial: NBA

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  • Calleri vai do céu ao inferno e São Paulo perde para o Vasco

    Calleri vai do céu ao inferno e São Paulo perde para o Vasco

    Calleri céu inferno — Difícil engolir um resultado assim quando você estava na vice-liderança do Brasileirão. O São Paulo foi até São Januário neste sábado à noite e voltou de mãos abanando, depois de uma derrota por 2 a 1 para o Vasco que vai doer por alguns dias. E no centro dessa história de frustrações está Jonathan Calleri, centroavante argentino que viveu em campo uma das atuações mais esquizofrênicas que já vi nesta temporada — ora salvador, ora algoz do próprio time.

    O CONTEXTO DA PARTIDA

    O São Paulo chegou a São Januário com moral. A equipe de Roger Machado vinha fazendo um Brasileirão consistente, ocupava o segundo lugar na tabela e tinha tudo para confirmar a boa fase longe do Morumbis. O Vasco, por sua vez, jogava em casa e precisava urgentemente de pontos para se afastar da zona de rebaixamento. Esse tipo de jogo tem cheiro próprio: desespero de um lado, confiança do outro. O problema é que o desespero, às vezes, vence a confiança. E foi exatamente o que aconteceu.

    A ÓTIMA PRIMEIRA ETAPA

    O cenário envolvendo calleri céu inferno segue em evolução. Sobre calleri céu inferno, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Confesso que o primeiro tempo me surpreendeu bem. O São Paulo entrou no jogo com intensidade, pressionando a saída de bola do Vasco e criando situações de perigo com velocidade. E foi exatamente aí que Calleri apareceu pela primeira vez de forma positiva. O goleiro Rafael jogou uma bola longa para o centroavante, que brigou feito leão com a zaga vascaína. Robert Renan é um defensor jovem e promissor, mas Calleri o deixou para trás com um drible bonito, seco, sem frescura. A finalização veio, o goleiro espalmou, e Luciano estava no lugar certo para abrir o placar no rebote.

    Foi um gol que nasceu da raça de Calleri. Da disposição de ir disputar uma bola que muitos centroavantes mais confortáveis simplesmente deixariam passar. Naquele momento, o argentino parecia estar em uma de suas melhores noites com a camisa tricolor. A torcida são-paulina que foi até a Colina Histórica vibrou, e dava para sentir a confiança do time crescendo dentro de campo.

    O SEGUNDO TEMPO QUE MUDOU TUDO

    O cenário envolvendo calleri céu inferno segue em evolução.

    Mas o futebol tem esse poder cruel de virar a mesa quando você menos espera. O Vasco voltou do intervalo com outro espírito. A pressão dos donos da casa aumentou de forma absurda, e o São Paulo foi recuando progressivamente, perdendo o controle da partida que havia conquistado no primeiro tempo. Quando um time defende com essa profundidade e sem muita organização, é questão de tempo até a barragem ceder. A situação de calleri céu inferno merece atenção dos torcedores.

    Foi nesse contexto que o lance mais amargo da noite para Calleri aconteceu. O São Paulo teve a chance de ampliar o marcador, e a bola chegou nos pés do camisa 9 em posição privilegiada. Era o gol que mataria o jogo. Era o momento de cravar o caixão. Calleri chutou, e a bola não entrou. Desperdiçou. Me parece que esse tipo de erro, quando acontece contra um time que está pressionando, tem um peso emocional enorme — tanto para quem jogou quanto para quem assistiu.

    O PÊNALTI QUE DECIDIU O JOGO

    A situação de calleri céu inferno merece atenção dos torcedores.

    Se o gol perdido já era ruim, o que veio depois foi ainda pior. No segundo tempo, em uma jogada dentro da área, Calleri cometeu pênalti. O árbitro apontou para a marca da cal sem hesitar. Nos acréscimos de São Januário, com aquela torcida gritando e a tensão tomando conta de tudo, o Vasco converteu a cobrança e empatou a partida. Depois disso, o time da casa foi em busca da virada, e conseguiu. Placar final: 2 a 1 para o Vasco.

    A torcida são-paulina que estava no estádio vaiou. Não foi uma vaia tímida, não. Foi aquele tipo de manifestação que diz muito sobre a frustração acumulada. O time tinha tudo para vencer, abriu o placar, deixou o adversário empatar e ainda levou a virada. Esse roteiro é difícil de engolir para qualquer torcedor. Sobre calleri céu inferno, vale acompanhar os próximos capítulos.

    CALLERI ASSUME A RESPONSABILIDADE

    Sobre calleri céu inferno, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Ao menos o argentino não saiu na surdina. Calleri foi aos microfones depois da partida e foi direto ao ponto, sem enrolação. “Perdemos o gol que eu perdi, depois tomamos dois e saímos com uma derrota, muito furioso”, disse o centroavante, sem papas na língua. “O torcedor está certo de reclamar de nós. A gente entregou hoje. Fizemos os primeiros trinta minutos bons, mas depois não conseguimos ficar muito com a bola, não tivemos tanta chance de gol.”

    Ele foi além: “E depois, como eu falei, inevitavelmente, quando chegam 30, 40 vezes perto do gol, têm mais probabilidades de fazer. A gente vai embora daqui muito ruim hoje. Pedimos desculpas ao torcedor, e nós somos os primeiros culpados.”

    Respeitei a postura de Calleri. No futebol brasileiro, é raro ver um jogador assumir o erro dessa forma, sem rodeios. Ele poderia ter falado em “coletivo”, em “dia ruim do time”, em “processo”. Não fez isso. Bateu no próprio peito. É o mínimo que se espera de um líder, mas infelizmente o mínimo tem se tornado uma raridade por aqui. O cenário envolvendo calleri céu inferno segue em evolução. O cenário envolvendo calleri céu inferno segue em evolução.

    O PROBLEMA TÁTICO DE ROGER MACHADO

    Porém, seria injusto jogar tudo nas costas de Calleri. O São Paulo do segundo tempo pareceu um time sem plano. Roger Machado precisa dar respostas sobre como sua equipe desapareceu após os primeiros 30 minutos da partida. O time recuou demais, perdeu a posse de bola, e deixou o Vasco cadenciar o jogo do jeito que quis. Isso é problema de organização tática, não apenas de eficiência individual.

    Quando um adversário consegue chegar 30 ou 40 vezes próximo ao seu gol, como o próprio Calleri reconheceu, algo está muito errado na estrutura defensiva. O São Paulo tem jogadores de qualidade, tem elenco para competir — mas uma equipe que permite essa quantidade de situações de perigo claramente perde o controle do jogo lá pelo meio do segundo tempo. E quando você perde o controle contra um time jogando em casa, desesperado por pontos, o resultado pode ser exatamente esse que vimos em São Januário. A situação de calleri céu inferno merece atenção dos torcedores.

    O QUE ESSA DERROTA SIGNIFICA NA TABELA

    A situação de calleri céu inferno merece atenção dos torcedores.

    A queda na tabela é uma consequência imediata e concreta. O São Paulo começou a rodada na vice-liderança do Campeonato Brasileiro. Depois dessa derrota para o Vasco, a equipe deixou São Januário em situação mais delicada, vendo rivais aproveitarem o tropeço para se aproximar ou ultrapassar na classificação. Perder pontos em casa é ruim. Perder fora, contra um adversário que luta para não cair, é uma rasteira ainda mais dolorosa.

    O Brasileirão é um campeonato longo, ninguém vai para o título ou para o rebaixamento em uma rodada. Mas esse tipo de resultado mancha a moral de um grupo que vinha construindo algo sólido. A confiança é uma coisa fina no futebol — demora para ser construída e pode ser abalada em 90 minutos. Sobre calleri céu inferno, vale acompanhar os próximos capítulos.

    O QUE ESPERAR DE CALLERI E DO SÃO PAULO

    Calleri tem qualidade, isso não está em debate. O gol que ele construiu no primeiro tempo, com raça e técnica, mostra que o argentino é um centroavante completo quando está no seu melhor dia. O problema é que no futebol de alto nível, especialmente em jogos com esse peso, os detalhes definem tudo. Uma chance desperdiçada, um pênalti cometido — esses lances são a diferença entre herói e vilão. Sobre calleri céu inferno, vale acompanhar os próximos capítulos.

    A boa notícia é que Calleri parece ter consciência disso. A fúria que ele demonstrou nas declarações pós-jogo me parece genuína. Não é raiva de fachada para a câmera. É a raiva de quem sabe que poderia ter feito melhor e não fez. Esse tipo de autocrítica, quando canalizada da forma certa, pode ser o combustível para uma resposta forte nas próximas rodadas. O cenário envolvendo calleri céu inferno segue em evolução.

    O São Paulo precisa se recompor rapidamente. O Brasileirão não para, os adversários não esperam, e a tabela vai cobrar essa derrota mais cedo ou mais tarde. Roger Machado tem um trabalho de reconstrução de confiança pela frente — no vestiário, e principalmente nas semanas de treino até o próximo compromisso. Essa noite em São Januário foi para esquecer. Mas antes de esquecer, é melhor aprender com ela.

    Fonte oficial: CBF

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  • Narine derruba Jaiswal e Rahane aparece com defesa impressionante no IPL

    Narine derruba Jaiswal e Rahane aparece com defesa impressionante no IPL

    Narine derruba jaiswal — O Eden Gardens viveu mais um daqueles momentos que a gente guarda na memória. No domingo, 19 de abril, pelo IPL 2026, o Kolkata Knight Riders recebeu o Rajasthan Royals em Calcutá, e a partida entregou exatamente o tipo de lance que faz o críquete ser esse esporte absurdamente viciante. Yashasvi Jaiswal, um dos abridores mais talentosos da nova geração indiana, estava bem instalado no crease com 39 corridas, parecendo que ia fazer estrago sério, quando Sunil Narine resolveu acabar com a festa. O resultado? Uma entrega magistral e uma defesa de Ajinkya Rahane que parou o estádio.

    O CONTEXTO DA PARTIDA

    Antes de falar do lance em si, preciso colocar em perspectiva o que estava acontecendo naquele momento do jogo. Jaiswal não estava apenas sobrevivendo — ele estava construindo uma parceria sólida para o Rajasthan Royals, lendo o jogo com a maturidade de quem tem muito mais experiência do que a idade sugere. Com 39 corridas no placar, o jovem abria abria estava em ritmo confortável, ajustando ao campo, escolhendo as bolas para atacar. Qualquer torcedor do KKR no Eden Gardens já estava sentindo aquele desconforto familiar: a sensação de que o adversário estava prestes a abrir o jogo de vez.

    Narine entrou em cena num desses momentos em que um jogador experiente simplesmente decide que chega até aqui. O trinidadense, que já acumulou anos de história nesse torneio com a camisa do Kolkata, não é o tipo de atleta que entra em campo para decorar o cenário. Ele lê o batedor, pensa na trajetória da bola e executa. Foi exatamente isso que aconteceu. O cenário envolvendo narine derruba jaiswal segue em evolução.

    O PAPEL DE NARINE NESSA EQUAÇÃO

    Sobre narine derruba jaiswal, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Falar de Sunil Narine no IPL é falar de uma lenda viva do torneio. O cara construiu uma carreira inteira sendo o pesadelo dos batedores, e mesmo com os anos passando, a eficiência não foi embora. A entrega que derrubou Jaiswal mostrou exatamente por que ele ainda é um nome que os técnicos adversários colocam em destaque nos planos de jogo. Narine encontrou o ângulo certo, a variação de ritmo que o batedor não esperava, e Jaiswal acabou oferecendo uma oportunidade no ar.

    Confesso que, quando você assiste a um batedor jovem como Jaiswal sendo removido assim, bate uma mistura de sensações. Tem a admiração pelo trabalho do bowler, mas também aquela pena do cara que estava indo tão bem e acabou cedendo num momento de imprudência — ou num lance de pura genialidade do adversário. Às vezes é difícil separar as duas coisas.

    O CATCH DE RAHANE

    A situação de narine derruba jaiswal merece atenção dos torcedores.

    Aqui está o coração da história. Rahane, capitão do KKR no IPL 2026, estava posicionado em campo quando a bola saiu do taco de Jaiswal. A trajetória exigiu leitura rápida, deslocamento e mãos firmes. E o veterano entregou tudo isso. A defesa foi limpa, segura, sem drama desnecessário — o tipo de catch que um jogador experiente faz parecer simples, mas que qualquer um que já tentou segurar uma bola num campo de críquete sabe que não é. O cenário envolvendo narine derruba jaiswal segue em evolução.

    O Eden Gardens, que estava carregado como sempre, soltou aquele rugido coletivo que só estádios históricos produzem. Tem algo de especial em assistir a um catch num estádio desse porte. O barulho da torcida sobe de uma forma diferente, ressoa nas arquibancadas e chega até você como uma onda. Quem estava lá naquele domingo sentiu na pele.

    A LIDERANÇA DE RAHANE NO KKR

    Merece atenção o fato de Rahane estar capitaneando o KKR no IPL 2026. O cara tem uma carreira longa no críquete indiano, é conhecido pela seriedade e pela leitura inteligente do jogo. Assumir a liderança de uma franquia como o Kolkata, com toda a pressão que o torneio gera, exige um perfil específico. E Rahane, pelo que se vê em campo, abraçou esse papel. Sobre narine derruba jaiswal, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Um capitão que aparece num catch importante como esse não está apenas fazendo a defesa técnica — está dando o exemplo para o time. Isso pesa. Os mais jovens observam, os veteranos se motivam. Me parece que o KKR fez uma escolha acertada ao colocar o peso da capitania nos ombros de Rahane nessa temporada. A situação de narine derruba jaiswal merece atenção dos torcedores.

    JAISWAL E A FRUSTRAÇÃO DE UM MOMENTO PERDIDO

    Do outro lado da moeda, estava Jaiswal. Trinta e nove corridas é um número que dói quando você está bem, quando o estádio adversário está lotado e quando o jogo precisava de você. Sair nesse momento, para um jovem com a ambição que Jaiswal claramente tem, é uma daquelas situações que ficam martelando na cabeça durante dias.

    Mas é o críquete. É justamente essa crueldade que torna o esporte fascinante. Você pode estar dominando, pode estar no controle total, e um único momento de desatenção — ou um único lance brilhante do adversário — muda tudo. Jaiswal tem 22 anos e já demonstrou que sabe lidar com esse tipo de coisa. Vai ter outras chances. O cenário envolvendo narine derruba jaiswal segue em evolução.

    O EDEN GARDENS COMO PERSONAGEM

    Sobre narine derruba jaiswal, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Seria injusto falar dessa partida sem mencionar o próprio estádio. O Eden Gardens não é só um campo de críquete. É uma instituição em Calcutá, um lugar onde a história do esporte indiano foi escrita em camadas ao longo de décadas. A torcida local tem um jeito particular de se envolver com o jogo: ela vibra, ela pressiona, ela cria uma atmosfera que os visitantes sentem no corpo desde o aquecimento.

    Numa tarde de domingo de IPL, com o KKR em casa, esse ambiente se intensifica. Cada wicket arrancado por Narine, cada defesa impressionante de Rahane — tudo isso ganha uma dimensão diferente quando setenta mil pessoas estão reagindo junto. O lance do catch de Rahane, que em outro contexto poderia ser apenas mais uma boa defesa, virou um dos momentos da rodada exatamente por isso.

    O QUE ESSE LANCE DIZ SOBRE A TEMPORADA

    A situação de narine derruba jaiswal merece atenção dos torcedores.

    O IPL 2026 está mostrando, até aqui, que as disputas estão equilibradas e que os momentos individuais têm peso enorme no resultado das partidas. Um catch, uma entrega de Narine, uma decisão de capitão — tudo isso pode mudar o rumo de um jogo de T20, onde a margem de erro é pequena e o ritmo é alto o tempo inteiro. O cenário envolvendo narine derruba jaiswal segue em evolução.

    O KKR, com Rahane no comando e jogadores da qualidade de Narine no elenco, tem a estrutura para ser protagonista nessa temporada. O Rajasthan Royals, por outro lado, tem em Jaiswal um ativo valioso demais para depender de uma atuação só. A franquia de Jaipur vai precisar que o jovem abra grande em outros jogos para compensar momentos como esse.

    ANÁLISE FINAL

    No final das contas, esse é o tipo de lance que resume por que o críquete de T20 viciou tanta gente ao redor do mundo — e está crescendo cada vez mais no Brasil entre quem se aventura a entender o esporte. Um bowler experiente, um abrir jovem e talentoso em forma, um capitão que aparece na hora certa. Três elementos que se encontraram numa tarde de domingo no Eden Gardens e produziram um dos momentos mais comentados da rodada. Sobre narine derruba jaiswal, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Rahane pegou a bola. Narine fez o trabalho. E Jaiswal vai ter que esperar pela próxima vez. O críquete é exatamente assim. A situação de narine derruba jaiswal merece atenção dos torcedores.

    Fonte oficial: CBF

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  • Corinthians cai para o Z-4 e Diniz admite preocupação com rebaixamento

    Corinthians cai para o Z-4 e Diniz admite preocupação com rebaixamento

    Corinthians cai z-4 — O Corinthians voltou para casa com um ponto na mala, um empate sem gols contra o Vitória no Barradão, e com uma bagagem que ninguém queria carregar: a zona de rebaixamento. O 0 a 0 de sábado à noite, em Salvador, pela 12ª rodada do Brasileirão, foi suficiente para o Timão escorregar para a 17ª posição após o Cruzeiro vencer no mesmo dia. Doze pontos em doze jogos. Aproveitamento de 33%. São números que, convenhamos, não combinam com a história de um clube do tamanho do Corinthians.

    O CONTEXTO DA PARTIDA

    Confesso que, mesmo vendo o time de Fernando Diniz melhorar nas últimas semanas, aquele friozinho na barriga de que o Corinthians podia escorregar estava lá. E escorregou. O jogo no Barradão não tinha nada de atraente para o Timão desde o início. Gramado pesado, Salvador com calor sufocante, uma viagem longa no meio de uma sequência absurda de partidas. Não é que o Corinthians foi mal à toa. O ambiente todo conspirava contra uma atuação decente. Mas saber disso não alivia a situação. O Timão está no Z-4 e precisa reagir agora. Sobre corinthians cai z-4, vale acompanhar os próximos capítulos.

    A última vitória do Corinthians no Campeonato Brasileiro aconteceu em fevereiro. Fevereiro. Estamos em junho. São meses e meses sem conseguir transformar atuações em resultado, o que é o tipo de crise que corrói tudo: a confiança dos jogadores, a paciência da torcida e a credibilidade do trabalho do treinador. Diniz chegou com uma proposta diferente, com um futebol mais vistoso, e teve momentos de evolução visíveis. Mas esse empate em Salvador foi um balde de água fria em cima de qualquer otimismo que ainda sobrava. O cenário envolvendo corinthians cai z-4 segue em evolução.

    O QUE ACONTECEU EM CAMPO

    Um chute no gol. Um único chute no gol adversário em noventa minutos. Isso resume o que foi o Corinthians no Barradão. E esse chute veio apenas aos 42 minutos do segundo tempo, quando o placar já parecia congelado e a partida agonizava. O Vitória, que vive uma fase instável mas joga diferente quando está em casa, impediu o Timão de criar qualquer coisa de relevante durante praticamente toda a partida. Sem finalização, sem chegada, sem aquela sensação de que o gol poderia sair a qualquer momento. Foi tudo muito apagado.

    Diniz, na entrevista coletiva após o jogo, não tentou esconder o que era óbvio para quem assistiu. Ele mesmo foi quem disse que essa foi a pior partida desde que assumiu o comando do clube. E olha, isso tem peso vindo do próprio treinador. Ele poderia ter encontrado mil desculpas, falado do gramado, da viagem, do adversário. E até falou. Mas assumiu que o desempenho ficou bem abaixo do esperado, o que para mim é um sinal de que pelo menos ele enxerga a gravidade da situação. O cenário envolvendo corinthians cai z-4 segue em evolução.

    A ANÁLISE DO PRÓPRIO DINIZ

    A situação de corinthians cai z-4 merece atenção dos torcedores.

    O treinador corintiano explicou que já tinha uma certa percepção de que o jogo poderia ser difícil antes mesmo de a bola rolar. A sequência intensa de partidas, o tipo de gramado do Barradão e o fator casa do Vitória — que de fato joga melhor em Salvador do que fora — eram variáveis que pesavam contra o Timão. Por conta disso, Diniz optou por mexer menos no time, tentando preservar o conjunto e a entrosamento entre os jogadores. A ideia é compreensível. O resultado não foi. A situação de corinthians cai z-4 merece atenção dos torcedores.

    Ele também trouxe à tona o clássico contra o Palmeiras como pano de fundo para entender o momento do elenco. No jogo anterior ao confronto em Salvador, o Corinthians ficou boa parte da partida com um jogador a menos e um período considerável com dois a menos. Mesmo assim, segundo Diniz, o resultado em casa foi aceitável dadas as circunstâncias. O problema é que esse tipo de justificativa vai perdendo força quando os pontos não aparecem. A torcida do Corinthians tem memória curta para resultado e memória longa para decepção.

    A PREOCUPAÇÃO QUE ELE ADMITIU

    Sobre corinthians cai z-4, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Na coletiva, Fernando Diniz usou uma palavra que, no futebol brasileiro, pesa muito quando sai da boca de um técnico: preocupação. Ele disse, sem rodeios, que está preocupado com a situação e que a urgência de tirar o Corinthians do Z-4 é real. “É uma preocupação que eu tenho e que todo mundo tem que ter, de tirar o Corinthians rápido, não só da zona de rebaixamento, mas andar para cima na tabela”, afirmou o treinador. Sobre corinthians cai z-4, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Essa transparência tem dois lados. Por um lado, é honesto e mostra que Diniz não está vivendo numa bolha. Por outro, um técnico admitindo preocupação com rebaixamento no Corinthians é o tipo de frase que alimenta ansiedade na Fiel, que já tem nervos à flor da pele depois de tudo que o clube passou nos últimos anos. O Timão viveu uma crise financeira grave, mudou de diretoria, trocou de treinadores, e agora vive mais uma situação delicada na tabela. A torcida que foi ao Barradão e a que acompanhou de casa sabe que não é hora de paciência infinita. O cenário envolvendo corinthians cai z-4 segue em evolução.

    O PESO DO HISTÓRICO RECENTE

    Para entender o tamanho desse problema, vale olhar para o retrovisor. O Corinthians entrou em 2025 sob pressão, com um elenco remontado às pressas, contas ainda pesadas e a missão de se estabelecer na parte de cima do Brasileirão. Diniz foi contratado com a proposta de um futebol mais ofensivo, mais elaborado, que fizesse o torcedor se identificar novamente com o time. Teve momentos em que isso apareceu. Mas a consistência, que é o que separa um bom trabalho de um trabalho realmente sólido, ainda não veio. A situação de corinthians cai z-4 merece atenção dos torcedores.

    Sem vencer no Brasileirão desde fevereiro, o clube se viu em uma situação que nenhum corintiano quer nem imaginar: brigando para não cair. Com 12 pontos em 12 rodadas, a equipe precisa de uma reação imediata. Não daqui a dois meses. Não nas próximas três rodadas. Agora. O calendário não vai dar trégua e os adversários que estão na briga pela parte de baixo da tabela também não vão facilitar a vida do Timão. O cenário envolvendo corinthians cai z-4 segue em evolução.

    O QUE ESPERAR NAS PRÓXIMAS RODADAS

    Sobre corinthians cai z-4, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Me parece que o Corinthians vai precisar de muito mais do que ajustes táticos para sair dessa situação. Diniz vai ter que encontrar uma forma de dar mais consistência ao time, principalmente na produção ofensiva, que continua sendo o calcanhar de Aquiles da equipe. Um time que acerta um chute no gol em noventa minutos não vence nada. Não importa o gramado, não importa a sequência de jogos, não importa o calor de Salvador. Falta objetividade, e isso é um problema técnico que precisa de solução dentro de campo.

    A boa notícia, se é que tem uma, é que o Brasileirão ainda está no começo. A 12ª rodada significa que há mais de 25 jogos pela frente, tempo suficiente para uma reação consistente. Clubes já saíram de situações piores do que essa e terminaram o campeonato confortavelmente fora do Z-4. Mas isso exige uma virada de chave que, honestamente, ainda não vi o Corinthians dar. A equipe precisa ganhar. Simples assim. O cenário envolvendo corinthians cai z-4 segue em evolução.

    A FIEL ESPERA

    A situação de corinthians cai z-4 merece atenção dos torcedores.

    A torcida do Corinthians é apaixonada de um jeito que poucos clubes têm no Brasil. Mas essa paixão tem um limite, e a Fiel não vai ficar aplaudindo empates sem brilho indefinidamente. Quando o time não convence em campo e ainda some no placar, a pressão começa a bater diferente. Diniz sabe disso. Ele disse que está preocupado. Agora precisa transformar essa preocupação em trabalho concreto, em esquema, em resultado. A situação de corinthians cai z-4 merece atenção dos torcedores.

    O Barradão ficou quieto para o lado corintiano neste sábado. Não houve gol para celebrar, não houve jogada para ovacionar. Apenas o silêncio pesado de quem acompanhou de longe mais uma noite sem vitória. O Corinthians precisa de uma faísca, de uma virada de jogo, de algo que acenda o time novamente. E precisa disso já, porque o calendário não para e a tabela está cada vez mais complicada.

    Fonte oficial: CBF

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  • Vitor Roque pode voltar ao Palmeiras contra o Athletico neste domingo

    Vitor Roque pode voltar ao Palmeiras contra o Athletico neste domingo

    Vitor roque voltar — O Allianz Parque recebe neste domingo um confronto que já seria importante pela tabela, mas que ganhou um tempero a mais na semana: a possível volta de Vitor Roque ao time. O atacante está fora das partidas do Palmeiras há três semanas por causa de uma lesão no tornozelo, e a comissão técnica de Abel Ferreira vinha sendo cautelosa com o retorno dele. A boa notícia é que o jogador treinou normalmente com o grupo durante toda a semana, inclusive neste sábado, o que coloca o nome dele como provável para o duelo contra o Athletico Paranaense, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro.

    O CONTEXTO DA PARTIDA

    Quem acompanhou a semana do clube sabe que havia uma esperança de que Vitor Roque fosse relacionado já na quinta-feira, quando o Palmeiras enfrentou o Sporting Cristal, do Peru, pela Copa Libertadores. Não aconteceu. A comissão técnica preferiu esperar, guardar o atacante para um confronto do campeonato nacional, e escolheu o Athletico como alvo. Faz sentido a lógica, convenhamos. O Furacão não está vivendo sua melhor fase, mas é um adversário que exige respeito, especialmente dentro de casa para o Palmeiras. Contra o Sporting Cristal, o time verde deu conta do recado sem precisar arriscar. Agora, com o Brasileirão na cabeça, o retorno de um jogador do nível de Vitor Roque pode fazer diferença sim. Sobre vitor roque voltar, vale acompanhar os próximos capítulos.

    A LESÃO E A ESPERA

    O cenário envolvendo vitor roque voltar segue em evolução.

    Três semanas fora não é pouca coisa para um atacante que estava crescendo dentro do esquema de Abel. Confesso que, quando a lesão foi confirmada, a primeira coisa que pensei foi: o Palmeiras vai sentir falta. O time tem opções, tem elenco de qualidade, mas Vitor Roque carrega uma velocidade e uma disposição para pressionar a saída de bola que poucos no grupo têm. São características que Abel valoriza muito em seu sistema, e que ficaram em falta em alguns momentos durante esse período de ausência. O cenário envolvendo vitor roque voltar segue em evolução.

    A recuperação parece ter sido bem conduzida. Os treinos desta semana com o restante do grupo são um sinal claro de que o físico está respondendo. Agora é questão de a comissão técnica avaliar se o risco de uma sobrecarga precoce vale o benefício de tê-lo em campo desde o início. Pode ser que Abel prefira usá-lo como opção no banco, para entrar no segundo tempo e desequilibrar quando o jogo estiver mais aberto. Esse tem sido um recurso frequente do treinador português ao longo dos anos no clube.

    AS MUDANÇAS NO TIME

    Vitor Roque não é o único ponto de atenção para esse jogo. Abel vai ter que resolver algumas outras questões na escalação, e não são poucas. Marlon Freitas levou o terceiro cartão amarelo no clássico contra o Corinthians e está fora. É uma perda considerável. O volante vinha sendo importante na construção e na pressão sobre o adversário, e sua ausência abre espaço para Emiliano Martínez ou Lucas Evangelista brigarem pela vaga. São nomes com qualidade, mas o perfil é diferente do de Marlon. Abel vai ter que adaptar o funcionamento do meio-campo. A situação de vitor roque voltar merece atenção dos torcedores.

    Jhon Arias volta, e isso é muito bem-vindo. O colombiano cumpriu suspensão na última partida e retorna para o grupo com energia. Ele é um dos jogadores mais criativos do elenco atualmente, capaz de criar situações de gol do nada e dar aquele passe de ruptura que o time precisa nos momentos de pressão. A lateral esquerda também tem problema: sem Jefté e Piquerez disponíveis, a vaga é uma disputa entre Khellven e Arthur. Não é uma situação confortável, mas é o que Abel tem para trabalhar. A situação de vitor roque voltar merece atenção dos torcedores.

    O POSSÍVEL TIME

    Considerando tudo isso, um Palmeiras provável deve ser: Carlos Miguel; Giay, Gustavo Gómez, Murilo e Arthur ou Khellven; Lucas Evangelista ou Emiliano Martínez, Andreas Pereira, Allan e Mauricio ou Sosa; Arias e Flaco López. Vitor Roque, dependendo da avaliação da comissão técnica, entra entre os titulares ou fica disponível no banco. A decisão vai dizer muito sobre como Abel enxerga o nível de confiança no físico do atleta. Sobre vitor roque voltar, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Me parece que o treinador vai optar pela prudência. Jogar Vitor Roque por 90 minutos logo no retorno de uma lesão no tornozelo seria arriscar demais. O mais provável é que ele comece como opção e entre nos últimos 30 minutos do jogo, quando o ritmo já estiver no corpo e o adversário já estiver desgastado. Essa é a forma mais segura de reintegrá-lo sem risco de recaída. Sobre vitor roque voltar, vale acompanhar os próximos capítulos.

    O CASO PAULINHO E AS PALAVRAS DE ANDREAS

    O cenário envolvendo vitor roque voltar segue em evolução.

    Enquanto a torcida espera ansiosa pelo retorno de Vitor Roque, tem outro retorno sendo aguardado com ainda mais tensão dentro do Palmeiras: o de Paulinho. O atacante foi contratado para ser protagonista, chegou com grande expectativa, e desde agosto do ano passado não coloca os pés em campo. Uma cirurgia na canela tirou o jogador de ação por um período longo demais para qualquer torcedor suportar com paciência.

    Andreas Pereira falou sobre a situação dos dois esta semana, e o que o meia disse foi de certo modo animador. Segundo ele, tanto Vitor Roque quanto Paulinho estão na fase de transição, treinando bem, e o retorno está próximo. Andreas ainda revelou, com aquele jeito descontraído que é marca registrada do jogador, que não para de cobrar os dois nos treinos, pedindo que voltem logo para ajudar o time. É o tipo de relação que aquece o ambiente de um vestiário. Um grupo que se cobre, que quer os parceiros de volta, funciona melhor dentro de campo também. A situação de vitor roque voltar merece atenção dos torcedores.

    O caso de Paulinho é diferente do de Vitor Roque, claro. Uma cirurgia na canela tem um processo de recuperação bem mais longo e delicado do que uma lesão no tornozelo. Mas se Andreas diz que o atacante está treinando bem e que o retorno está perto, é porque tem algo concreto acontecendo. O Palmeiras precisa muito de Paulinho em campo. O time tem jogadores de qualidade, mas um centroavante com o perfil físico e técnico dele faz uma diferença enorme na hora de segurar a bola, disputar com a defesa adversária e criar espaço para os companheiros. O cenário envolvendo vitor roque voltar segue em evolução.

    O QUE ESPERAR DO DUELO

    O Athletico Paranaense chega a São Paulo em uma fase instável. O Furacão tem potencial, tem elenco, mas os resultados recentes mostram um time que ainda não encontrou consistência. Para o Palmeiras, jogar no Allianz Parque com o retorno de peças importantes é uma combinação que favorece o time da casa. A torcida alviverde sabe cobrar quando o desempenho não agrada, mas também sabe empurrar quando percebe que o time está em crescimento.

    Esse jogo, pela 12ª rodada, tem um peso considerável na briga pelo topo da tabela. O Brasileirão está disputado, os pontos que o Palmeiras deixar escapar em casa vão ser difíceis de recuperar lá na frente. Abel sabe disso. Por mais que o elenco esteja com baixas pontuais, o time precisa vencer dentro do Allianz. Empatar ou perder para o Athletico seria um resultado difícil de engolir, especialmente com o calendário que se apresenta nas próximas semanas. Sobre vitor roque voltar, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Minha expectativa é que o Palmeiras vença, com ou sem Vitor Roque no time desde o início. O elenco, mesmo com as ausências, tem qualidade superior ao do adversário neste momento. A questão é o rendimento coletivo, a intensidade com que o time vai entrar em campo. Se o Palmeiras jogar com a seriedade que Abel costuma exigir, o Athletico vai ter uma tarde muito difícil no Allianz. A situação de vitor roque voltar merece atenção dos torcedores.

    A TORCIDA E O AMBIENTE

    O Allianz Parque costuma estar cheio quando o Palmeiras tem jogos importantes no calendário. Neste domingo, a expectativa de ver Vitor Roque de volta já gera um burburinho diferente nas redes sociais e nas filas de acesso ao estádio. A torcida palmeirense é exigente, ninguém discute isso, mas também reconhece quando o clube está lidando com adversidades e tentando superá-las.

    Se Vitor Roque entrar em campo, mesmo que por 20 minutos, o barulho das arquibancadas vai ser de outro nível. É o tipo de retorno que energiza um estádio inteiro. E se o Palmeiras vencer, com o atacante contribuindo de alguma forma para o resultado, o domingo vai acabar com a torcida saindo satisfeita do Allianz e com Abel mais tranquilo para a sequência de jogos que ainda vem pela frente. O Brasil inteiro vai acompanhar esse confronto com atenção redobrada. O cenário envolvendo vitor roque voltar segue em evolução.

    Fonte oficial: CONMEBOL

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    A situação de vitor roque voltar merece atenção dos torcedores.

  • Flamengo faz cinco mudanças contra o Bahia no Maracanã

    Flamengo faz cinco mudanças contra o Bahia no Maracanã

    Flamengo faz cinco — Leonardo Jardim vai mexer no time. E vai mexer bastante. O Flamengo que entra em campo neste domingo contra o Bahia, no Maracanã, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro, não vai ser o mesmo que goleou o Independiente Medellín na quinta-feira pela Libertadores. Cinco mudanças estão previstas, e a notícia agrada quem acompanha o time de perto: o rodízio está funcionando, e Jardim parece ter entendido que, numa temporada com tantos jogos, não dá pra forçar os mesmos onze toda vez.

    O CONTEXTO DA PARTIDA

    O Flamengo vive um momento positivo. A goleada sobre o Medellín na Libertadores veio logo depois da vitória no Fla-Flu por 2 a 1, e o time tem encaixado bem nas últimas semanas. Mas jogar domingo depois de quinta cansa. Qualquer profissional de futebol sabe disso. E é justamente por conta desse desgaste que Jardim vai poupar alguns dos pilares que atuaram no clássico contra o Fluminense no domingo anterior. Varela, Léo Ortiz, Alex Sandro, Plata e Pedro devem começar no banco desta vez. São nomes pesados, mas o técnico tem feito isso com critério, e os resultados têm aparecido.

    UMA ROTAÇÃO QUE TEM DADO CERTO

    O cenário envolvendo flamengo faz cinco segue em evolução. Sobre flamengo faz cinco, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Confesso que no início estranhei um pouco a forma como Jardim vem conduzindo o elenco. Trocar tantos jogadores de uma vez parece arriscado, especialmente contra um Bahia que tem mostrado qualidade nessa temporada. Mas os números estão aí para provar que o técnico português tem razão. O time não caiu de rendimento mesmo com as alterações, e isso fala muito sobre a profundidade do elenco rubro-negro. Não é qualquer clube brasileiro que aguenta rodar cinco peças num jogo de campeonato nacional e manter a competitividade. O Flamengo tem esse luxo, e Jardim está usando bem.

    AS MUDANÇAS EM CAMPO

    A principal delas envolve a zaga. Léo Pereira, que tem atuado em sequência e precisa de descanso, deve dar lugar a Léo Ortiz na dupla de zaga. Curiosamente, Ortiz foi um dos que descansaram contra o Medellín e, portanto, chega fresquinho para o confronto de domingo. Tem lógica. Na lateral esquerda, Alex Sandro também sai, e a vaga abre para quem Jardim vai escalar naquela posição. Varela, que estava no banco na quinta, retorna pela direita. O cenário envolvendo flamengo faz cinco segue em evolução.

    No meio, Paquetá e Arrascaeta seguem como titulares — e seria uma baita surpresa se não fossem. Evertton Araújo aparece como opção para a função de volante, já que Pulgar e Carrascal estão suspensos, como vou explicar mais adiante. No ataque, a novidade mais esperada é Luiz Araújo. O cara tem entrado bem nas últimas partidas, criando oportunidades, e Jardim parece ter gostado do que viu. A tendência é que ele ocupe a vaga de Plata, que jogou o Fla-Flu e agora descansa. Pedro também sai, abrindo espaço para Lino segurar a referência ofensiva. A situação de flamengo faz cinco merece atenção dos torcedores.

    O PESO DAS SUSPENSÕES

    Agora vem a parte que complica. O STJD bateu o martelo na última sexta-feira e confirmou as punições de Erick Pulgar e Jorge Carrascal. São dois desfalques que doem, porque ambos vinham sendo peças importantes no esquema do Flamengo. A situação de flamengo faz cinco merece atenção dos torcedores.

    Pulgar levou quatro jogos de suspensão por conta da expulsão diante do Red Bull Bragantinho, na derrota por 3 a 0 em Bragança Paulista. Já cumpriu um deles, então ainda faltam três pelo Campeonato Brasileiro. Só que tem um detalhe que torna a situação ainda mais delicada: mesmo sem a suspensão, o chileno não poderia jogar. Ele ainda se recupera de uma contusão no ombro, e a comissão técnica não tem prazo para o retorno. Ou seja, o Flamengo vai ter que se virar sem ele por um bom tempo ainda.

    Carrascal recebeu dois jogos de suspensão. O colombiano, que vinha ganhando espaço e mostrando boas atuações, também vai ficar de fora neste domingo. É um problema real de desfalque no meio-campo criativo do time, e Jardim vai ter que encontrar soluções dentro do que tem disponível. Sobre flamengo faz cinco, vale acompanhar os próximos capítulos.

    A FORÇA DO MARACANÃ

    Jogar em casa ajuda. O Maracanã nesta reta do Brasileirão tem sido um fator importante para o Flamengo. A torcida rubro-negra comparece, faz barulho do início ao fim, e o time costuma responder dentro de campo. Me parece que esse jogo contra o Bahia vai ter estádio bem cheio, já que o clube vive um momento positivo e a torcida quer ver o time vencer para se firmar ainda mais na tabela da competição nacional.

    O BAHIA NÃO É FRACO

    Preciso ser honesto aqui: não dá pra subestimar o Bahia. O time baiano tem feito campeonatos consistentes e vai ao Maracanã pra jogar, não pra passear. Qualquer descuido da defesa rubro-negra pode ser fatal, especialmente com uma linha defensiva que não é exatamente a mais entrosada por conta das rotações. Léo Pereira pode até sair, mas quem entra no lugar precisa estar antenado desde o primeiro minuto. O cenário envolvendo flamengo faz cinco segue em evolução. Sobre flamengo faz cinco, vale acompanhar os próximos capítulos.

    O Bahia tem jogadores que sabem jogar em transição, que aproveitam espaço nas costas dos laterais, e se o Flamengo chegar ao ataque de qualquer forma e deixar brecha atrás, vai sofrer. Jardim sabe disso. E justamente por isso a montagem tática deste jogo vai ser observada com atenção.

    O QUE ESPERAR DA PARTIDA

    O provável Flamengo que vai a campo deve ter: Rossi; Varela, Léo Ortiz, Léo Pereira ou Vitão, Alex Sandro; Evertton Araújo, Paquetá, Arrascaeta; Luiz Araújo, Lino e algum centroavante disponível. Essa formação tem qualidade para vencer, mas vai depender muito da organização defensiva e da capacidade dos meias de criar oportunidades sem Carrascal como opção. O cenário envolvendo flamengo faz cinco segue em evolução.

    Paquetá e Arrascaeta vão ter que carregar o time nos momentos de criação. Os dois têm qualidade de sobra pra isso, mas precisam de um time bem posicionado ao redor. Luiz Araújo, se confirmar a titularidade, tem a chance de se firmar de vez como opção real no ataque rubro-negro. Ele tem velocidade, tem qualidade técnica, e essas últimas aparições no banco deram confiança. Esse pode ser o jogo dele. A situação de flamengo faz cinco merece atenção dos torcedores.

    A TABELA E A IMPORTÂNCIA DO RESULTADO

    A 12ª rodada ainda é cedo para falar em decisão de título, mas qualquer ponto perdido no Brasileirão faz diferença no final. O Flamengo precisa manter a regularidade, e uma vitória em casa contra o Bahia vai manter o time bem posicionado na tabela e com moral alto para a sequência da temporada. A pressão existe, mas é a pressão normal de um clube grande que quer brigar pelo título. A situação de flamengo faz cinco merece atenção dos torcedores.

    Jardim chegou com a missão de organizar o time e mostrar que o Flamengo pode competir em várias frentes ao mesmo tempo. Até aqui, pelo que se vê nos treinamentos e nos resultados, o trabalho tem andado na direção certa. O rodízio bem gerenciado, o time respondendo dentro de campo, e os jogadores que entram na vaga honrando a camisa. Esse é o caminho. E contra o Bahia, o Rubro-Negro vai ter mais uma chance de mostrar que está no caminho certo.

    Fonte oficial: CONMEBOL

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    Sobre flamengo faz cinco, vale acompanhar os próximos capítulos.

  • Neymar e o mundo do esporte prestam homenagem a Oscar Schmidt

    Neymar e o mundo do esporte prestam homenagem a Oscar Schmidt

    Neymar mundo esporte — O futebol parou para o basquete. E isso, por si só, já diz muito sobre o tamanho de Oscar Schmidt.

    Neymar usou o Instagram para se despedir do ‘Mão Santa’, o maior cestinha da história do basquete mundial, que morreu aos 68 anos vítima de uma parada cardiorrespiratória. A mensagem foi direta, sem rodeios, do jeito que o craque costuma se expressar quando algo realmente o toca: ‘Obrigado pelo que fez pelo Brasil. Elevou ainda mais o nível do basquete brasileiro para o mundo. Grande Mão Santa.’ Curto. Sentido. Verdadeiro.

    O PESO DO LEGADO

    Confesso que me peguei parado alguns minutos olhando para a publicação do Neymar. Não porque foi ele quem postou, mas pelo que aquele gesto representa. Neymar é o maior nome do futebol brasileiro das últimas duas décadas. Oscar Schmidt foi o maior nome do basquete nacional de todos os tempos. Quando um ícone homenageia o outro, a gente percebe que o esporte brasileiro tem dimensões que às vezes subestimamos no dia a dia. O cenário envolvendo neymar mundo esporte segue em evolução. Sobre neymar mundo esporte, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Oscar Schmidt foi mais do que um arremessador extraordinário. Ele escolheu ficar no basquete amador por toda a carreira, recusando convites da NBA para defender o Brasil em Olimpíadas e Mundiais, e mesmo assim se tornou o maior pontuador da história dos Jogos Olímpicos, com 1.093 pontos somados em cinco edições. Nenhum atleta, de nenhuma modalidade coletiva, chegou perto desse número. É o tipo de estatística que você lê e precisa ler de novo pra acreditar.

    STEVE KERR E UMA HISTÓRIA QUE POUCA GENTE CONHECE

    Entre todas as homenagens que vieram nas últimas horas, a do técnico Steve Kerr, do Golden State Warriors, merece um parágrafo à parte. Kerr concedeu uma entrevista antes de uma partida da NBA e falou com visível emoção sobre Oscar. O treinador relembrou o Mundial de 1986, quando jogava pelos Estados Unidos e sofreu uma lesão séria durante a competição. Foi Oscar quem, naquele momento, estendeu a mão. O cenário envolvendo neymar mundo esporte segue em evolução.

    ‘Foi um dos maiores arremessadores que vi na vida. Não tinha medo de arremessar, ele tinha um pouco da mentalidade do Stephen Curry, não pensava duas vezes. Um jogador maravilhoso’, disse Kerr. A comparação com Curry, o maior arremessador da história moderna da NBA, não é por acaso. É a forma que Kerr encontrou, dentro do vocabulário que o universo do basquete americano entende, para traduzir o que Oscar representava. E olha de quem vem essa comparação: de um técnico que jogou ao lado de Michael Jordan e passou a vida inteira dentro das quadras mais exigentes do mundo. A situação de neymar mundo esporte merece atenção dos torcedores.

    A DIMENSÃO INTERNACIONAL QUE O BRASIL ÁS VEZES IGNORA

    Isso é o que mais me incomoda quando penso na morte de Oscar Schmidt: o Brasil nunca tratou o basquete com o respeito que a modalidade merecia, especialmente quando tínhamos um atleta desse calibre em atividade. Enquanto a Espanha, a Itália e os Estados Unidos reverenciavam o ‘Mão Santa’ como uma lenda do esporte universal, aqui dentro a gente frequentemente tratava o basquete como esporte de segunda categoria. A situação de neymar mundo esporte merece atenção dos torcedores.

    Oscar jogou em times europeus e fez história no campeonato espanhol e italiano. Era celebrado fora do Brasil de um jeito que, infelizmente, a mídia esportiva brasileira nunca correspondeu à altura. Me parece que só quando perdemos alguém é que paramos para entender o que aquela pessoa significava. E isso vale para Oscar.

    A repercussão internacional depois da sua morte foi imediata. Clubes europeus se manifestaram. Federações de basquete de vários países publicaram notas de pesar. Ex-jogadores que enfrentaram Oscar em Mundiais e Olimpíadas foram às redes sociais recordar partidas específicas, jogadas específicas, arremessos impossíveis que entravam como se o cesto fosse de borracha. O mundo do basquete parou. O mundo do esporte, de forma geral, prestou atenção. Sobre neymar mundo esporte, vale acompanhar os próximos capítulos.

    ARRASCAETA E O FLAMENGO NA HOMENAGEM

    Sobre neymar mundo esporte, vale acompanhar os próximos capítulos.

    No campo do futebol, além de Neymar, outra homenagem chamou atenção: Arrascaeta vai usar a camisa 14 em sinal de respeito a Oscar Schmidt, depois que o Flamengo decidiu aposentar o número histórico. O gesto do meia uruguário, um dos jogadores mais técnicos do futebol brasileiro atual, mostra como a morte do ‘Mão Santa’ atravessou as fronteiras entre os esportes e chegou ao coração de atletas que talvez nem tenham visto Oscar jogar ao vivo.

    Esse é o tipo de legado que não precisa de explicação. Quando um jogador de futebol do nível de Arrascaeta decide carregar no peito um número em memória de um basketbolista, a mensagem é clara: Oscar Schmidt pertencia a uma categoria especial de ídolos, aquela que vai além da modalidade e vira patrimônio do esporte brasileiro como um todo.

    O ‘MÃO SANTA’ E O QUE ELE REPRESENTAVA PARA GERAÇÕES – O cenário envolvendo neymar mundo esporte segue em evolução. O cenário envolvendo neymar mundo esporte segue em evolução.

    Tenho 40 e poucos anos e cresci vendo Oscar Schmidt nas Olimpíadas. Lembro da televisão de tubo, dos comentários do Galvão Benvenutti, da torcida brasileira vibrando cada vez que o ‘Mão Santa’ recebia a bola no bom posto. Havia uma certeza quase matemática naquele momento: o arremesso ia entrar. Não importava a marcação, não importava a distância, não importava a pressão. Oscar arremessava e a bola entrava.

    Nas Olimpíadas de Seoul, em 1988, ele marcou 55 pontos em uma única partida contra a Espanha. Cinquenta e cinco pontos. Num único jogo olímpico. É um número que até hoje parece ficção. E o Brasil perdeu aquele jogo para os espanhóis, o que mostra que mesmo com Oscar em estado de graça absoluto, a equipe nacional tinha limitações. Mas o ‘Mão Santa’ fazia a sua parte com uma consistência que beirava o absurdo.

    A MORTE QUE CHEGOU CEDO DEMAIS

    A situação de neymar mundo esporte merece atenção dos torcedores.

    Sessenta e oito anos. É jovem. Especialmente para alguém que cuidou do corpo a vida inteira, que viveu do esporte, que tinha a disciplina de um atleta de alto rendimento gravada na memória muscular. A parada cardiorrespiratória não avisou, não deu chance de despedida organizada, de homenagem em vida, de último arremesso simbólico. A situação de neymar mundo esporte merece atenção dos torcedores.

    Quando a notícia chegou, a reação do Brasil foi de choque genuíno. Daquele choque que a gente sente quando perde alguém que, de alguma forma, achava que ia durar para sempre. Oscar tinha esse efeito. Parecia imortal, talvez porque o que ele fez nas quadras fosse tão extraordinário que a gente inconscientemente colocava ele numa prateleira diferente.

    A HOMENAGEM DE NEYMAR NO CONTEXTO CERTO

    Sobre neymar mundo esporte, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Voltando �� publicação do Neymar: me parece importante entender o gesto no contexto em que ele acontece. O camisa 10 do Santos está vivendo um momento delicado na carreira, recuperando-se de lesões sérias, tentando retomar o protagonismo que sempre foi seu por direito. Nesse cenário, parar para homenagear Oscar Schmidt diz algo sobre o caráter do atleta que, muitas vezes, fica escondido atrás das polêmicas e das cobranças.

    Neymar cresceu assistindo às Olimpíadas e aos Mundiais da seleção brasileira de basquete. Oscar era um ídolo geracional, daqueles que transcendiam o esporte que praticavam e viravam referência de excelência, de dedicação, de amor genuíno pela camisa do Brasil. Quando Neymar escreve ‘obrigado pelo que fez pelo Brasil’, a palavra-chave não é ‘obrigado’. É ‘Brasil’. É o reconhecimento de que Oscar Schmidt era, antes de qualquer coisa, um servidor exemplar do esporte nacional. Sobre neymar mundo esporte, vale acompanhar os próximos capítulos.

    O QUE VEM DEPOIS

    O Brasil vai ter que lidar com a ausência do ‘Mão Santa’ de um jeito mais concreto nos próximos meses. Vai ter homenagem oficial, vai ter quadra batizada com o nome dele, vai ter documentário, vai ter discussão sobre o lugar que o basquete ocupa no esporte nacional. Tudo isso é necessário e bem-vindo.

    Mas o que me parece mais urgente é que o país entenda, de vez, que produziu um dos maiores atletas da história do esporte mundial. Não do basquete brasileiro. Do esporte mundial. Oscar Schmidt está na mesma prateleira de Pelé, Ayrton Senna e Gustavo Kuerten quando o assunto é impacto global de um atleta brasileiro. E essa frase não é exagero de jornalista emocionado. É estatística, é história, é reconhecimento internacional consolidado ao longo de décadas.

    Neymar entendeu isso com uma frase. Steve Kerr entendeu isso com uma comparação a Stephen Curry. Arrascaeta entendeu isso com um número na camisa. Agora é hora do Brasil inteiro entender também. O cenário envolvendo neymar mundo esporte segue em evolução. O cenário envolvendo neymar mundo esporte segue em evolução.

    Descanse em paz, Mão Santa. Os arremessos vão entrar para sempre na memória de quem teve o privilégio de ver você jogar.

    Fonte oficial: CBF

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  • Série coreana Coroa Perfeita: episódios 3 e 4 trazem resgate dramático

    Série coreana Coroa Perfeita: episódios 3 e 4 trazem resgate dramático

    Série coreana coroa — Preciso ser honesto com vocês: eu fui assistir Coroa Perfeita sem muita expectativa. Mais uma comédia romântica coreana no meio da semana, pensei. Mas os episódios 3 e 4, exibidos nos dias 17 e 18 de abril de 2026 pela MBC TV, me pegaram de surpresa. A produção entregou exatamente o tipo de cena que faz o coração acelerar — e olha que eu não sou o público-alvo típico desse gênero.

    O CONTEXTO DA SÉRIE

    Coroa Perfeita estreou na MBC TV com aquela proposta clássica das produções sul-coreanas: um príncipe grandioso, uma protagonista comum, e um destino que insiste em colocar os dois no mesmo caminho. A série se encaixou rapidinho na grade da emissora e ganhou audiência antes mesmo de completar a primeira semana de exibição. Os dois primeiros episódios já tinham apresentado bem os personagens principais, criado a tensão necessária e deixado o público querendo mais. Aí chegaram os episódios 3 e 4, e a coisa ficou séria.

    A trama gira em torno do Grande Príncipe I-an e da jovem Hui-ju, interpretados com uma química que não parece forçada — o que, convenhamos, é raro nesse tipo de produção. Quando os dois dividem cenas, a dinâmica funciona. Ele tem aquela postura de quem carrega o peso de um título nobre, ela tem a espontaneidade de quem não deve satisfação a ninguém. O contraste é o motor da história, e a produção sabe usar isso bem. O cenário envolvendo série coreana coroa segue em evolução. Sobre série coreana coroa, vale acompanhar os próximos capítulos.

    O ACIDENTE QUE MUDOU TUDO

    O grande momento dos episódios 3 e 4 foi o acidente de carro que quase tirou Hui-ju de cena — permanentemente. A sequência foi filmada com uma tensão que deu para sentir: pneus rangendo, a câmera fechando no rosto assustado dela, o silêncio de meio segundo antes do impacto. Quem estava assistindo sozinho em casa com certeza soltou um grito.

    E então entra o Grande Príncipe I-an. O resgate dele não é aquele salvador genérico que aparece na hora certa por coincidência do roteiro. Há uma construção antes, uma motivação clara, e a cena do salvamento em si tem peso emocional de verdade. Ele chega, age, e o resultado muda a relação entre os dois de uma forma que não tem mais volta. Confesso que fiquei torcendo mesmo, o que não esperava acontecer tão cedo na série. O cenário envolvendo série coreana coroa segue em evolução.

    A QUESTÃO DA VEROSSIMILHANÇA

    A situação de série coreana coroa merece atenção dos torcedores.

    Uma das críticas que sempre faço às comédias românticas — coreanas ou não — é a falta de lógica em certas situações. Cara, o príncipe estava no lugar certo na hora certa de uma maneira que exige uma certa dose de boa vontade do espectador. Mas a produção faz um trabalho decente para justificar a presença dele ali, e o roteiro não deixa o momento parecer completamente arranjado. Dá para embarcar.

    O que me impressionou foi a direção da cena do acidente. Sem spoilers excessivos: a sequência tem cortes rápidos, uso inteligente do som ambiente e uma fotografia que contrasta muito bem o caos da situação com a chegada mais serena de I-an. Parece que o diretor entendeu que menos é mais nesses momentos. A situação de série coreana coroa merece atenção dos torcedores.

    O PRIMEIRO BEIJO

    Depois de um resgate dramático, o que a audiência queria? O beijo. E os episódios entregaram. O primeiro beijo entre I-an e Hui-ju acontece ainda no episódio 4, e o timing foi bem calculado pela equipe de roteiro. Não veio cedo demais, não se fez esperar por episódios a fio. Chegou quando a tensão acumulada entre os dois personagens já estava no limite — e funcionou. Sobre série coreana coroa, vale acompanhar os próximos capítulos.

    A cena em si tem aquela construção lenta que as produções coreanas dominam. Olhares, aproximação gradual, o momento de hesitação. Quando finalmente acontece, o beijo é breve, mas o impacto emocional é grande. Me parece que a produção acertou ao não prolongar demais. Às vezes, menos tempo de tela vale mais do que uma cena longa e forçada. Sobre série coreana coroa, vale acompanhar os próximos capítulos.

    O QUE A SÉRIE TEM DE BOM

    Além do drama do acidente e da cena do beijo, os episódios 3 e 4 avançam em algumas subtramas que prometem render nas próximas semanas. Há conflitos internos na corte, personagens secundários que começam a mostrar suas motivações, e uma tensão política de fundo que pode elevar a série além da simples comédia romântica.

    O elenco de apoio merece reconhecimento. Tem figuras ao redor do príncipe que trazem leveza cômica sem comprometer o tom geral, e personagens próximos de Hui-ju que funcionam como âncoras emocionais para ela. Esse equilíbrio é difícil de conseguir, e Coroa Perfeita está passando bem por esse desafio até aqui. O cenário envolvendo série coreana coroa segue em evolução. O cenário envolvendo série coreana coroa segue em evolução.

    A trilha sonora também ajuda. As músicas escolhidas para as cenas mais emocionais não são exageradas — nada daquelas baladas que tentam te dizer o que sentir enquanto você assiste. A produção confia no espectador, e isso faz diferença.

    O QUE AINDA PRECISA MELHORAR

    Nem tudo são flores, claro. Tem alguns diálogos no episódio 3 que parecem rascunho. Cenas de conversa entre personagens secundários arrastam um pouco o ritmo, e há pelo menos um momento em que o humor tenta aparecer na hora errada, quebrando o clima que o episódio vinha construindo. São tropeços menores, mas tropeços. A situação de série coreana coroa merece atenção dos torcedores.

    Também sinto falta de saber mais sobre o passado de Hui-ju. Ela reage bem às situações, é carismática, mas até agora o roteiro deu mais atenção ao universo do príncipe do que à história dela. Com quatro episódios já no ar, seria hora de equilibrar melhor. A protagonista merece mais profundidade. A situação de série coreana coroa merece atenção dos torcedores.

    A MBC E O MERCADO DE DRAMAS

    Coroa Perfeita chega num momento em que a MBC está tentando reconquistar espaço no mercado de dramas coreanos, segmento dominado nos últimos anos pelas plataformas de streaming. A emissora apostou numa comédia romântica com elementos de época para atrair o público que ainda assiste TV aberta, e os primeiros números de audiência indicam que a estratégia está funcionando. Sobre série coreana coroa, vale acompanhar os próximos capítulos.

    A série compete com produções de plataformas internacionais que têm orçamentos muito maiores, e ainda assim consegue se sustentar na qualidade. Isso tem muito a ver com o roteiro, que até aqui se mostrou eficiente, e com a escolha do elenco principal. A química entre os protagonistas vale mais do que qualquer efeito especial caro.

    O QUE ESPERAR DOS PRÓXIMOS EPISÓDIOS

    Sobre série coreana coroa, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Depois do beijo e do resgate, a dinâmica entre I-an e Hui-ju vai mudar. Esse tipo de série costuma trabalhar com avanços e recuos emocionais — um passo à frente, dois para trás — e tudo indica que o episódio 5 vai explorar as consequências do que aconteceu. Os dois precisam lidar com o que sentiram, e nenhum dos dois parece preparado para isso. O cenário envolvendo série coreana coroa segue em evolução.

    A subtrama política que apareceu no episódio 4 também vai crescer. Há antagonistas no horizonte que podem colocar o casal em situações ainda mais complicadas, e o roteiro deixou algumas pistas sobre conflitos futuros que me deixaram com vontade de já pular para a semana que vem.

    Minha aposta é que Coroa Perfeita vai consolidar audiência nas próximas semanas se manter o ritmo que encontrou nos episódios 3 e 4. A série encontrou o equilíbrio entre romance, drama e leveza cômica, e agora precisa apenas não se perder em subtramas desnecessárias.

    VALE A PENA ASSISTIR? – O cenário envolvendo série coreana coroa segue em evolução.

    Se você ainda está em dúvida se embarca em Coroa Perfeita, os episódios 3 e 4 são o argumento definitivo para começar. A série entrega entretenimento de qualidade, com cenas de impacto, personagens que funcionam e uma produção que sabe o que está fazendo. Não é a reinvenção do gênero, não precisa ser. É uma boa comédia romântica coreana, executada com competência.

    Para quem já estava acompanhando desde o começo, esses dois episódios vão confirmar que a aposta valeu. O acidente, o resgate e o beijo formam uma sequência que vai ficar na memória da temporada. E isso, em pleno 2026 com tanta coisa disputando nossa atenção, já é conquista suficiente.

    Fonte oficial: CBF

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  • Flamengo aposenta camisa 14 e Arrascaeta fará homenagem a Oscar Schmidt

    Flamengo aposenta camisa 14 e Arrascaeta fará homenagem a Oscar Schmidt

    Flamengo aposenta camisa — O Flamengo tomou uma decisão que vai muito além do simbolismo esportivo. O Conselho Diretor do clube aprovou por unanimidade a aposentadoria definitiva da camisa 14 no basquete, em homenagem a Oscar Schmidt, o maior jogador de basquete que o Brasil já produziu. A medida foi formalizada após a morte do ídolo, aos 68 anos, e agora o número deixa de existir oficialmente no basquete rubro-negro. Para sempre.

    A DECISÃO QUE DEMOROU MAS CHEGOU

    Sobre flamengo aposenta camisa, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Confesso que fiquei surpreso quando soube que essa formalização ainda não tinha acontecido. Desde a aposentadoria de Oscar Schmidt em 2003, o Flamengo já sinalizava que preservaria o número, mas a decisão nunca tinha sido registrada no estatuto do clube. Era uma daquelas situações em que todo mundo sabia que o número era especial, que ninguém ia usar, mas faltava o papel assinado, a oficialidade. Com a morte de Oscar, o clube não poderia deixar passar mais tempo. A aprovação unânime do Conselho Diretor foi a resposta certa no momento certo, e me parece que a torcida rubro-negra de qualquer modalidade entendeu o peso do gesto.

    O basquete brasileiro perdeu Oscar Schmidt no início deste ano e ainda está digerindo essa ausência. Era o tipo de atleta que aparece uma vez por geração, talvez duas vezes por século. Os números que ele acumulou ao longo da carreira são absurdos até para os padrões do basquete mundial, mas quem só olha para as estatísticas perde a dimensão real do que ele representou. Era um espetáculo ver Oscar jogar. Uma pontuação, um instinto, uma confiança no arremesso que parecia desafiar qualquer lógica defensiva. O cenário envolvendo flamengo aposenta camisa segue em evolução. O cenário envolvendo flamengo aposenta camisa segue em evolução.

    O LEGADO DE OSCAR NO FLAMENGO

    Oscar Schmidt chegou ao Flamengo em 1999 e ficou até encerrar a carreira em 2003. Quatro anos que deixaram marca funda no clube e na torcida. Durante esse período, ele conquistou dois títulos estaduais com o time rubro-negro e elevou o basquete do Flamengo a outro patamar de visibilidade. Não era só a qualidade técnica dele, era a atração que Oscar gerava. Quando ele jogava no Flamengo, as arquibancadas enchiam de uma forma diferente. O pessoal ia ver Oscar Schmidt jogar de basquete como quem vai ver um show. A situação de flamengo aposenta camisa merece atenção dos torcedores.

    Antes do Flamengo, ele passou por Palmeiras e Corinthians, além de clubes europeus, principalmente na Itália e na Espanha, onde construiu uma reputação que poucos brasileiros conseguiram fora do futebol. A passagem pela Europa foi importante para mostrar ao mundo o que o basquete brasileiro tinha de melhor. Mas foi pela seleção brasileira que Oscar escreveu os capítulos mais memoráveis da sua história. Ele foi recordista de pontos em Jogos Olímpicos durante muito tempo, uma marca absurda para qualquer atleta de qualquer esporte coletivo.

    ARRASCAETA VESTE A 14 EM CAMPO – A situação de flamengo aposenta camisa merece atenção dos torcedores. Sobre flamengo aposenta camisa, vale acompanhar os próximos capítulos.

    O Flamengo não parou na homenagem ao basquete. O clube preparou um gesto no futebol também, e a escolha faz bastante sentido. O meia uruguaio Giorgian De Arrascaeta vai entrar em campo usando a camisa 14 no jogo contra o Bahia, no próximo domingo, às 19h30, no Maracanã, pelo Campeonato Brasileiro. A conexão de Arrascaeta com esse número tem história: antes de assumir a icônica camisa 10 do Flamengo, o uruguaio já havia vestido a 14 em momentos da sua trajetória no clube. Então a homenagem tem uma autenticidade que vai além do protocolo.

    Arrrascaeta é um dos jogadores mais queridos da história recente do Flamengo. Vencedor de tudo que tem para ganhar com a camisa rubro-negra, ele é o tipo de atleta que os torcedores identificam como símbolo de uma era vitoriosa. Ver esse jogador entrar em campo com a camisa 14, em referência a um gigante do basquete brasileiro, é um dos gestos mais bonitos que um clube pode fazer para unir suas diferentes modalidades em torno de um mesmo sentimento. O cenário envolvendo flamengo aposenta camisa segue em evolução.

    A INTEGRAÇÃO ENTRE MODALIDADES

    Esse movimento do Flamengo me parece uma lição para o esporte brasileiro como um todo. Quantos clubes grandes do país realmente enxergam suas diferentes modalidades como parte de um único patrimônio? O Flamengo tem essa tradição no basquete, no remo, no futebol de campo e em outros esportes, e quando o clube decide honrar um ídolo de uma dessas modalidades dentro do estádio de futebol, na partida televisionada, com milhões de pessoas assistindo, o efeito é multiplicado. Oscar Schmidt merecia essa visibilidade, esse reconhecimento amplo. Sobre flamengo aposenta camisa, vale acompanhar os próximos capítulos. A situação de flamengo aposenta camisa merece atenção dos torcedores.

    O Maracanã vai vibrar no domingo. A torcida do Flamengo, quando está motivada, transforma o estádio em algo que você sente no peito antes mesmo de sentar no assento. E num dia em que Arrascaeta vai entrar com a 14, certamente haverá um momento de reconhecimento ao ídolo do basquete. Esses instantes de conexão entre a torcida e a memória de um atleta são os que ficam na lembrança por décadas.

    O QUE OSCAR SCHMIDT SIGNIFICOU

    Sobre flamengo aposenta camisa, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Para quem cresceu nos anos 80 e 90, Oscar Schmidt não era só um nome no basquete. Era uma identidade nacional. Numa época em que o Brasil dominava o cenário do basquete sul-americano e brigava de igual para igual com as potências mundiais, Oscar era o representante máximo dessa grandeza. Ele jogou Olimpíadas quando os Estados Unidos ainda mandavam apenas jogadores universitários, e mesmo assim conseguia pontuações espetaculares contra times muito mais bem estruturados do que o Brasil.

    A decisão de ser cremado com a camisa da seleção brasileira, em cerimônia reservada para família e amigos próximos, diz tudo sobre o que Oscar sentia por representar o país. Para ele, a camisa amarela era a mais importante de todas, acima de qualquer clube. Essa postura de atleta que coloca a seleção acima de tudo é cada vez mais rara, e por isso mesmo merece ser lembrada e reverenciada. O cenário envolvendo flamengo aposenta camisa segue em evolução.

    O Flamengo entendeu isso. A aposentadoria da camisa 14 no basquete não é um gesto vazio. É o reconhecimento de que alguns atletas não podem ser substituídos. Nenhum jogador vai entrar numa quadra do Flamengo vestindo aquele número e tentar ser comparado ao que Oscar Schmidt fez. O número descansa, e descansa com honra.

    O QUE ESPERAR DO JOGO CONTRA O BAHIA

    Além da carga emocional do dia, o jogo em si tem peso no Campeonato Brasileiro. O Flamengo precisa de resultado para manter a pressão na liderança e Arrascaeta é peça central no sistema do técnico. O uruguaio tem condição física boa e nos últimos jogos vem mostrando aquela consistência de quem sabe o momento em que está vivendo no clube. Vestir a 14 pode ser um combustível extra, o tipo de motivação que um atleta de elite usa para elevar o próprio nível em situações especiais.

    O Bahia, por sua vez, não vai ao Maracanã passeando. O time baiano tem feito campanha sólida e vai exigir concentração total do Flamengo. Se o lado emocional da noite se transformar em foco em campo, o Flamengo tem condições de fazer uma grande partida. Se virar distração, pode ser uma noite difícil. Mas me parece que Arrascaeta, especificamente, é o tipo de jogador que transforma emoção em performance. A situação de flamengo aposenta camisa merece atenção dos torcedores.

    A homenagem a Oscar Schmidt acontece no domingo. O número 14 vai aparecer em campo pela última vez antes de ser guardado para sempre na história do basquete rubro-negro. É o tipo de noite que o esporte brasileiro sabe fazer quando quer. E o Flamengo, desta vez, fez direito.

    Fonte oficial: CBF

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  • Quais pilotos da F1 atual já correram em outras categorias?

    Quais pilotos da F1 atual já correram em outras categorias?

    Quais pilotos atual — A Fórmula 1 é o topo do automobilismo mundial. Todo mundo sabe disso. Mas chegar lá não é um caminho reto, e muitos dos pilotos que hoje disputam o campeonato mais famoso do mundo já passaram por experiências bem diferentes antes de sentar no cockpit de um carro de ponta. Além disso, alguns nem pararam por aí: continuam colocando a mão em outras categorias mesmo estando no auge das suas carreiras na F1. Resolvi vasculhar o grid atual e levantar o que cada um já fez fora do asfalto da categoria rainha. O resultado é bem mais interessante do que parece.

    O GRID ATUAL É CHEIO DE SURPRESAS

    Max Verstappen é o nome mais badalado da F1 hoje. Tricampeão mundial, dominante com a Red Bull nos últimos anos, o holandês parece ter nascido dentro de um carro de corrida. E, em certo sentido, foi quase isso. Verstappen participou de provas de kart desde criança, obviamente, mas o que muita gente não sabe é que ele também já correu em endurance. Em 2023, ele participou das 24 Horas de Daytona pela equipe Hendrick Motorsports, ao lado de nomes como Dane Cameron. A experiência foi marcante. Ver o cara mais rápido do planeta se adaptando a uma prova de resistência de 24 horas, sem pit stops estratégicos de DRS e sem o glamour das luzes apagadas de Melbourne, foi uma cena que ficou gravada na memória dos fãs. Verstappen terminou em terceiro na classe GTD Pro. Não venceu, mas se saiu muito bem para alguém que estava claramente saindo da sua zona de conforto. Sobre quais pilotos atual, vale acompanhar os próximos capítulos.

    LEWIS HAMILTON E A BUSCA POR NOVAS EMOÇÕES

    O cenário envolvendo quais pilotos atual segue em evolução.

    Lewis Hamilton, o heptacampeão que agora defende as cores da Ferrari, também tem um histórico fora da F1 que muita gente esquece. Antes de chegar à categoria, Hamilton passou pelo karting e pela Fórmula 3 britânica, pela Fórmula Renault e depois GP2, tudo seguindo o programa da McLaren. Mas o que me interessa mais é o que ele fez nas beiradas da carreira. Hamilton já participou de provas de Rally Cross em eventos especiais, e demonstrou interesse genuíno em correr em Le Mans em algum momento da vida. Confesso que torço para que isso aconteça antes que ele pendurar o capacete de vez. Seria uma das imagens mais icônicas do esporte a ver um heptacampeão de F1 tentando vencer a prova de endurance mais famosa do mundo. O cenário envolvendo quais pilotos atual segue em evolução.

    FERNANDO ALONSO, O ETERNO AVENTUREIRO

    Se tem um nome no grid atual que dispensa apresentação quando o assunto é versatilidade, esse nome é Fernando Alonso. O espanhol da Aston Martin já fez de tudo no automobilismo, e não estou exagerando. Alonso venceu as 24 Horas de Le Mans em 2018 e 2019 pela Toyota Gazoo Racing, se tornando um dos poucos pilotos da história a conquistar o chamado “Triple Crown” do automobilismo — Fórmula 1, Indianápolis 500 e Le Mans. Indianápolis, aliás, é outro capítulo à parte: Alonso tentou a prova em 2017 e 2020, sem conseguir a vitória, mas chegando perto em 2017 quando estava brigando pelo triunfo antes de um problema mecânico encerrar sua corrida. Ele também participou do Dakar em 2020 com a Toyota, o que é quase loucura para um piloto acostumado ao asfalto impecável da F1. Alonso é único nesse sentido. Com 43 anos, continua competindo e ainda parece estar se divertindo mais do que qualquer outro piloto do grid. A situação de quais pilotos atual merece atenção dos torcedores.

    OS JOVENS QUE JÁ EXPERIMENTARAM OUTRAS PISTAS

    A situação de quais pilotos atual merece atenção dos torcedores.

    Entre os pilotos mais jovens do grid atual, o histórico em outras categorias é naturalmente menor, mas já há histórias interessantes para contar. Lando Norris, por exemplo, além de ser um dos melhores pilotos da McLaren nas últimas temporadas, tem uma paixão declarada por sim racing e participou de eventos virtuais durante a pandemia de 2020 com uma dedicação que impressionou. Mas além das pistas virtuais, Norris já correu em provas de karting de alto nível e participou de eventos de cross country. O inglês tem um perfil competitivo que vai muito além dos traçados de F1. Sobre quais pilotos atual, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Charles Leclerc, da Ferrari, também tem um histórico interessante. Antes de chegar à F1, o monegasco passou pela Fórmula 2 e pela Fórmula 3 europeia. Mas o que chama atenção é o trabalho dele fora das pistas: Leclerc é músico e pianista, o que mostra que o cara consegue transitar em mundos completamente diferentes com a mesma naturalidade. No automobilismo em si, Leclerc participou de corridas de kart especiais e eventos de demonstração em categorias históricas. Me parece que ele ainda vai se aventurar em outras categorias antes de encerrar a carreira.

    SEBASTIAN VETTEL E O LEGADO DAS EXPERIÊNCIAS

    O cenário envolvendo quais pilotos atual segue em evolução.

    Vettel já se aposentou da F1, então tecnicamente não está mais no grid atual, mas vale uma menção especial pelo impacto que ele teve no automobilismo como um todo. Durante sua carreira ativa, o tetracampeão alemão participou de eventos de carros históricos com uma frequência que poucos pilotos de alto nível conseguiriam conciliar com a agenda da F1. Vettel correu em provas de carros clássicos, participou de eventos beneficentes em categorias alternativas e demonstrou um amor genuíno pelo automobilismo em todas as suas formas. Isso é algo que admiro muito: o cara não estava ali só pelo dinheiro ou pela fama, estava porque amava o esporte de verdade. Sobre quais pilotos atual, vale acompanhar os próximos capítulos.

    O CASO PECULIAR DE VALTERI BOTTAS

    A situação de quais pilotos atual merece atenção dos torcedores.

    Valtteri Bottas, hoje na Sauber/Kick, tem um perfil que vai muito além da Fórmula 1. O finlandês é conhecido por sua participação no ciclismo — ele compete em provas de alto nível e já participou de eventos ciclísticos profissionais com resultados respeitáveis. Mas no automobilismo em si, Bottas também já experimentou o Rally. Afinal, é finlandês. Seria quase um crime não ter pelo menos tentado o rally em algum momento da vida. Ele participou de provas de rally na Finlândia antes de chegar à F1 e mantém uma conexão com o esporte até hoje. O cara é atleta de verdade, não apenas piloto.

    OS VETERANOS QUE VIRAM TUDO

    Outros veteranos do grid atual, como Kevin Magnussen da Haas, também têm histórias interessantes fora da F1. O dinamarquês participou das 24 Horas de Le Mans com a Cadillac Racing em 2023, durante o período em que estava fora da F1. Foi uma das melhores coisas que aconteceram para a carreira dele: Magnussen venceu a prova na classe GTP, o que deu a ele um título que poucos pilotos de F1 conseguiram. A vitória em Le Mans foi um dos momentos mais emocionantes do automobilismo de endurance naquele ano, e deu ao dinamarquês uma credencial que ninguém pode tirar dele, independentemente do que acontecer daqui para frente na F1. O cenário envolvendo quais pilotos atual segue em evolução.

    Nico Hülkenberg, outro veterano do grid, tem um histórico bem documentado fora da categoria rainha. O alemão venceu as 24 Horas de Le Mans em 2015 pela Porsche, sendo até hoje o único piloto na história a ter vencido Le Mans sem nunca ter subido ao pódio de um Grande Prêmio de F1. Difícil não enxergar uma certa ironia nessa situação, mas também uma beleza: o esporte é grande o suficiente para diferentes tipos de grandeza. Sobre quais pilotos atual, vale acompanhar os próximos capítulos.

    A NOVA GERAÇÃO E O IMPACTO DO SIM RACING

    Um ponto que merece atenção especial quando falamos da geração atual de pilotos de F1 é o papel do sim racing na formação deles. Diferente das gerações anteriores, os pilotos que chegaram à F1 nos últimos anos, como George Russell, Oscar Piastri e Carlos Sainz, cresceram com simuladores de alta performance como parte natural do treinamento. Russell, por exemplo, é assumidamente um dos melhores no simulador da Mercedes. Sainz participou de eventos de rally na neve, seguindo as pegadas do pai, Carlos Sainz Sr., bicampeão do Rali Dakar. Essa conexão familiar com o rally é algo que claramente influenciou a versatilidade do espanhol. O cenário envolvendo quais pilotos atual segue em evolução.

    Piastri, o jovem australiano que está se tornando um dos melhores do grid, vem do karting e da Fórmula 2, mas sua história ainda está sendo escrita. Com 23 anos, ele tem tempo de sobra para se aventurar em outras categorias. Fico curioso para ver o que vai acontecer quando ele chegar a um ponto em que precise renovar sua motivação, como muitos pilotos fazem ao buscar Le Mans ou Daytona. A situação de quais pilotos atual merece atenção dos torcedores.

    POR QUE ISSO IMPORTA PARA A F1 – A situação de quais pilotos atual merece atenção dos torcedores.

    Pode parecer que estou divagando ao falar de outras categorias num artigo sobre Fórmula 1, mas há um ponto concreto aqui. Os pilotos que experimentaram outras modalidades chegam de volta à F1 com uma visão mais ampla do automobilismo. Alonso, depois de Le Mans e Dakar, ficou ainda mais completo como atleta e como competidor. Magnussen, depois de vencer em Le Mans, voltou para a F1 com uma confiança diferente. Verstappen, depois de Daytona, entendeu melhor o que significa gerir uma corrida de endurance. Essas experiências deixam marcas reais no piloto.

    Além do crescimento pessoal de cada um, essas incursões em outras categorias mostram que o talento desses caras vai muito além de um cockpit específico. A F1 tende a criar uma bolha onde parece que só existe aquele mundo. Mas os pilotos que ousam sair dessa bolha — pelo menos temporariamente — costumam ser os mais interessantes de acompanhar, dentro e fora das pistas. Sobre quais pilotos atual, vale acompanhar os próximos capítulos.

    O grid de 2024 e 2025 tem, portanto, uma mistura rica de experiências. Dos veteranos como Alonso que já viram e fizeram de tudo, até os jovens que ainda vão escrever seus capítulos em outras categorias. O automobilismo mundial agradece por ter esses atletas que enxergam o esporte maior do que apenas os pontos do campeonato de construtores. E eu, particularmente, fico sempre de olho quando um piloto de F1 resolve cruzar as fronteiras da categoria. É nessas horas que a gente descobre do que o cara é feito de verdade. Sobre quais pilotos atual, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Fonte oficial: Formula 1

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  • Futebol na TV hoje: Brasileirão, clássicos e final da Copa do Rei

    Futebol na TV hoje: Brasileirão, clássicos e final da Copa do Rei

    Futebol hoje brasileirão — Se você é daqueles que gosta de passar o sábado no sofá com uma cerveja gelada e futebol na tela, hoje é o seu dia. O dia 18 reservou uma grade absurda de jogos, com partidas no Brasil e na Europa que vão do Brasileirão até a final de uma copa importante na Espanha. Difícil escolher o que assistir primeiro.

    O CONTEXTO BRASILEIRO

    Sobre futebol hoje brasileirão, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Pelo lado do Brasileirão, a rodada que se inicia hoje tem dois jogos que merecem atenção especial. O primeiro deles é Cruzeiro x Grêmio, que vai ao ar em TV aberta — e isso, convenhamos, ainda faz diferença no Brasil. Quando um jogo aparece na tela aberta, ele chega para o torcedor que não tem acesso a streaming ou a canais pagos, e isso democratiza o futebol de um jeito que a gente deveria valorizar mais. Cruzeiro e Grêmio estão em momentos distintos na competição, e a partida promete movimentar a tabela.

    Mas o clássico que eu, pessoalmente, quero ver mesmo é Vasco x São Paulo. Esse confronto Rio-SP tem história, tem rivalidade genuína e sempre entrega alguma polêmica ou gol antológico para contar depois. O Vasco vivendo suas turbulências habituais de bastidores e o São Paulo tentando se firmar entre os primeiros da tabela. Esse tipo de jogo é o que torna o Brasileirão diferente de tudo — você nunca sabe o que vai acontecer quando o árbitro apitar. O cenário envolvendo futebol hoje brasileirão segue em evolução.

    A FINAL QUE A ESPANHA ESPERA

    O cenário envolvendo futebol hoje brasileirão segue em evolução.

    Na Europa, o prato principal do dia é a final da Copa do Rei entre Atlético de Madrid e Real Sociedad. O estádio La Cartuja, em Sevilha, vai receber o confronto que define um dos títulos mais tradicionais do futebol espanhol. Confesso que esse duelo me parece um dos mais equilibrados que poderíamos ter nessa final. O Atlético de Madrid de Diego Simeone é sempre aquela máquina travada, organizada, que sufoca o adversário e cobra o mínimo erro. Do outro lado, a Real Sociedad vem construindo nos últimos anos uma identidade de jogo muito clara, com bola no chão e muita movimentação entre as linhas.

    O La Cartuja tem capacidade para mais de 57 mil pessoas e costuma estar lotado nessas finais. A torcida basca vai estar presente em peso, assim como os atleticanos que viajaram até Sevilha. Esse tipo de atmosfera — barulho nas arquibancadas, bandeiras de dois lados, tensão a cada lance — é o que faz de uma final de copa algo especial. Quem sabe Griezmann não aparece com uma dessas jogadas geniais dele para decidir? Ou um gol de falta nos acréscimos que leva tudo para a prorrogação? A Copa do Rei tem tradição de jogos dramáticos, e eu não apostaria numa partida fácil.

    O GIGANTE DE STAMFORD BRIDGE EM OLD TRAFFORD

    A situação de futebol hoje brasileirão merece atenção dos torcedores. A situação de futebol hoje brasileirão merece atenção dos torcedores.

    Na Premier League, o destaque óbvio é Chelsea x Manchester United. Quando esses dois se encontram, independentemente do momento de cada um na tabela, o jogo gera expectativa. Tem história por trás, tem rivalidade, tem torcida que canta do primeiro ao último minuto. O Chelsea vive uma fase de reconstrução que parece não acabar nunca — contratações, mais contratações, treinadores indo e vindo, e o torcedor lá em Stamford Bridge sem entender muito bem qual é a cara desse time. Já o Manchester United… bem, quem acompanha sabe que a situação também não está das melhores por lá. É praticamente um confronto entre dois gigantes tentando se reencontrar.

    Além desse, a rodada da Premier League ainda oferece outros jogos interessantes: Brentford x Fulham logo cedo, Leeds x Wolverhampton no meio da manhã, Newcastle x Bournemouth e Tottenham x Brighton. Um dia completo de futebol inglês, aquele estilo intenso, sem muita pausa, com rain, mud e velocidade absurda nas transições.

    A BRIGA DOS GIGANTES ALEMÃES

    Sobre futebol hoje brasileirão, vale acompanhar os próximos capítulos.

    O Campeonato Alemão também entrega muito hoje. Quem me conhece sabe que eu sou um admirador do estilo Bundesliga — futebol rápido, físico, com pressão alta e pouquíssimo espaço para time que quer apenas se defender. O jogo mais atrativo do dia por lá é Hoffenheim x Borussia Dortmund, com transmissão em várias plataformas, incluindo a CazéTV. O Dortmund precisa pontuar para manter suas ambições na temporada, e o Hoffenheim não é moleza para ninguém em casa. Sobre futebol hoje brasileirão, vale acompanhar os próximos capítulos.

    O outro jogo que merece atenção é Bayer Leverkusen x Augsburg. O Leverkusen ainda carrega o peso e o orgulho de ter quebrado um tabu histórico na temporada passada, quando se tornou campeão alemão de forma invicta. A equipe de Xabi Alonso virou referência para muita gente no futebol mundial, e acompanhar como eles se comportam nessa temporada é um exercício válido para qualquer um que curte futebol de verdade.

    ITÁLIA, FRANÇA E O RESTO DA EUROPA

    O cenário envolvendo futebol hoje brasileirão segue em evolução.

    No Campeonato Italiano, o duelo mais interessante é Roma x Atalanta, com transmissão na ESPN. A Atalanta continua sendo uma das equipes mais divertidas de se assistir na Série A — um time que pressiona, que corre, que não para nunca. A Roma, por outro lado, vive aquela eterna busca por consistência que os romanos esperam há décadas. Antes desse confronto, ainda tem Napoli x Lazio, que é outro clássico do futebol italiano com peso histórico enorme.

    No futebol francês, o destaque fica por conta de Lorient x Olympique de Marseille e Angers x Le Havre. O Marseille sempre carrega aquele peso de ser o clube mais popular da cidade mais apaixonada da França. Quando o OM entra em campo, não importa contra quem, a torcida comparece e o clima esquenta. O cenário envolvendo futebol hoje brasileirão segue em evolução.

    MULHERES EM CAMPO TAMBÉM

    Merece menção especial a programação das Eliminatórias da Copa Feminina da UEFA, com jogos importantes hoje. Espanha x Ucrânia, Bélgica x Escócia e o grande jogo da rodada europeia feminina que é França x Holanda. O futebol feminino europeu está num momento de crescimento real, com estádios mais cheios, contratos maiores e visibilidade que nunca existiu antes. A França em casa contra a Holanda é um duelo de altíssimo nível, com jogadoras de clubes top da Europa de cada lado.

    O Brasil precisa acompanhar com mais atenção o que acontece no futebol feminino europeu. É de lá que vêm as referências táticas, técnicas e de formação que vão moldar o jogo nos próximos anos. E hoje tem oportunidade de sobra para ver de perto.

    COMO ORGANIZAR O DIA

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    Para quem quer aproveitar tudo isso sem enlouquecer, me parece que a estratégia mais inteligente é começar logo cedo com a Segunda Divisão Alemã, que tem jogos a partir das 8h. É futebol de qualidade e dá para tomar o café da manhã no ritmo de Bundesliga 2. Depois, a partir das 8h30, a Premier League toma conta com Brentford x Fulham.

    O meio da manhã fica lotado de opções simultâneas: Bundesliga 1, Premier League e Serie A italiana ao mesmo tempo. Hora de escolher suas prioridades e abrir o segundo monitor ou a segunda tela. No início da tarde, as Eliminatórias Femininas entram em campo e, enquanto isso, o Brasileirão começa a aquecer.

    O pico do dia acontece entre 15h e 17h, quando Atlético de Madrid x Real Sociedad pela Copa do Rei vai ao ar junto com os jogos do Brasileirão e Roma x Atalanta. Tarde cheia, televisão quente, celular no silencioso. Sobre futebol hoje brasileirão, vale acompanhar os próximos capítulos.

    O FECHAMENTO COM CHAVE DE OURO

    Sobre futebol hoje brasileirão, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Chelsea x Manchester United, às 16h no Disney+, encerra o dia de futebol na Europa com aquele sabor de grande jogo. Não é uma partida qualquer — é dois clubes com história, com torcidas que esperam muito e com jogadores que sabem o peso do confronto.

    Ainda sobra espaço, claro, para os jogos do Brasileirão que completam a rodada. O campeonato nacional tem aquela característica única de imprevisibilidade que encanta e, às vezes, desespera qualquer torcedor. Um dia longo de futebol como esse merece uma boa companhia, um lanche decente e muita atenção. Aproveite. O cenário envolvendo futebol hoje brasileirão segue em evolução.

    Fonte oficial: CBF

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  • Suns eliminam Warriors e vão enfrentar o Thunder no playoff

    Suns eliminam Warriors e vão enfrentar o Thunder no playoff

    Suns eliminam warriors — O Phoenix Suns não deu chance ao Golden State Warriors nesta sexta-feira e venceu por 111 a 96 para garantir a oitava colocação no Oeste e uma vaga no primeiro turno dos playoffs da NBA. O resultado eliminou os Warriors da pós-temporada e colocou o Suns de frente para o Oklahoma City Thunder, líder absoluto da conferência. Difícil imaginar adversário mais complicado para estrear, mas o Suns ao menos tem a chance de tentar.

    O CONTEXTO DA PARTIDA

    Essa vitória tem um peso enorme porque o Suns viveu uma temporada de montanha-russa. A franquia de Phoenix chegou a ser vista, há dois ou três anos, como uma das favoritas ao título, com Kevin Durant e Devin Booker formando uma dupla de respeito. Mas os últimos meses foram de instabilidade, trocas, ajustes de elenco e uma série de resultados inconsistentes que deixaram a equipe na borda do precipício. Chegar ao play-in e sair dele vivo já é, para este grupo, uma espécie de oxigênio. Sobre suns eliminam warriors, vale acompanhar os próximos capítulos.

    O Golden State, por outro lado, vive um processo doloroso de reconhecimento: a era dos Warriors dominantes acabou. Stephen Curry segue sendo um dos melhores jogadores do planeta, mas os 36 anos cobram seu preço, os parceiros ao redor não têm mais o mesmo nível, e a mágica que transformou Golden State em dinastia entre 2015 e 2022 simplesmente não existe mais. Perder um jogo de eliminação para o Suns, em noite razoável e sem drama épico, diz muito sobre onde essa franquia está agora. O cenário envolvendo suns eliminam warriors segue em evolução.

    COMO O JOGO SE DESENVOLVEU

    Os 111 a 96 no placar final não chegam a ser uma goleada no basquete, mas a margem de 15 pontos conta uma história clara: o Suns controlou o jogo nos momentos que importavam. Phoenix abriu vantagem no segundo quarto, administrou com inteligência no terceiro e não deixou o Warriors criar nenhuma ameaça real nos minutos finais. Foi uma vitória organizada, sem sustos, o tipo de desempenho que uma equipe de playoff precisa mostrar para ganhar credibilidade.

    Devin Booker, como de costume, foi o nome central do ataque do Suns. O sujeito tem uma frieza nos momentos difíceis que poucos jogadores na liga possuem. Quando o jogo pediu pontos, ele entregou. Kevin Durant também contribuiu de forma consistente no garrafão e nas situações de meia distância. A defesa do Suns, algo que foi problema ao longo da temporada, se comportou melhor do que o esperado, forçando turnovers e limitando os arremessos abertos que os Warriors costumam converter. O cenário envolvendo suns eliminam warriors segue em evolução.

    O Warriors tentou, em alguns momentos do segundo quarto, produzir uma daquelas viradas dramáticas que Curry sabe fazer acontecer do nada. Mas o Suns fechou os espaços a tempo. Confesso que fiquei de olho esperando um daqueles arremessos de meia quadra do Curry para virar o jogo no intervalo, mas Phoenix foi inteligente o suficiente para não dar essa abertura. A situação de suns eliminam warriors merece atenção dos torcedores.

    O FIM DE UMA ERA EM GOLDEN STATE

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    Ver os Warriors saindo pela porta dos fundos no play-in é estranho para quem acompanhou a NBA na última década. Essa franquia ganhou quatro títulos em oito anos, colocou três jogadores no Hall da Fama e redefiniu como o basquete moderno é jogado. Hoje, o que resta é Curry com um elenco que não tem a mesma qualidade dos tempos de Durant, Klay Thompson e Draymond Green no auge.

    Klay foi embora. Draymond está em declínio e ainda cria mais problemas do que soluções com seu temperamento. O elenco jovem não amadureceu no ritmo esperado. E Steve Kerr, um dos melhores treinadores da liga, não tem mais as peças que fizeram sua fama. É uma situação triste de se ver, porque essa franquia merecia uma despedida mais digna do ciclo vitorioso. O jeito que as coisas estão, os Warriors precisam de uma reestruturação séria no verão. Sobre suns eliminam warriors, vale acompanhar os próximos capítulos.

    SURPREENA PARA O DUELO COM O THUNDER

    Sobre suns eliminam warriors, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Agora o Suns enfrenta o Oklahoma City Thunder, e me parece que a maioria dos analistas já decretou esse confronto como desequilibrado. O Thunder terminou a temporada regular com a melhor campanha do Oeste, liderado por Shai Gilgeous-Alexander, um dos candidatos mais sólidos ao MVP da liga nesta temporada. A equipe de Oklahoma é jovem, veloz, defensivamente comprometida e tem uma profundidade de elenco invejável. O cenário envolvendo suns eliminam warriors segue em evolução.

    Shai Gilgeous-Alexander virou um monstro. O canadense joga com uma eficiência desconcertante, seja atacando o garrafão, convertendo arremessos de média distância ou lendo o jogo na defesa. Ao redor dele, o Thunder tem Jalen Williams evoluindo a passos largos, Chet Holmgren dominando no garrafão e uma série de jogadores complementares que encaixam perfeitamente no sistema de Mark Daigneault.

    O Suns como oitavo colocado entrando contra o primeiro do Oeste é o tipo de confronto que ninguém quer no playoff. A missão é hercúlea. Mas o basquete tem dessas histórias, e Phoenix vai entrar em quadra com Durant e Booker capazes de marcar 30 pontos cada em qualquer noite. Se os dois pegarem fogo ao mesmo tempo e o Thunder tiver uma noite ruim de arremessos de três, o jogo pode surpreender. A situação de suns eliminam warriors merece atenção dos torcedores.

    O QUE O SUNS PRECISA FAZER

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    Taticamente, o Suns vai precisar desacelerar o ritmo do Thunder a todo custo. Oklahoma adora jogar em transição, aproveitando turnovers para converter cestas fáceis antes que a defesa adversária se organize. Se Phoenix conseguir controlar a bola, reduzir os erros e transformar o jogo numa batalha de meia quadra, as chances aumentam. Sobre suns eliminam warriors, vale acompanhar os próximos capítulos.

    A defesa no Shai vai ser o teste mais difícil. O cara praticamente não para e encontra caminhos para o garrafão mesmo contra os melhores defensores individuais da liga. Booker vai precisar gastar energia enorme tentando atrapalhar o ritmo do astro do Thunder, e ainda assim precisa ter combustível para o ataque. É uma equação complicada, mas não impossível.

    O banco de reservas do Suns também vai ser testado. Em confrontos de playoff contra times superiores, a profundidade faz diferença quando os titulares precisam descansar. O Thunder tem mais recursos nesse sentido, e Daigneault sabe usar o rodízio com inteligência. Kerr… quer dizer, Mike Budenholzer, o treinador do Suns, vai precisar encontrar os intervalos certos para manter Durant e Booker frescos nos quartos decisivos. O cenário envolvendo suns eliminam warriors segue em evolução.

    A TORCIDA E O CLIMA DA SÉRIE

    A situação de suns eliminam warriors merece atenção dos torcedores.

    O Footprint Center em Phoenix deve receber um ambiente fervendo para os jogos em casa. A torcida do Suns passou uma temporada inteira em estado de alerta, com a equipe oscilando entre o impressionante e o decepcionante semana a semana. Conseguir passar pelo play-in certamente vai devolver um pouco da confiança da fanbase, que viveu momentos de pura frustração ao longo dos últimos meses. A situação de suns eliminam warriors merece atenção dos torcedores.

    Já em Oklahoma City, o Paycom Center vai estar em ebulição. A torcida do Thunder está faminta por playoff há anos, e ter o melhor time do Oeste em casa é combustível para uma atmosfera de outro nível. Quem já esteve em arenas do interior americano em noites de playoff sabe: o barulho é diferente, mais intenso, mais pessoal. O Suns vai sentir isso na pele nos jogos longe de casa.

    MINHA APOSTA PARA A SÉRIE

    Sendo honesto, me parece muito difícil para o Suns passar do Thunder em sete jogos. A série mais provável termina 4 a 1 ou 4 a 2 para Oklahoma City. Mas num confronto ou dois dentro dessa série, o Suns tem condições de mostrar que não é um adversário descartável. Se Durant aparecer nos primeiros jogos com 35, 40 pontos e forçar o Thunder a se adaptar, a série pode ter ao menos um ou dois episódios emocionantes antes do Thunder fechar. Sobre suns eliminam warriors, vale acompanhar os próximos capítulos.

    O que não dá para negar é que o Suns sobreviveu a uma fase regular complicada, eliminou um adversário histórico no play-in e segue vivo na pós-temporada. Para uma equipe que parecia à beira do colapso em alguns momentos desta temporada, isso já tem valor. O futuro da franquia depende de como Durant e Booker envelhecem juntos e de que tipo de peças o front office consegue colocar ao redor dos dois no próximo verão.

    O Warriors, enquanto isso, vai para o recesso de verão com perguntas sérias para responder. O que fazer com Curry nos anos finais de carreira? Como reconstruir um elenco competitivo sem abrir mão do presente, mas sem destruir o futuro? São decisões que vão definir os próximos cinco anos da franquia. Por ora, a temporada acabou, e o sabor é amargo para quem defendeu as cores azul e dourado.

    Fonte oficial: NBA

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  • Futebol na TV neste sábado: Brasileirão, clássicos e final da Copa do Rei

    Futebol na TV neste sábado: Brasileirão, clássicos e final da Copa do Rei

    Futebol neste sábado — Tem dia que o futebol resolve aparecer de vez. Este sábado, 18, é um desses. A grade de transmissões está tão cheia que fica difícil até decidir o que assistir primeiro. Brasileirão, Premier League, Serie A italiana, Bundesliga e ainda a final da Copa do Rei espanhola. Para o torcedor brasileiro que gosta de acompanhar o futebol mundo afora, é basicamente um sonho de consumo. Pega o controle remoto, faz um café e se acomoda no sofá. Vai ser um dia longo.

    O DIA COMEÇA CEDO NA EUROPA

    Sobre futebol neste sábado, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Para quem acorda disposto, já tem bola rolando antes das 9h da manhã. A segunda divisão alemã abre o dia com quatro jogos a partir das 8h, todos disponíveis no OneFootball. Arminia Bielefeld, Nuremberg, Dynamo Dresden, Bochum, Magdeburg e Fortuna Düsseldorf entram em campo nesse horário. Não são os nomes mais badalados do futebol europeu, é verdade, mas a 2. Bundesliga tem sua charme próprio e costuma ser disputada até o fim. Mais tarde, às 15h30, Hannover e Paderborn fecham a rodada da divisão de acesso.

    Na Premier League, o programa começa às 8h30 com Brentford e Fulham, transmitido pelo X Sports e Disney+. Uma partida entre dois times londrinos que brigam pela parte de cima da tabela e que vai movimentar bastante. Às 11h, Leeds e Wolverhampton aparecem no YouTube do ESPN e no Disney+ — esse é um jogo que promete barulho, porque os dois precisam de pontos e os times têm personalidade. No mesmo horário, ESPN transmite Newcastle e Bournemouth. Às 13h30, Tottenham e Brighton fecham a primeira leva do dia. O cenário envolvendo futebol neste sábado segue em evolução. O cenário envolvendo futebol neste sábado segue em evolução.

    O DUELO PRINCIPAL DA PREMIER LEAGUE

    Mas o que todo mundo quer mesmo é Chelsea e Manchester United, às 16h, com transmissão do Disney+. Confesso que esse confronto me gera sentimentos misturados. Os dois clubes mais valorizados historicamente na Inglaterra estão longe do melhor futebol, cada um à sua maneira. O United passou boa parte da temporada tropeçando, e o Chelsea investiu fortunas sem consistência no campo. Mesmo assim, clássico é clássico. Quando esses dois se encontram, a atmosfera no Stamford Bridge ferve de um jeito diferente. Espero um jogo truncado, intenso, com os dois tentando não perder mais do que querendo ganhar. Mas posso estar errado, e espero que esteja. A situação de futebol neste sábado merece atenção dos torcedores.

    AS PARTIDAS ITALIANAS DO DIA

    O Campeonato Italiano também aparece na grade com três jogos bem diferentes entre si. Às 10h, Udinese e Parma abrem a rodada, ambos brigando para não cair — o que garante uma disputa tensa, com cada ponto valendo ouro. Às 13h, o jogo mais atraente da Serie A no dia: Napoli e Lazio no X Sports e Disney+. Os napolitanos tentam se firmar na briga pelo título, enquanto a Lazio quer confirmar seu espaço entre os times europeus da temporada. E para fechar, às 15h45, Roma e Atalanta na ESPN. A Atalanta de Gasperini continua sendo um dos times mais interessantes taticamente do futebol europeu, e a Roma tem nomes de sobra para complicar qualquer adversário. Esse jogo pode ser o melhor do dia no campeonato italiano. A situação de futebol neste sábado merece atenção dos torcedores. Sobre futebol neste sábado, vale acompanhar os próximos capítulos.

    A BUNDESLIGA ALEMÃ EM PESO

    A Alemanha manda bem neste sábado. Às 10h30, quatro jogos acontecem simultaneamente na primeira divisão: Bayer Leverkusen contra Augsburg, Hoffenheim contra Borussia Dortmund, Union Berlin contra Wolfsburg, e Werder Bremen contra Hamburgo. O destaque óbvio é o Leverkusen, que segue o Bundesliga numa temporada de enorme expectativa após a histórica campanha da temporada passada. O jogo vai ao ar no Canal GOAT e OneFootball. Hoffenheim e Dortmund tem cobertura mais ampla: X Sports, SportyNet, CazéTV e OneFootball. Às 13h30, para fechar a rodada alemã, Eintracht Frankfurt recebe o RB Leipzig, com transmissão no SporTV, Canal GOAT e OneFootball. Esse é o duelo de peso da Bundesliga no dia, dois times que costumam jogar bom futebol e que têm ambição de brigar por vaga europeia. O cenário envolvendo futebol neste sábado segue em evolução.

    A COPA DO REI NA ESPANHA

    Agora me perdoa que eu precise falar um pouco mais sobre o que talvez seja o jogo mais importante desta data: a final da Copa do Rei. Atlético de Madrid e Real Sociedad se encontram no Estádio de La Cartuja, em Sevilha, para definir o campeão do torneio eliminatório mais tradicional do futebol espanhol. O Atlético do Simeone chega como favorito na cabeça da maioria, mas a Real Sociedad não é time que se intimida facilmente. Os bascos têm um projeto sólido, uma torcida apaixonada e jogadores com qualidade de sobra para incomodar qualquer adversário. Sobre futebol neste sábado, vale acompanhar os próximos capítulos. A situação de futebol neste sábado merece atenção dos torcedores.

    A final da Copa do Rei sempre tem um sabor especial porque o estádio neutro coloca as duas torcidas lado a lado, criando um ambiente que a televisão não consegue capturar totalmente. É aquele tipo de jogo onde o primeiro gol vai pesar muito, porque o Atlético fecha os espaços melhor do que qualquer time do mundo quando está na frente do placar. A Real Sociedad vai precisar de paciência e de alguma dose de improvisação para abrir o marcador. Me parece que a decisão vai para a segunda etapa, possivelmente para os minutos finais.

    O BRASILEIRÃO ENTRA EM CAMPO

    Sobre futebol neste sábado, vale acompanhar os próximos capítulos.

    E o Brasil? Ah, o Brasil tem futebol também, claro. Pelo Campeonato Brasileiro, o sábado começa uma nova rodada com Cruzeiro e Grêmio, partida que vai ao ar em TV aberta. Esse jogo tem tudo para ser uma batalha. O Cruzeiro em casa no Mineirão, com a torcida empurrando do primeiro ao último minuto, e o Grêmio tentando pontuar fora de casa, o que nunca é fácil. Os dois times vivem momentos distintos na temporada e precisam de resultados positivos para segurar o embalo. Vai ter pressão, vai ter disputa no meio campo e provavelmente vai ter confusão no final — típico de clássico nacional.

    O CLÁSSICO RIO

    SP – O cenário envolvendo futebol neste sábado segue em evolução. O cenário envolvendo futebol neste sábado segue em evolução.

    Mas o duelo mais saboroso do Brasileirão neste sábado é Vasco e São Paulo. Rio de Janeiro contra São Paulo, dois gigantes que carregam história e torcida de milhões. O São Paulo chega com ambição, um time que vem tentando se consolidar entre os melhores do campeonato. O Vasco, por sua vez, tem em São Januário um caldeirão que intimida qualquer visitante. A torcida vascaína é daquelas que do primeiro ao último minuto não para de cantar e pressionar. Para o São Paulo conseguir um bom resultado ali, vai precisar de muita organização e sangue frio nos momentos de pressão. Difícil. Mas a partida promete.

    FUTEBOL FEMININO TAMBÉM APARECE NA GRADE

    A situação de futebol neste sábado merece atenção dos torcedores.

    O dia ainda reserva espaço para as Eliminatórias da Copa Feminina pela Europa. Às 11h, Espanha e Ucrânia se enfrentam na ESPN 4. Às 15h30, Bélgica e Escócia no Disney+. E às 16h10, o duelo mais chamativo da rodada: França e Holanda, transmitido pela ESPN 2. As francesas e as holandesas são potências do futebol feminino mundial, e esse confronto pode ser um belo espetáculo para quem quiser diversificar o cardápio do dia.

    O Campeonato Francês também aparece com Lorient e Olympique de Marseille às 12h, na CazéTV. O Marselha, sempre com torcida barulhenta e time de qualidade, tenta manter o passo na Ligue 1. Às 14h, Angers e Le Havre fecham a participação francesa na programação. A situação de futebol neste sábado merece atenção dos torcedores.

    COMO ORGANIZAR O SEU DIA DE FUTEBOL

    Olha, a minha sugestão honesta para quem vai acompanhar o dia: começa com Napoli e Lazio no italiano, fica de olho nos jogos da Bundesliga ao meio-dia, e reserve a tarde para a final da Copa do Rei e o Chelsea contra o United. O Brasileirão você vai conseguir encaixar no meio disso tudo, especialmente se você tiver mais de uma tela disponível. Vasco e São Paulo merece atenção especial — daqueles jogos que podem surpreender para qualquer lado.

    A quantidade de futebol transmitida hoje mostra como o mercado de transmissão esportiva no Brasil se transformou nos últimos anos. Entre Disney+, ESPN, SporTV, Canal GOAT, CazéTV e OneFootball, ficou quase impossível perder um jogo relevante por falta de acesso. O problema agora é outro: escolher qual assistir quando dois acontecem ao mesmo tempo. E neste sábado, esse problema vai aparecer várias vezes. Boa sorte na escolha — e bom futebol para todos.

    Fonte oficial: CBF

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  • Oscar Schmidt: do Santos ao Corinthians, uma vida entre basquete e futebol

    Oscar Schmidt: do Santos ao Corinthians, uma vida entre basquete e futebol

    Oscar schmidt santos — Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira aos 68 anos. O maior nome do basquete brasileiro foi embora deixando um vazio que vai demorar muito tempo para ser preenchido, se é que algum dia será. Mas quem conhecia Oscar de perto sabe que falar dele só pelo basquete é contar metade da história. O Mão Santa tinha o futebol no sangue, e a relação dele com os clubes brasileiros é uma história que mistura infância, lealdade, acaso e uma paixão tardia que pegou de vez.

    O MENINO QUE CRESCEU ADORANDO PELÉ

    Oscar nasceu torcedor do Santos. Isso não tem muito segredo. Era impossível crescer no Brasil nos anos 1960 e não se apaixonar pelo Peixe daquela geração. Pelé era o melhor jogador do mundo, e o Santos era o melhor time do planeta. A Vila Belmiro vivia superlotada, o Brasil inteiro acompanhava aquele time com orgulho, e um garoto chamado Oscar Schmidt não ficou de fora dessa onda. O Peixe entrou no coração dele ainda na infância e ficou por um bom tempo. Sobre oscar schmidt santos, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Mas tinha mais um time no coração do jovem Oscar. O Fluminense também tinha espaço naquele peito. O motivo é aquele que qualquer brasileiro de uma certa geração vai entender na hora: o futebol de botão. O Tricolor das Laranjeiras era o time favorito de Oscar nas disputas sobre a mesa. Soa estranho, mas é assim que funciona. A gente não escolhe time de futebol de botão com a cabeça — escolhe com o instinto, com o estilo de jogo, com a cor que agrada o olho. E o Fluminense agradava o Oscar de botão. Faz sentido. O cenário envolvendo oscar schmidt santos segue em evolução.

    A VIRADA DE CHAVE COM O PALMEIRAS

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    Aí veio a profissionalização. Oscar Schmidt tinha talento absurdo no basquete, e em 1975 recebeu a oportunidade que mudaria sua vida. O time que lhe deu essa chance foi o Palmeiras. Sim, o mesmo Palmeiras do futebol, que também mantinha uma equipe de basquete de alto nível na época. Oscar chegou jovem, precisando provar seu valor, e saiu de lá como o principal jogador do elenco.

    Os anos entre 1975 e 1978 foram de formação e crescimento acelerado. Oscar não era mais só o garoto promissor — ele virou referência. E o ponto alto dessa fase veio em 1977, quando o Palmeiras conquistou o Campeonato Brasileiro de basquete. Na final, o Verdão encarou o Flamengo, que era uma potência no esporte naquele período, e superou. Oscar estava no centro de tudo. Dá para imaginar a importância desse título para um atleta de 21, 22 anos. A ligação com o clube se tornou forte, real, construída com suor e conquista. Não era torcida — era pertencimento. A situação de oscar schmidt santos merece atenção dos torcedores.

    Mas o basquete levou Oscar para outros destinos. Clubes na Itália, na Espanha, na Venezuela. A carreira internacional o transformou em uma lenda do esporte mundial. Oscar Schmidt se tornou o maior pontuador da história das Olimpíadas. Jogou cinco edições dos Jogos. Recusou a NBA — a única vez que alguém fez isso e saiu por cima na história. O mundo do basquete era o dele, e ele dominou esse mundo por décadas. A situação de oscar schmidt santos merece atenção dos torcedores.

    O ENCONTRO COM O CORINTHIANS

    Sobre oscar schmidt santos, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Confesso que essa parte da história me pega sempre que leio. Em 1995, Oscar Schmidt estava com 38 anos. Veterano, lendário, prestes a disputar sua última Olimpíada em Atlanta no ano seguinte. E resolveu vestir a camisa do Corinthians no basquete. A maioria das pessoas nessa situação estaria pensando em encerrar a carreira com tranquilidade. Oscar foi jogar pelo Timão.

    O primeiro ano foi de adaptação. O segundo ano, 1996, foi de história. O Corinthians disputou o Campeonato Brasileiro de basquete e chegou à final. O adversário foi o Corinthians-RS, o time gaúcho de mesmo nome. O Timão paulista venceu e se sagrou campeão — encerrando um jejum de 27 anos sem o título nacional. Vinte e sete anos. Uma geração inteira. E Oscar Schmidt, com 38 anos de idade, estava no centro dessa conquista. O cenário envolvendo oscar schmidt santos segue em evolução.

    Penso nessa cena e fico imaginando o que aquilo deve ter significado para um atleta naquela fase da carreira. Não era um título qualquer. Era o tipo de conquista que sela um amor. A partir daquele momento, o Corinthians entrou no coração de Oscar de um jeito que não saiu mais. A torcida alvinegra adotou o Mão Santa como um dos seus, e ele retribuiu com fidelidade e carinho durante o resto da vida. Sobre oscar schmidt santos, vale acompanhar os próximos capítulos.

    UMA RELAÇÃO QUE VAI ALÉM DO BASQUETE

    A situação de oscar schmidt santos merece atenção dos torcedores.

    O que me parece mais bonito nessa história toda é a naturalidade com que Oscar Schmidt viveu essas relações com o futebol. Ele nunca foi aquele atleta que fingia não ligar para o esporte nacional. Pelo contrário. O cara cresceu adorando o Santos de Pelé, jogou botão torcendo pelo Fluminense, construiu sua carreira profissional vestindo verde e branco do Palmeiras, e terminou apaixonado pelo Corinthians. É uma trajetória que qualquer brasileiro consegue entender, porque o futebol faz parte de quem somos.

    Oscar não precisava do futebol para ser grande. Ele já era gigante no basquete. Mas o futebol fazia parte da identidade dele como brasileiro, como homem do esporte, como alguém que entendia o que significa pertencer a uma torcida, sentir aquela adrenalina de um título, aquela dor de uma derrota. Essas emoções são universais entre os esportistas brasileiros, independente da modalidade. Sobre oscar schmidt santos, vale acompanhar os próximos capítulos.

    O LEGADO QUE FICA

    O cenário envolvendo oscar schmidt santos segue em evolução.

    Oscar Schmidt foi muito mais do que pontos e títulos. Foi uma figura que conectou gerações, que mostrou que o esporte brasileiro tinha capacidade de produzir um atleta de nível mundial em uma modalidade que não era o futebol. Numa época em que o basquete ainda lutava por espaço e visibilidade no Brasil, Oscar colocou o esporte nos jornais, nas conversas de bar, na boca do povo. O cenário envolvendo oscar schmidt santos segue em evolução.

    A relação dele com o futebol, com o Santos, com o Palmeiras e com o Corinthians diz muito sobre quem ele era. Era um homem conectado com a cultura brasileira, que não se via acima das paixões populares. Tinha time. Tinha história com clube. Sabia o que era construir um vínculo com uma camisa e o que era sentir a alegria de um título coletivo.

    Quando o Corinthians publicou a homenagem nas redes sociais logo após a notícia de sua morte, a resposta da torcida foi imediata e intensa. Os fãs do Timão sabem bem o que Oscar representou para o clube. O basquete do Corinthians nunca foi o mesmo depois de 1996, e o Mão Santa tem um papel importante nessa história.

    A DESPEDIDA DE UM GIGANTE

    A situação de oscar schmidt santos merece atenção dos torcedores.

    Difícil encontrar as palavras certas quando uma figura desse tamanho vai embora. Oscar Schmidt tinha 68 anos — uma vida vivida com intensidade máxima, com conquistas que pouquíssimos atletas no mundo podem se orgulhar de ter. Cinco Olimpíadas. Títulos de clubes em diferentes países. O status de maior pontuador olímpico da história. Uma carreira que durou décadas e que foi construída com talento, trabalho e uma mentalidade competitiva fora do comum.

    Mas para além dos números e dos troféus, Oscar Schmidt foi um ser humano que amou o esporte de um jeito genuíno. Que cresceu torcendo para o Santos porque Pelé era incrível. Que construiu uma carreira no Palmeiras quando precisava de uma chance. Que se apaixonou pelo Corinthians quando conquistou um título aos 38 anos. Essas histórias vão ficar.

    O basquete brasileiro perdeu seu maior ídolo. O esporte brasileiro perdeu uma referência. E o Corinthians perdeu um torcedor especial, daqueles que chegam de um jeito inesperado e ficam para sempre. Oscar Schmidt merecia muito mais tempo. Mas o legado que ele deixa é do tipo que não desaparece — fica gravado na história do esporte brasileiro para quem quiser conhecer, aprender e se inspirar.

    Fonte oficial: NBA

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