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  • Argentina vence Argélia com show de Messi

    Argentina vence Argélia com show de Messi

    Resumo rápido

    • Resultado: Argentina 3 x 0 Argélia
    • Gols: Lionel Messi (17′, 60′ e 76′) — hat-trick
    • Competição: Copa do Mundo 2026, 1ª rodada do Grupo J
    • Situação: Argentina líder do Grupo J com 3 pontos
    • Próximo jogo: Argentina x Áustria, 22 de junho

    Argentina vence Argélia por 3 a 0 e a estreia na Copa do Mundo 2026 teve um nome só: Lionel Messi. No Arrowhead Stadium, em Kansas City, o camisa 10 marcou os três gols da noite. Foi um hat-trick que liquidou o jogo cedo e colocou a atual campeã na liderança do Grupo J logo de cara.

    O SHOW DE MESSI NA ESTREIA

    A Argentina não deixou a história ficar complicada. Aos 17 minutos, Rodrigo De Paul achou Messi na entrada da área, e o camisa 10 fez o que faz de melhor: ajeitou o corpo e bateu pra abrir o placar. A Argélia ainda tentou esboçar uma reação, mas a estreia já tinha dono.

    No segundo tempo, Messi resolveu de vez. Aos 60, ampliou num lance de oportunismo, desses que só quem vive dentro da área consegue. Aos 76, completou o hat-trick depois de boa jogada de Nicolás González pela esquerda. Três a zero, os três do mesmo cara, e o estádio rendido ao argentino.

    Foi a estreia que a Argentina queria: controle, eficiência e o melhor jogador em noite inspirada. A Argélia sonhava em surpreender, mas esbarrou num jogador que, mesmo veterano, continua decidindo Copa do Mundo.

    FICHA E GOLS DO JOGO

    Informação Detalhe
    Resultado Argentina 3 x 0 Argélia
    Competição Copa do Mundo 2026 — Grupo J (1ª rodada)
    Data Segunda-feira, 16 de junho de 2026
    Estádio Arrowhead Stadium, Kansas City (EUA)
    Destaque Lionel Messi (3 gols)
    Gols Minuto Placar
    Lionel Messi (Argentina) 17′ 1 x 0
    Lionel Messi (Argentina) 60′ 2 x 0
    Lionel Messi (Argentina) 76′ 3 x 0

    AS CHANCES DA ARGENTINA NAS PRÓXIMAS FASES

    Começar com vitória e três gols do Messi é o melhor cenário possível. A Argentina abre o Grupo J na liderança, com 3 pontos e saldo de 3 gols, e dá um passo grande rumo ao mata-mata logo na primeira rodada.

    O novo formato ajuda ainda mais. São 48 seleções em 12 grupos, e avançam os dois primeiros de cada chave mais os oito melhores terceiros colocados. Na prática, a atual campeã já fica perto da próxima fase e ainda pode usar os jogos seguintes pra rodar o elenco e ajustar detalhes.

    Se vencer a Áustria na segunda rodada, a Argentina encaminha a classificação e briga pela primeira posição do grupo, o que costuma render um chaveamento mais leve nas oitavas. A estreia deixou um recado simples: com Messi nesse nível, a Argentina volta a ser candidata de peso.

    OS PRÓXIMOS JOGOS DA ARGENTINA

    Líder e confiante, a Argentina volta a campo pra confirmar a vaga. Veja a sequência dela na fase de grupos.

    Jogo Data Rodada
    Argentina x Áustria 22 de junho de 2026 2ª rodada
    Jordânia x Argentina 27 de junho de 2026 3ª rodada

     

  • Sócrates: biografia, carreira e história

    Sócrates: biografia, carreira e história

    Sócrates foi meia da Seleção Brasileira, capitão do time de 1982 e ídolo do Corinthians, onde liderou a Democracia Corinthiana. Também era médico, o que lhe rendeu o apelido de “Doutor Sócrates”.

    Quem foi Sócrates

    Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira nasceu em Belém, em 19 de fevereiro de 1954. Tinha 1,93 m, jogava de cabeça erguida e ficou famoso pelo passe de calcanhar. No começo da carreira, conciliou o futebol com o curso de Medicina, que concluiu. Daí o “Doutor”.

    Sócrates no Corinthians e a Democracia Corinthiana

    Foi no Corinthians que Sócrates se firmou como ídolo. Como capitão, encabeçou no início dos anos 1980 a Democracia Corinthiana: jogadores e funcionários votavam as decisões do clube, das contratações à rotina do dia a dia. Era plena ditadura militar, e o movimento acabou ganhando peso político, com a palavra “Democracia” estampada na camisa. Sócrates era a voz principal disso.

    Sócrates na Seleção Brasileira (1982 e 1986)

    Sócrates foi capitão da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1982. Aquele time, com Zico, Falcão e Cerezo no meio-campo, é até hoje um dos mais elogiados a não levar o título. Ele também jogou a Copa de 1986, no México. Pela Seleção, ficou mais marcado pelo estilo do que pelas taças.

    Carreira em clubes

    Começou no Botafogo de Ribeirão Preto, explodiu no Corinthians e foi para a Fiorentina, na Itália. De volta ao Brasil, ainda vestiu as camisas do Flamengo e do Santos.

    O legado de Sócrates

    Depois de parar de jogar, Sócrates foi médico, escreveu, comentou futebol e nunca escondeu as opiniões políticas. Era irmão de Raí, campeão do mundo em 1994. Morreu em 4 de dezembro de 2011, aos 57 anos. Para quem o viu jogar, ficou a imagem de um meia diferente, que tratava o futebol como assunto sério e, ao mesmo tempo, como arte. Mais detalhes na Wikipédia.

    Ficha de Sócrates

    • Nome completo: Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira
    • Posição: Meia
    • Nascimento: 19/02/1954, Belém (PA)
    • Falecimento: 04/12/2011, São Paulo (SP)
    • Principais clubes: Corinthians, Fiorentina, Flamengo, Santos
    • Seleção: Copas de 1982 e 1986 (capitão em 82)
  • Brasil 1 x 1 Marrocos: o empate na estreia e as chances na Copa

    Brasil 1 x 1 Marrocos: o empate na estreia e as chances na Copa

    Resumo rápido

    • Resultado: Brasil 1 x 1 Marrocos
    • Gols: Saibari (21′, Marrocos) e Vinícius Júnior (32′, Brasil)
    • Competição: Copa do Mundo 2026, 1ª rodada do Grupo C
    • Situação: Brasil com 1 ponto, dividindo a liderança
    • Próximo jogo: Brasil x Haiti, 19 de junho

    Brasil 1 x 1 Marrocos. A Seleção estreou na Copa do Mundo 2026 com um empate amargo no MetLife Stadium, em Nova Jersey, neste sábado, pela primeira rodada do Grupo C. O time de Carlo Ancelotti saiu atrás com gol de Ismael Saibari, buscou a igualdade num golaço de Vinícius Júnior ainda no primeiro tempo, mas parou na defesa marroquina no segundo. Ficou aquele gosto de pouco.

    COMO FOI O EMPATE NA ESTREIA

    O roteiro não foi o que a torcida sonhava. Aos 21 minutos, Brahim Díaz achou um passe primoroso para Saibari, que invadiu a área livre e encobriu Alisson para abrir o placar para o Marrocos. O gol expôs justamente o que Ancelotti tinha avisado: os africanos não vieram para passear, e fazem parte da elite do futebol mundial desde a semifinal de 2022.

    A resposta brasileira veio rápido e em grande estilo. Aos 32, Vinícius Júnior recebeu na esquerda, cortou para o meio tirando o marcador da jogada e bateu colocado para deixar tudo igual. Foi o lampejo de talento que o jogo pedia, e por alguns minutos pareceu que a virada viria naturalmente.

    Só que não veio. No segundo tempo, o Marrocos se fechou, segurou a bola da Seleção e apostou nos contra-ataques com Hakimi e Brahim Díaz. O Brasil teve a posse, rodou a bola, mas faltou o último passe e a pontaria para furar o bloqueio. Um empate que, sinceramente, deixa mais perguntas do que respostas para a estreia de Ancelotti num Mundial.

    FICHA E GOLS DO JOGO

    Informação Detalhe
    Resultado Brasil 1 x 1 Marrocos
    Competição Copa do Mundo 2026 — Grupo C (1ª rodada)
    Data Sábado, 13 de junho de 2026
    Estádio MetLife Stadium, Nova Jersey (EUA)
    Técnicos Carlo Ancelotti (Brasil) x Walid Regragui (Marrocos)
    Gols Minuto Placar
    Ismael Saibari (Marrocos) 21′ 0 x 1
    Vinícius Júnior (Brasil) 32′ 1 x 1

    AS CHANCES DO BRASIL NAS PRÓXIMAS FASES

    Calma, torcedor: um empate na estreia está longe de ser uma sentença. O Brasil soma 1 ponto e divide a liderança do Grupo C com o Marrocos, e o novo formato da Copa do Mundo 2026 dá uma margem confortável. Com 48 seleções e 12 grupos, avançam para a fase de mata-mata os dois primeiros de cada chave mais os oito melhores terceiros colocados. Ou seja, tropeçar uma vez não elimina ninguém.

    O favoritismo segue intacto. Antes da bola rolar, o modelo da Opta dava ao Brasil 96,9% de chance de classificação e mais de 60% de terminar em primeiro no grupo. Mesmo com o empate, a conta continua amplamente a favor da Seleção, que tem dois jogos pela frente contra adversários teoricamente mais frágeis.

    A matemática é simples. Se o Brasil vencer Haiti e Escócia nas próximas duas rodadas, chega aos 7 pontos e provavelmente garante a liderança do grupo. Mesmo um tropeço a mais ainda deixaria a Seleção viva pela vaga de melhor terceiro. O problema do empate é menos a tabela e mais o alerta: o time precisa criar mais e ser mais objetivo no ataque, ou vai sofrer contra quem se fecha.

    OS PRÓXIMOS JOGOS DO BRASIL

    A Seleção volta a campo já pensando em somar os três pontos que faltaram na estreia. Veja a sequência do Brasil na fase de grupos.

    Jogo Data Rodada
    Brasil x Haiti 19 de junho de 2026 2ª rodada
    Brasil x Escócia 24 de junho de 2026 3ª rodada

     

  • Seleção estreia na Copa: Brasil x Marrocos abre o Grupo C

    Seleção estreia na Copa: Brasil x Marrocos abre o Grupo C

    Resumo rápido

    • Jogo: Brasil x Marrocos, estreia pelo Grupo C
    • Data e hora: sábado, 13/06/2026, às 19h (de Brasília)
    • Local: MetLife Stadium, Nova Jersey (EUA)
    • Onde assistir: Globo, SBT, sportv, CazéTV e Disney+
    • Técnico do Brasil: Carlo Ancelotti

    Chegou a hora que o torcedor esperava desde o sorteio dos grupos. Brasil x Marrocos abre a caminhada da Seleção na Copa do Mundo 2026 neste sábado, às 19h de Brasília, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. É a primeira vez que Carlo Ancelotti comanda o Brasil num Mundial, e o destino quis que a estreia fosse logo contra o adversário que tirou o sono da torcida em 2023.

    A ESTREIA NO GRUPO C

    O Brasil caiu no Grupo C como cabeça de chave, ao lado de Marrocos, Haiti e Escócia. No papel, é uma chave que a Seleção tem obrigação de liderar. Na prática, o jogo de abertura contra os marroquinos vale bem mais do que três pontos. Ele define o humor da torcida e dá o tom da campanha logo de cara.

    Ancelotti não escondeu o respeito pelo rival. O treinador apontou o Marrocos como o “principal adversário” do grupo, e tem toda a razão. Os africanos chegaram à semifinal da Copa de 2022, no Catar, e desde então viraram sinônimo de seleção dura de bater. Quem espera um passeio na estreia pode se decepcionar feio.

    A competição organizada pela FIFA estreou em 2026 com 48 seleções e um novo formato de grupos. Por isso cada ponto na primeira fase pesa mais do que em Copas anteriores, e começar com vitória vira quase obrigação para quem quer evitar sufoco no mata-mata.

    FICHA DO JOGO E COMO CHEGAM AS SELEÇÕES

    Antes de tudo, a ficha completa da partida de estreia e um comparativo de como cada seleção chega para o duelo.

    Informação Detalhe
    Competição Copa do Mundo 2026 — Grupo C (1ª rodada)
    Data Sábado, 13 de junho de 2026
    Horário 19h (de Brasília)
    Estádio MetLife Stadium
    Cidade East Rutherford, Nova Jersey (EUA)
    Onde assistir Globo e SBT (TV aberta), sportv (TV paga), CazéTV e Disney+ (streaming)
    Técnicos Carlo Ancelotti (Brasil) x Walid Regragui (Marrocos)
    Comparativo Brasil Marrocos
    Títulos mundiais 5 0
    Copa do Mundo de 2022 Quartas de final 4º lugar (semifinal)
    Confrontos diretos 2 vitórias 1 vitória
    Último encontro Derrota Venceu por 2 a 1 (amistoso, 2023)

    O RETROSPECTO ENTRE BRASIL E MARROCOS

    Brasil e Marrocos se enfrentaram três vezes na história, e o saldo pende para o lado da Seleção. O primeiro encontro foi um amistoso em Belém, em outubro de 1997, quando Denílson marcou duas vezes nos minutos finais e garantiu o 2 a 0 do time de Mário Zagallo.

    O duelo mais marcante veio na Copa de 1998, na França. Em Bordeaux, pela fase de grupos, o Brasil atropelou por 3 a 0 com gols de Ronaldo, Rivaldo e Bebeto. Esse segue como o único confronto oficial entre as duas seleções, e é filé puro para a memória de quem viveu aquela geração.

    O problema mora no jogo mais recente. Em março de 2023, em Tânger, o Marrocos venceu por 2 a 1 num amistoso que ninguém no Brasil gostou de lembrar. Boufal abriu o placar, Casemiro empatou, e Sabiri decretou a vitória marroquina aos 79 minutos. Aquela noite mostrou que a distância entre os dois futebóis encolheu de vez.

    COMO AS DUAS SELEÇÕES DEVEM ENTRAR EM CAMPO

    Ancelotti encaminhou o time e resolveu o mistério das laterais. Com o corte de Wesley, que sentiu uma lesão muscular, Danilo assumiu a vaga na direita. Na esquerda, Alex Sandro levou a melhor pela experiência. A provável escalação do Brasil é Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Alex Sandro; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Raphinha, Matheus Cunha e Vinícius Júnior, num 4-3-3.

    Tem um detalhe curioso nessa formação: ela é inédita. Desde que assumiu a Seleção, Ancelotti nunca repetiu um onze inicial, e a estreia na Copa não foge da regra. O italiano transformou a rotação de peças numa espécie de marca registrada, sempre ajustando o time ao adversário da vez.

    Do outro lado, o Marrocos deve ir a campo com Bounou; Hakimi, Issa Diop, Chadi Riad e Mazraoui; El Aynaoui, Bouaddi e Ounahi; Brahim Díaz, Talbi e Saibari. Hakimi é o nome que mais preocupa. O lateral do PSG ataca como se fosse ponta e vai testar o setor de Alex Sandro a noite inteira.

    Brasil (4-3-3) Marrocos (4-3-3)
    Alisson (GOL) Bounou (GOL)
    Danilo Hakimi
    Marquinhos Issa Diop
    Gabriel Magalhães Chadi Riad
    Alex Sandro Mazraoui
    Casemiro El Aynaoui
    Bruno Guimarães Bouaddi
    Lucas Paquetá Ounahi
    Raphinha Brahim Díaz
    Matheus Cunha Talbi
    Vinícius Júnior Saibari
    Téc: Carlo Ancelotti Téc: Walid Regragui

    O QUE ESPERAR DESSE JOGÃO

    Eu espero um Brasil dominante na posse de bola, mas obrigado a ter paciência para furar um bloco marroquino que defende muito bem. O Marrocos não vem para se expor. A tendência é fechar os espaços, segurar a bola da Seleção e apostar nos contra-ataques com a velocidade de Hakimi e a criatividade de Brahim Díaz.

    A chave do jogo passa pelos pés de Paquetá e pela inspiração de Vini Jr. Se a Seleção marcar cedo, o roteiro fica bem mais simples. Se o jogo travar, a tensão sobe e a sombra de 2023 volta a rondar o vestiário. Meu palpite é vitória do Brasil por 2 a 0, com a Seleção começando a Copa com o pé direito na missão de buscar o hexacampeonato. Mas o torcedor que subestimar o Marrocos vai sofrer na cadeira.

    Acompanhe o lance a lance e a tabela do Grupo C na nossa página da Copa do Mundo, com placar ao vivo durante a partida.

    MELHORES MOMENTOS DA COPA NA CAZÉTV

    Reveja os melhores momentos da 1ª rodada da Copa do Mundo 2026 na CazéTV.

  • Onde assistir a Copa do Mundo 2026 na TV e online

    Onde assistir a Copa do Mundo 2026 na TV e online

    Saber onde assistir a Copa do Mundo 2026 ficou mais fácil e, ao mesmo tempo, mais bagunçado do que em qualquer edição anterior. Mais fácil porque dá para ver todos os 104 jogos de graça, sem pagar nada. Mais bagunçado porque os direitos de transmissão no Brasil estão espalhados entre TV aberta, TV fechada, streaming e canais do YouTube, e quase ninguém sabe de cabeça qual partida passa em qual lugar. Este guia resolve isso de uma vez, com o caminho certo para cada jogo.

    A edição de 2026 é a maior da história. São 48 seleções, três países-sede (Estados Unidos, Canadá e México) e 104 partidas no total, contra as 64 das Copas anteriores. Com mais jogos, veio também mais gente disputando os direitos.

    No Brasil, o pacote acabou dividido entre Globo, SBT, SporTV, Globoplay e a Cazé TV no YouTube. Abaixo eu explico o que cada plataforma entrega e, principalmente, como acompanhar a competição inteira sem gastar um centavo.

    Resumo rápido: onde assistir a Copa do Mundo 2026

    • Cazé TV (YouTube): os 104 jogos, de graça e em alta definição.
    • Globo (TV aberta): os grandes confrontos e os jogos do Brasil.
    • SBT (TV aberta): parte das partidas, também de graça.
    • SporTV (TV fechada): ampla cobertura para quem tem TV por assinatura.
    • Globoplay e ge (streaming): tudo o que passa na Globo e no SporTV, ao vivo e sob demanda.
    • N Sports (YouTube): uma parcela dos jogos, opção extra e gratuita.

    Quem vai transmitir a Copa do Mundo 2026 no Brasil

    Nenhum canal sozinho cobre o torneio inteiro na televisão. A Globo ficou com os principais duelos da TV aberta, o SporTV abocanhou boa fatia da TV fechada, o SBT voltou a transmitir uma Copa depois de anos fora, e o Globoplay concentra o streaming do grupo. Já no YouTube, a Cazé TV fez o movimento mais agressivo e garantiu as 104 partidas, sem deixar nenhuma de fora. Resultado: você nunca vai ficar sem ver um jogo, mas precisa saber onde clicar.

    Essa pulverização tem um lado bom para o torcedor. Quando um jogo importante acontece no mesmo horário de outro, é comum que cada confronto vá para uma plataforma diferente, o que evita aquele drama de ter que escolher um e perder o outro. A regra prática é simples: se o jogo é grande, provavelmente está na Globo ou no SporTV; se você quer garantia absoluta de qualquer partida, abre a Cazé TV.

    Copa do Mundo 2026 na TV aberta: Globo e SBT

    A TV aberta segue sendo o caminho mais natural para a maioria dos brasileiros, e em 2026 ela vem reforçada. A Globo mantém o protagonismo e transmite os jogos de maior apelo, incluindo as partidas da Seleção Brasileira, os confrontos das principais seleções e o mata-mata até a grande final. É o destino certo para quem quer assistir na sala, sem complicação, com a narração e o time de comentaristas a que o público já está acostumado.

    A novidade é o SBT, que voltou a entrar no jogo das Copas e exibe uma boa quantidade de partidas na TV aberta. Para o torcedor, isso significa mais opções gratuitas e, em alguns horários, dois jogos diferentes passando ao mesmo tempo na televisão convencional. Vale ficar de olho na grade, porque a divisão entre as duas emissoras muda de rodada para rodada conforme a importância de cada confronto.

    TV fechada e streaming: SporTV, Globoplay e ge

    Quem tem TV por assinatura conta com o SporTV, que historicamente é o canal do futebol no Brasil e segue com uma cobertura larga da Copa. A vantagem aqui é a quantidade: muitos jogos que não cabem na grade da Globo aberta encontram espaço na TV fechada, o que ajuda nas rodadas em que três ou quatro partidas acontecem quase juntas.

    No streaming, o Globoplay é a peça central. A plataforma transmite ao vivo tudo o que passa na Globo e no SporTV, e ainda permite rever os jogos depois, sob demanda. Para quem não está em casa na hora da partida, ou prefere o celular e a TV conectada, é a forma mais confortável de não perder nada do que o grupo Globo exibe. O ge, ligado ao mesmo ecossistema, complementa com transmissões e acompanhamento em tempo real de placar e estatísticas.

    Na minha opinião, o Globoplay é a melhor escolha para o torcedor que não quer depender da antena ou da grade fixa da TV. Você assiste de onde estiver, pausa, volta e ainda revê os melhores momentos. O ponto de atenção é que o catálogo ao vivo da Copa fica restrito ao que a Globo e o SporTV têm direito de exibir, então ele não cobre absolutamente todos os 104 jogos sozinho.

    Narração e comentaristas: o que muda em cada transmissão

    Escolher onde assistir também é escolher como ouvir o jogo. A Globo e o SporTV mantêm o padrão clássico, com narradores experientes, comentaristas de arbitragem e aquela cobertura formal que agrada quem gosta de análise tática durante a partida. É a transmissão mais tradicional, pensada para o torcedor que quer informação e contexto a cada lance.

    A Cazé TV vai na direção oposta e aposta na informalidade. A transmissão tem reação ao vivo, convidados que torcem abertamente e uma conversa que lembra mais um grupo de amigos do que um estúdio de televisão. Não existe certo ou errado aqui, é questão de gosto. Eu costumo deixar a Globo quando quero acompanhar os detalhes do jogo e migro para a Cazé quando quero rir e sentir a emoção da torcida online. O bom é que, em 2026, você não precisa ficar com apenas uma.

    Como assistir a Copa do Mundo 2026 de graça

    Aqui está a parte que mais interessa: dá para ver a Copa inteira sem pagar nada. E não estou falando de meia dúzia de jogos, e sim de todos eles.

    Cazé TV no YouTube: os 104 jogos sem custo

    A Cazé TV é a grande novidade dos últimos anos no futebol brasileiro e, para esta Copa, virou a porta de entrada mais completa. O canal de Casimiro transmite as 104 partidas do torneio pelo YouTube, de graça, em boa qualidade de imagem e com aquele clima de transmissão alternativa que conquistou o público mais jovem. Se você só vai acompanhar por um lugar, esse é o lugar. Não tem assinatura, não tem cadastro complicado, é abrir o aplicativo e assistir.

    O diferencial da Cazé TV não é só o preço. A transmissão tem uma pegada mais descontraída, com convidados, reações ao vivo e interação com o chat, o que agrada bastante quem acha a narração tradicional engessada. Para os jogos da Seleção Brasileira e para as partidas de maior peso, ter a Cazé como alternativa à Globo é um luxo que o torcedor de 2026 ganhou de presente.

    TV aberta e N Sports: as outras opções gratuitas

    Além da Cazé, a própria TV aberta já é gratuita por definição. Tanto a Globo quanto o SBT entram nessa conta, então quem tem só a antena em casa consegue ver uma fatia grande do torneio sem gastar. Some a isso a N Sports, outro canal do YouTube que transmite parte dos jogos da Copa de forma aberta, e você percebe que a desculpa de “não tenho onde assistir” simplesmente não existe mais nesta edição.

    Onde assistir aos jogos da Seleção Brasileira

    Para o torcedor brasileiro, essa é a pergunta que importa de verdade. Os jogos do Brasil estão entre os mais valorizados da competição, então eles tendem a passar nos canais de maior alcance. A combinação mais provável é Globo na TV aberta, SporTV ou Globoplay para quem prefere a TV fechada e o streaming, e Cazé TV no YouTube como alternativa gratuita e garantida. Na prática, é quase impossível ficar de fora de um jogo do Brasil em 2026.

    Minha recomendação para os jogos da Seleção é deixar duas telas prontas. A TV na Globo para a transmissão clássica e o celular ou outra tela na Cazé TV, caso você queira trocar de ambiente ou pegar a reação ao vivo. Em dia de Brasil, redundância nunca é demais, ainda mais com o histórico de instabilidade que qualquer streaming pode ter num momento de pico de audiência.

    Que horas começam os jogos da Copa do Mundo 2026 no Brasil

    Como a Copa de 2026 acontece nos Estados Unidos, no Canadá e no México, o fuso horário trabalha a favor do torcedor brasileiro. A maioria das partidas vai ao ar no fim da tarde e à noite no horário de Brasília, com alguns jogos de abertura de rodada começando ainda durante a tarde. Isso significa pouca madrugada e quase nenhum jogo em horário comercial cedo, bem diferente do que aconteceu na Copa do Catar e nas edições asiáticas. Para quem trabalha durante o dia, é uma notícia e tanto.

    Os horários exatos mudam conforme a sede de cada jogo, já que os três países cobrem fusos diferentes. Partidas no México e na costa oeste dos Estados Unidos tendem a terminar mais tarde para nós, enquanto jogos na costa leste americana e no Canadá caem em horários mais amigáveis. Vale conferir a grade do dia antes de marcar o churrasco, porque a diferença entre um jogo e outro pode passar de duas horas.

    A Copa do Mundo 2026 vai passar em 4K?

    A qualidade de imagem virou critério de escolha para muita gente, e aqui cabe um aviso realista. As transmissões em alta definição são padrão em todas as plataformas principais, mas a disponibilidade de 4K e de recursos como HDR depende do canal, do aparelho e, principalmente, da estabilidade da sua internet. O Globoplay e o SporTV costumam oferecer a melhor entrega de imagem para quem tem uma boa TV e uma assinatura compatível.

    No streaming gratuito do YouTube, a Cazé TV entrega uma imagem muito boa para a maioria dos televisores e celulares, ainda que a resolução possa oscilar nos momentos de pico, quando milhões de pessoas assistem ao mesmo tempo. Se a sua prioridade é a imagem mais limpa possível num jogo decisivo, a TV por assinatura via SporTV ainda leva vantagem. Se o que importa é não pagar nada e ter qualidade honesta, a Cazé resolve com folga.

    Dá para assistir a Copa do Mundo 2026 pelo celular?

    Dá, e com folga. A Cazé TV e a N Sports funcionam direto pelo aplicativo do YouTube, que praticamente todo celular já tem instalado. O Globoplay tem app próprio para Android e iOS, além de rodar em smart TVs, videogames e navegador. O ge também acompanha as partidas em tempo real para quem quer placar, estatísticas e lances sem necessariamente abrir o vídeo. Ou seja, a tela do celular cobre todas as frentes, da transmissão completa ao acompanhamento minuto a minuto.

    Um aviso honesto sobre internet: jogo de Copa puxa muita gente para o streaming ao mesmo tempo, e isso às vezes derruba a qualidade da imagem ou trava a transmissão nos minutos de maior emoção. Se a sua conexão não for das melhores, a boa e velha TV aberta continua sendo o caminho mais estável. Para os momentos decisivos, estabilidade vale mais do que resolução.

    Perguntas frequentes sobre onde assistir a Copa do Mundo 2026

    Onde posso ver todos os jogos da Copa do Mundo 2026 de graça?

    Na Cazé TV, pelo YouTube. O canal transmite as 104 partidas do torneio sem custo e sem assinatura, sendo a opção gratuita mais completa para acompanhar a competição inteira.

    Os jogos do Brasil vão passar na TV aberta?

    Sim. A Globo transmite os jogos da Seleção Brasileira na TV aberta, e você ainda tem a Cazé TV no YouTube como alternativa gratuita. Quem assina TV por assinatura também encontra os jogos no SporTV e no Globoplay.

    Preciso pagar streaming para assistir a Copa?

    Não é obrigatório. A TV aberta (Globo e SBT) e os canais do YouTube (Cazé TV e N Sports) cobrem boa parte ou a totalidade dos jogos sem cobrança. O streaming pago, como o Globoplay, é uma comodidade extra, não uma necessidade.

    A Copa do Mundo 2026 tem quantos jogos?

    São 104 partidas, com 48 seleções participando. É a maior Copa da história, realizada em três países: Estados Unidos, Canadá e México.

    No fim das contas, onde assistir a Copa do Mundo 2026 deixou de ser um problema. Entre a TV aberta, a TV fechada, o streaming e os canais do YouTube, sobra opção para todos os bolsos e perfis de torcedor. Escolha a plataforma que combina com você, deixe os horários anotados e prepare a torcida. A festa do futebol mundial vai estar a um clique ou a um toque no controle remoto.

    Para saber qual seleção joga em cada dia e a que horas, acompanhe a nossa cobertura ao vivo da Copa do Mundo, com placar em tempo real e lance a lance de cada partida. E se quiser entender por que esta edição é diferente de todas as outras, vale conhecer o novo formato oficial da FIFA.

  • Saiu o primeiro gol da Copa do Mundo: conheça Julián Quiñones

    Saiu o primeiro gol da Copa do Mundo: conheça Julián Quiñones

    Saiu o primeiro gol da Copa do Mundo 2026 — e quem balançou as redes foi Julián Quiñones. Logo aos 9 minutos da partida de abertura, no histórico Estádio Azteca, o atacante abriu o placar para o México diante da África do Sul e entrou de vez para a história do futebol. Mas afinal, quem é Julián Quiñones? Um colombiano de nascimento que virou ídolo no México. Conheça a trajetória, os títulos e a história do autor do gol que inaugurou o maior Mundial de todos os tempos.

    Quem é Julián Quiñones?

    Julián Andrés Quiñones nasceu em 24 de março de 1997, em Magüí Payán, uma cidade remota da região de Nariño, na Colômbia. Aos 29 anos, o centroavante construiu praticamente toda a carreira no futebol mexicano — e foi lá que, em 11 de outubro de 2023, recebeu oficialmente a nacionalidade mexicana, passando a defender a seleção do país que o acolheu.

    Forte, oportunista e com faro de gol, Quiñones se transformou de uma promessa que quase não vingou em um dos atacantes mais decisivos do continente.

    A trajetória: de Magüí Payán aos gols decisivos

    Tigres: o começo difícil

    A história de Julián Quiñones no México começou no Tigres UANL, ainda nas categorias de base, depois de chamar a atenção com números impressionantes no futebol colombiano de formação. Sem espaço no time principal, foi emprestado ao Venados, da segunda divisão, onde jogou 20 partidas e marcou 6 gols. Mesmo como peça de rotação, fez parte de um elenco vencedor e colecionou taças, incluindo a Concacaf Champions Cup de 2020.

    Atlas: o bicampeonato que quebrou um jejum de 70 anos

    O grande salto veio no Atlas. Quiñones chegou por empréstimo em 2021 e logo teve a compra efetivada. No clube de Guadalajara, viveu o auge: foi bicampeão da Liga MX, com os títulos do Apertura 2021 e do Clausura 2022, encerrando um jejum de 70 anos sem conquistas do Atlas. De aposta arriscada, virou ídolo e artilheiro.

    América e a transferência milionária para a Arábia Saudita

    Em 2023, foi contratado pelo Club América, onde conquistou mais dois títulos nacionais em pouco tempo. O desempenho abriu as portas do exterior: em 2024, Quiñones acertou com o Al-Qadsiah, da Arábia Saudita, em uma negociação que se tornou a venda mais cara da história de um clube mexicano. Na temporada 2025-26, confirmou a fase artilheira ao terminar como maior goleador do campeonato saudita, com 33 gols, superando Ivan Toney na última rodada e marcando até um hat-trick sobre o Al-Ittihad.

    Colombiano de nascimento, mexicano de coração

    Quiñones chegou a representar a Colômbia nas categorias de base, disputando o Sul-Americano Sub-20 de 2017. Mas, em maio de 2023, recusou uma convocação da seleção principal colombiana para esperar a conclusão do processo de naturalização mexicana.

    Naturalizado em outubro daquele ano, estreou pelo México em 17 de novembro de 2023, contra Honduras, pela Liga das Nações da Concacaf. Seu primeiro gol pela seleção veio em 21 de março de 2024, diante do Panamá. Com a camisa mexicana, já levantou a Liga das Nações da Concacaf (2024/25) e a Copa Ouro (2025) — e agora cravou seu nome na história do Mundial.

    O gol que entra para a história

    Ao marcar o primeiro gol da Copa do Mundo 2026, Julián Quiñones se tornou o jogador que abriu o placar da maior edição do torneio — a primeira com 48 seleções. No tapete do Azteca, ele se antecipou a craques como Cristiano Ronaldo, Lionel Messi e companhia na disputa por essa honra simbólica. Um colombiano de nascimento, naturalizado mexicano, inaugurando o Mundial que promete entrar para a história. Acompanhe tudo pelo guia da Copa do Mundo 2026 e reveja os lances de México x África do Sul ao vivo.

    Os títulos de Julián Quiñones

    Ao longo da carreira, o atacante já acumula 13 títulos:

    • Seleção do México: Liga das Nações da Concacaf (2024/25), Copa Ouro da Concacaf (2025)
    • Atlas: Liga MX — Apertura 2021 e Clausura 2022 — e Campeón de Campeones
    • Club América: Liga MX — Apertura 2023 e Clausura 2024
    • Tigres UANL: Liga MX, Concacaf Champions Cup (2020), Campeones Cup (2018) e Campeón de Campeones

    Perguntas frequentes sobre Julián Quiñones

    Quem marcou o primeiro gol da Copa do Mundo 2026?

    Foi Julián Quiñones, atacante do México, que abriu o placar logo aos 9 minutos da partida de abertura contra a África do Sul, no Estádio Azteca.

    Julián Quiñones é mexicano?

    Ele nasceu na Colômbia, em 1997, mas se naturalizou mexicano em outubro de 2023 e desde então defende a seleção do México.

    Em que time joga Julián Quiñones?

    Desde 2024, Quiñones atua no Al-Qadsiah, da Arábia Saudita, onde foi artilheiro da temporada 2025-26 com 33 gols.

    Quantos títulos tem Julián Quiñones?

    Ao todo, são 13 títulos na carreira, entre conquistas por Tigres, Atlas, Club América e a seleção mexicana.

    Quantos anos tem Julián Quiñones?

    Ele tem 29 anos, nascido em 24 de março de 1997, em Magüí Payán, na Colômbia.

    Do interior da Colômbia ao gol que abre uma Copa do Mundo: a história de Julián Quiñones é a prova de que o futebol sempre guarda um capítulo inesperado.

  • Copa do Mundo 2026: recorde de seleções, novo formato e o que muda

    Copa do Mundo 2026: recorde de seleções, novo formato e o que muda

    A Copa do Mundo 2026 entra para a história antes mesmo de a bola rolar. A partir desta quinta-feira (11 de junho), o maior torneio do futebol chega à sua edição mais ambiciosa de todos os tempos: são 48 seleções, três países-sede e um formato totalmente novo. Pela primeira vez, Estados Unidos, Canadá e México dividem a organização, e o desenho de 32 times, em vigor desde 1998, fica para trás.

    Neste guia, o Papo de Bola reúne tudo o que você precisa saber sobre a Copa do Mundo 2026: datas, sedes, o novo formato, os estreantes, as polêmicas fora de campo e a situação da seleção brasileira.

    Resumo rápido: o que muda na Copa do Mundo 2026

    • Quando: de 11 de junho a 19 de julho de 2026.
    • Onde: 16 cidades-sede nos Estados Unidos, Canadá e México.
    • Seleções: 48 (recorde), contra 32 nas edições anteriores.
    • Formato: 12 grupos de 4 times; classificam-se os 2 primeiros de cada grupo e os 8 melhores terceiros.
    • Jogos: 104 partidas, ante 64 do Catar-2022.
    • Final: no MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA).

    Quando começa e onde será a Copa do Mundo 2026

    A competição vai de 11 de junho a 19 de julho de 2026. A abertura acontece no histórico Estádio Azteca, na Cidade do México — o mesmo palco das finais de 1970 e 1986. Já a grande decisão será no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

    Ao todo, são 16 cidades-sede espalhadas por três países. Nos EUA: Los Angeles, Nova York/Nova Jersey, Dallas, Boston, Kansas City, Atlanta, Houston, Miami, Filadélfia, São Francisco e Seattle. No México: Cidade do México, Guadalajara e Monterrey. No Canadá: Toronto e Vancouver.

    Por que a Copa do Mundo 2026 tem recorde de seleções

    A grande marca desta edição é o número de participantes. A Copa do Mundo 2026 é a primeira com 48 seleções, um salto em relação às 32 que disputaram o torneio entre 1998 e 2022. É, em número de países, o maior Mundial da história.

    Como era o formato antigo

    Desde a França-1998, a Copa reunia 32 seleções em oito grupos de quatro. Era um modelo enxuto, com 64 partidas e cerca de um mês de duração. A ampliação para 48 muda essa lógica e abre espaço para nações que raramente — ou nunca — chegavam à fase final.

    A decisão da FIFA

    O Conselho da FIFA aprovou a expansão por unanimidade em janeiro de 2017. O desenho inicial previa 16 grupos de três seleções, mas, em março de 2023, o modelo foi revisto para 12 grupos de quatro. O motivo: o risco de combinação de resultados nos últimos jogos dos grupos de três times, algo que o futebol já tinha visto em edições passadas.

    Como funciona o novo formato com 48 seleções

    Os 48 participantes foram divididos em 12 grupos de quatro times. Avançam à fase de mata-mata os dois primeiros de cada grupo, somados aos oito melhores terceiros colocados. Isso cria uma fase eliminatória inédita: as oitavas viram, na prática, uma “fase de 32”.

    O número de jogos sobe de 64 para 104 partidas. E o campeão terá um caminho mais longo: serão oito jogos até o título, um a mais do que a Argentina precisou para vencer no Catar, em 2022. Cada seleção entra em campo pelo menos três vezes na primeira fase, o que garante mais futebol para o torcedor.

    Os estreantes históricos da Copa 2026

    A ampliação para 48 vagas trouxe quatro seleções que nunca haviam disputado um Mundial — o maior número de estreantes em duas décadas:

    • Cabo Verde: fruto de boa organização e de uma base de jogadores formada na diáspora africana espalhada pela Europa.
    • Curaçao: que se torna o menor país em população a se classificar para uma Copa do Mundo.
    • Jordânia: garantiu a vaga após anos de quase-acessos, com uma campanha sólida nas Eliminatórias asiáticas.
    • Uzbequistão: a primeira nação da Ásia Central a chegar à fase final de um Mundial.

    Tensões políticas e polêmicas fora de campo

    Nem tudo gira em torno da bola. A Copa do Mundo 2026 já nasce cercada de debates. A cerimônia do sorteio foi aberta com a entrega do primeiro Prêmio da Paz da FIFA ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, gesto que gerou críticas de grupos de direitos humanos.

    Também estão no centro das discussões as políticas de imigração e de vistos dos EUA, que podem dificultar a vinda de seleções e torcedores, a participação do Irã em meio à tensão geopolítica e o modelo de preços dinâmicos adotado pela FIFA na venda de ingressos.

    E o Brasil na Copa do Mundo 2026?

    A Seleção Brasileira chega ao torneio em busca do tão sonhado hexacampeonato. Com mais jogos e uma fase de grupos ampliada, o caminho até a final ficou mais longo, e qualquer tropeço logo na largada pode custar caro. Nas próximas semanas, acompanhe pelo Papo de Bola a tabela completa da Copa do Mundo 2026, com classificação, artilharia e análise jogo a jogo.

    Os números que fazem da Copa 2026 a maior da história

    • 48 seleções (recorde)
    • 12 grupos de 4 times
    • 104 jogos
    • 16 cidades-sede
    • 3 países-sede pela primeira vez
    • 8 partidas para o campeão levantar a taça

    Perguntas frequentes sobre a Copa do Mundo 2026

    Quantas seleções vão disputar a Copa do Mundo 2026?

    Serão 48 seleções, um recorde na história do torneio. As edições anteriores, de 1998 a 2022, tinham 32 participantes.

    Quando começa e quando termina a Copa do Mundo 2026?

    A Copa do Mundo 2026 começa em 11 de junho e termina em 19 de julho de 2026, com a final no MetLife Stadium, em Nova Jersey.

    Quais países vão sediar a Copa de 2026?

    Estados Unidos, Canadá e México, em 16 cidades-sede. É a primeira vez que três nações organizam um Mundial em conjunto.

    Como funciona o novo formato de 48 times?

    São 12 grupos de 4 seleções. Avançam os 2 primeiros de cada grupo mais os 8 melhores terceiros, totalizando 32 classificados para o mata-mata.

    Quais são as seleções estreantes na Copa 2026?

    Cabo Verde, Curaçao, Jordânia e Uzbequistão fazem sua primeira aparição em uma Copa do Mundo.

    A Copa da expansão, dos estreantes e dos recordes já vai começar — e promete entrar para a história. Para mais informações oficiais, consulte o site da FIFA.

  • Copa do Mundo 2026: cerimônia de abertura, jogo inaugural e agenda da semana

    Copa do Mundo 2026: cerimônia de abertura, jogo inaugural e agenda da semana

    A Copa do Mundo 2026 começa nesta quinta-feira (11) e o pontapé inicial tem cenário de gala: a cerimônia de abertura acontece no histórico Estádio Azteca, na Cidade do México, seguida do jogo inaugural entre México e África do Sul.

    É a primeira edição dividida por três países — Estados Unidos, Canadá e México — e a primeira com 48 seleções. Abaixo você confere a agenda completa da primeira semana, os horários (de Brasília) e as datas dos jogos do Brasil na fase de grupos.

    Quando começa e como funciona a Copa de 2026

    O torneio arranca em 11 de junho e se estende por cerca de cinco semanas, até meados de julho. A grande novidade está no formato: são 48 seleções divididas em 12 grupos de quatro times, num total de 104 jogos — quase o dobro das 64 partidas das edições anteriores.

    Cada seleção disputa três jogos na primeira fase. Avançam ao mata-mata os dois primeiros de cada grupo, mais os oito melhores terceiros colocados, fechando 32 classificados. Para acomodar esse número, a Fifa criou uma rodada extra de 32-avos de final antes das oitavas.

    A cerimônia de abertura no Azteca

    A festa de abertura está marcada para a tarde de quinta-feira (11), por volta das 14h30 (horário de Brasília), cerca de uma hora e meia antes da bola rolar. O palco não poderia ser mais simbólico: o Estádio Azteca, na Cidade do México, recebe a abertura de uma Copa pela terceira vez na história — já havia feito isso em 1970 e em 1986.

    Segundo a imprensa, a organização prepara um espetáculo com forte presença de artistas latinos antes do apito inicial. Por ser a primeira Copa com três países-sede, os Estados Unidos e o Canadá terão cerimônias próprias no dia seguinte (12), cada uma antes da estreia de suas seleções.

    O jogo de abertura: México x África do Sul

    Seguindo a tradição de o país-sede abrir o torneio, o México enfrenta a África do Sul na partida inaugural, nesta quinta-feira (11), às 16h (Brasília), no Azteca. A seleção mexicana joga em casa, diante de mais de 80 mil torcedores, e tenta começar com o pé direito a missão de avançar de fase como anfitriã.

    Ainda na quinta, o segundo jogo do dia coloca frente a frente Coreia do Sul e República Tcheca, às 23h (Brasília), no Estádio Akron, em Guadalajara.

    A agenda completa da primeira semana

    Confira os principais jogos dos primeiros dias da Copa, todos no horário de Brasília. Os confrontos já estão definidos pelo sorteio; os horários podem sofrer pequenos ajustes da Fifa.

    Quinta-feira, 11/06

    • México x África do Sul — 16h (abertura)
    • Coreia do Sul x República Tcheca — 23h

    Sexta-feira, 12/06

    • Canadá x Bósnia e Herzegovina — 16h
    • Estados Unidos x Paraguai — 22h

    Sábado, 13/06

    • Catar x Suíça — 16h
    • Brasil x Marrocos — 19h (estreia da seleção)
    • Haiti x Escócia — 22h

    Domingo, 14/06

    • Alemanha x Curaçao — 14h
    • Holanda x Japão — 17h
    • Costa do Marfim x Equador — 20h

    Segunda-feira, 15/06

    • Espanha x Cabo Verde — 13h
    • Bélgica x Egito — 16h
    • Arábia Saudita x Uruguai — 19h

    Terça-feira, 16/06

    • França x Senegal — 16h
    • Argentina x Argélia — 22h

    Os jogos do Brasil na fase de grupos

    Comandada por Carlo Ancelotti, a seleção brasileira caiu no Grupo C, ao lado de Marrocos, Haiti e Escócia. A estreia é logo no primeiro fim de semana, no sábado (13), contra os marroquinos, em Nova Jersey. Veja as datas, horários (Brasília) e locais dos três jogos:

    Data Jogo Horário Local
    Sáb, 13/06 Brasil x Marrocos 19h MetLife Stadium — Nova Jersey
    Sex, 19/06 Brasil x Haiti 21h30 Lincoln Financial Field — Filadélfia
    Qua, 24/06 Brasil x Escócia 19h Hard Rock Stadium — Miami

    Para seguir à próxima fase, o Brasil precisa terminar entre os dois primeiros do Grupo C — ou figurar entre os oito melhores terceiros colocados do torneio.

    Onde acompanhar grupos, tabela e classificação

    Para não perder nenhum detalhe, acompanhe a página da Copa do Mundo 2026 do Papo de Bola, com a classificação de todos os grupos e os jogos de cada rodada, atualizados com data e horário de Brasília. É lá que você confere, em tempo real, como ficam as contas para Brasil e companhia avançarem ao mata-mata.

    Fique de olho também na nossa cobertura completa nos próximos dias, com análises das estreias, escalações e tudo o que rolar dentro e fora de campo na maior Copa do Mundo da história.

  • Corinthians paga R$ 5,2 mi do RCE, mas dívida já chega a R$ 224,9 mi

    Corinthians paga R$ 5,2 mi do RCE, mas dívida já chega a R$ 224,9 mi

    Corinthians paga rce — O Corinthians deu os primeiros passos no pagamento do Regime Centralizado de Execuções, o famoso RCE, mas o buraco financeiro do clube ainda parece fundo demais. Apesar de ter desembolsado R$ 5,2 milhões nas duas primeiras parcelas do acordo homologado pela Justiça, a dívida total já bate R$ 224,9 milhões. Sabe aquela sensação de enxugar gelo? É mais ou menos isso que o Corinthians enfrenta neste momento.

    O REGIME CENTRALIZADO DE EXECUÇÕES

    O QUE É ISSO?

    Para quem não está familiarizado com o juridiquês do futebol brasileiro, o RCE é basicamente um mecanismo judicial que concentra todas as dívidas do clube em execução num único processo. A ideia é organizar o caos financeiro e dar ao Corinthians uma chance de quitar seus débitos de forma planejada, sem que credores venham de todos os lados penhorando ativos do clube ao mesmo tempo. O plano foi aprovado judicialmente em janeiro de 2025, e os pagamentos começaram oficialmente em março. Na teoria, funciona bem. Na prática, os juros não param de correr. Sobre corinthians paga rce, vale acompanhar os próximos capítulos.

    A MATEMÁTICA QUE NÃO FECHA

    O cenário envolvendo corinthians paga rce segue em evolução.

    Confesso que olhei para os números algumas vezes antes de escrever esse texto, porque eles parecem contraditórios à primeira vista. O clube pagou R$ 5,2 milhões e a dívida… cresceu? Sim. É exatamente isso. Em abril de 2025, quando a diretoria apresentou a lista inicial, o passivo era de R$ 190,8 milhões. Chegou setembro e o número já estava em R$ 192,7 milhões. Quando os pagamentos começaram de fato, em março, a dívida corrigida já havia saltado para R$ 227,9 milhões. O vilão da história tem nome: taxa Selic. A correção monetária engoliu cada centavo pago pelo clube e ainda sobrou para mais. O cenário envolvendo corinthians paga rce segue em evolução.

    EM MARÇO, o Corinthians depositou a primeira parcela de R$ 2,5 milhões. O passivo caiu para R$ 225,3 milhões. No mês seguinte, antes da segunda parcela cair, os juros empurraram o número de volta para R$ 227,6 milhões. Depois do segundo depósito, de R$ 2,6 milhões, chegamos aos atuais R$ 224,9 milhões. Me parece que o clube está numa corrida onde a linha de chegada vai se afastando a cada passo. Não dá para ignorar esse dado.

    OS CREDORES E O TAMANHO DA FILA

    A situação de corinthians paga rce merece atenção dos torcedores.

    A dívida do Corinthians no RCE envolve 32 processos judiciais e 23 credores diferentes. É muita gente esperando na fila. Essa lista reúne desde empresas de serviços até pessoas físicas que têm direito a receber do clube por alguma condenação judicial. O Corinthians sustenta que os valores apresentados refletem apenas a atualização legal das pendências, mas alguns credores já questionaram os cálculos apresentados em 2025. Faz sentido a desconfiança: quando você está esperando receber e vê que os números são discutidos, a paciência tem limite. A situação de corinthians paga rce merece atenção dos torcedores.

    O curioso é que, mesmo com o pagamento das parcelas, a percepção de quem olha de fora é de estagnação. Dois meses pagando, e a dívida ainda está maior do que quando o plano foi aprovado. A Diretoria Financeira atribui isso exclusivamente à atualização pela Selic, e tecnicamente está certa. A taxa básica de juros do Brasil não é brincadeira, e sobre uma dívida de mais de R$ 200 milhões, o impacto mensal é considerável. Cada ponto percentual de Selic representa milhões em correção. Sobre corinthians paga rce, vale acompanhar os próximos capítulos.

    O CONTEXTO DO ENDIVIDAMENTO CORINTIANO

    O Corinthians não chegou até aqui por acaso. Anos de má gestão financeira, contratos milionários mal estruturados, a construção do estádio com dívidas que se arrastam até hoje, e uma série de decisões administrativas questionáveis deixaram o clube numa situação que nenhuma torcida gostaria de ver. A Arena Corinthians, construída para a Copa do Mundo de 2014, ainda pesa no orçamento do clube de forma absurda. O empréstimo da Caixa Econômica Federal é um capítulo à parte nessa história. O cenário envolvendo corinthians paga rce segue em evolução.

    O RCE representa uma tentativa séria de colocar a casa em ordem. O mecanismo foi criado justamente para evitar que o clube virasse uma bola de neve judicial ainda maior, com penhoras acontecendo ao mesmo tempo e sem critério. Organizar as dívidas num único guarda-chuva dá previsibilidade. Permite ao clube planejar pagamentos. Mas o modelo depende de geração de receita constante, já que os depósitos são calculados com base num percentual das receitas recorrentes do mês anterior. Se o clube fatura bem, paga mais. Se o mês for magro, a parcela encolhe. Sobre corinthians paga rce, vale acompanhar os próximos capítulos.

    O PROBLEMA DOS JUROS SOBRE DÍVIDAS HISTÓRICAS

    A situação de corinthians paga rce merece atenção dos torcedores.

    Esse é o ponto que me incomoda mais nessa situação toda. Muitas dessas dívidas têm origem em processos judiciais antigos, alguns com anos de tramitação. Durante todo esse tempo, a correção foi acumulando. Quando o Corinthians finalmente senta à mesa para pagar, o valor já está muito maior do que a dívida original. É o custo do tempo perdido sem enfrentar o problema. Cada ano que passou sem uma solução estruturada adicionou camadas de juros que agora precisam ser quitadas.

    A taxa Selic no Brasil nunca foi um presente para quem deve. Em períodos em que ela ficou acima de 10% ao ano, como vivemos recentemente, uma dívida de R$ 190 milhões pode crescer R$ 20 milhões em doze meses sem que nenhum centavo novo seja adicionado ao principal. É matemática simples e brutal. O Corinthians está colhendo agora os frutos de anos sem disciplina financeira. Sobre corinthians paga rce, vale acompanhar os próximos capítulos.

    O QUE ESPERAR DOS PRÓXIMOS MESES

    O cenário envolvendo corinthians paga rce segue em evolução.

    Se o clube mantiver a regularidade nos pagamentos e, principalmente, se conseguir aumentar a receita recorrente, a tendência é que as parcelas cresçam e o impacto dos juros comece a ser efetivamente compensado. Mas isso depende de muitas variáveis: desempenho esportivo, vendas de atletas, patrocinadores, bilheteria. Um ano ruim em campo pode significar menos receita e parcelas menores, o que devolve a dívida ao patamar anterior. O cenário envolvendo corinthians paga rce segue em evolução.

    Me parece que a gestão atual entendeu o recado. O fato de o RCE ter sido aprovado e de os pagamentos terem começado dentro do prazo é positivo. Nenhum credor foi ignorado, nenhum prazo foi descumprido até agora. Isso tem um valor simbólico importante para a reputação do clube no mercado. Mas a festa ainda é cedo. R$ 224,9 milhões é um número que não deixa ninguém dormir tranquilo.

    A TORCIDA E O PESO DA CRISE FINANCEIRA

    O torcedor do Corinthians que acompanha de perto a situação financeira do clube já desenvolveu uma resiliência impressionante. Não dá para ser corintiano nos últimos anos sem lidar com notícias difíceis nas páginas de economia e gestão. A Fiel, como sempre, continua lotando o estádio, continuou comprando camisas, continuou renovando planos de sócio-torcedor. Em certa medida, é exatamente essa receita de base que sustenta os pagamentos do RCE. A situação de corinthians paga rce merece atenção dos torcedores.

    Dificilmente o Corinthians resolve essa equação de forma rápida. R$ 224,9 milhões com juros correndo não some em dois ou três anos, a não ser que apareça uma venda extraordinária de atleta ou um patrocínio master de valor expressivo. O caminho é longo. Mas começar a pagar, manter o ritmo e não deixar a dívida crescer mais rápido do que a capacidade de pagamento é o mínimo que se esperava da diretoria. Por enquanto, estão conseguindo segurar o barco. Se vão conseguir chegar ao outro lado é outra pergunta.

    Fonte oficial: FIFA

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    Messi ganha mais que quase todos os elencos da MLS somados

    Messi ganha quase — Tem coisas no futebol que a gente sabe que são absurdas, mas quando os números aparecem na tela, a gente ainda leva um susto. A MLS divulgou esta semana a lista oficial de salários da liga, e o que estava lá confirmou o que qualquer pessoa com dois dedos de testa já imaginava: Lionel Messi está em outro planeta financeiro comparado a todo mundo que joga na liga norte-americana. O argentino recebe US$ 28,3 milhões por ano, algo em torno de R$ 139 milhões na cotação atual. Pára tudo. Cento e trinta e nove milhões de reais por ano, pagos para um único jogador, num campeonato que muita gente no Brasil ainda torce o nariz.

    O TAMANHO DA DIFERENÇA

    O número por si só já impressiona, mas o contexto é o que realmente coloca a coisa em perspectiva. Messi não apenas lidera o ranking de salários da MLS com folga. Ele ganha mais do que a folha salarial completa de quase todos os clubes da competição. Pensa bem: o elenco inteiro de um time, com goleiros, zagueiros, meias e atacantes, recebe menos do que o camisa 10 do Inter Miami embolsa sozinho. A única exceção na liga toda é o Los Angeles FC, que desembolsa cerca de US$ 33 milhões anuais com todo o seu grupo de jogadores. Ou seja, um único clube consegue superar o salário de Messi, e ainda assim por uma margem pequena. Sobre messi ganha quase, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Confesso que, mesmo sabendo que Messi é Messi, essa comparação me pegou de surpresa. A gente ouve falar em salários milionários no futebol europeu o tempo todo, mas ver um jogador superando folhas salariais inteiras dentro de uma mesma competição é algo fora do comum até para os padrões mais extravagantes do esporte. Isso fala muito sobre a estratégia do Inter Miami e dos donos do clube, que claramente decidiram construir o projeto em torno de uma única figura. O cenário envolvendo messi ganha quase segue em evolução.

    O SEGUNDO COLOCADO E O ABISMO QUE SEPARA OS DOIS

    O cenário envolvendo messi ganha quase segue em evolução.

    Logo atrás de Messi no ranking aparece Son Heung-min, o atacante sul-coreano contratado recentemente pelo Los Angeles FC. Son é um craque de verdade, formado no Tottenham, com anos de Premier League no currículo e uma carreira que qualquer jogador sonharia em ter. E ele recebe US$ 11,2 milhões por temporada na MLS. Um salário absurdo para qualquer padrão normal de vida, claro. Mas representa menos da metade do que Messi ganha. Menos da metade. Essa distância diz tudo.

    Em terceiro lugar aparece Rodrigo De Paul, o companheiro de seleção de Messi que também foi contratado pelo Inter Miami. O argentino recebe US$ 9,7 milhões anuais, um valor que coloca bem em evidência a política do clube de montar um elenco com referências da Copa do Mundo de 2022. A lista dos melhores pagos da liga ainda traz nomes como Miguel Almirón, Riqui Puig e Emil Forsberg, jogadores com histórico relevante no futebol europeu que escolheram a MLS como próximo destino. O crescimento financeiro da liga nos últimos anos é inegável, mas nenhum desses números chega nem perto do que Messi representa. A situação de messi ganha quase merece atenção dos torcedores.

    A ESTRATÉGIA POR TRÁS DO CONTRATO

    A situação de messi ganha quase merece atenção dos torcedores.

    Mes é importante entender que os valores divulgados pela MLS representam apenas os salários registrados oficialmente na liga. Ficam de fora dessa conta os contratos publicitários, os bônus comerciais, as ações de marketing, os acordos de imagem e toda a estrutura paralela que envolve o nome de Messi. Ou seja, o faturamento real do craque argentino nos Estados Unidos é consideravelmente maior do que os US$ 28,3 milhões que aparecem na planilha oficial. Segundo estimativas do mercado, quando se somam todas as fontes de renda vinculadas à sua presença na MLS, o número total pode chegar a algo entre US$ 50 milhões e US$ 60 milhões anuais. Sobre messi ganha quase, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Isso explica, em boa parte, por que o contrato faz sentido para as duas partes. Messi não foi para Miami só pelos dólares do salário. Ele foi para um projeto que inclui participação societária em algum nível, acordos com a Apple TV, que detém os direitos de transmissão da liga, e uma série de contratos comerciais que fizeram de Miami e da MLS destinos muito mais lucrativos do que poderiam parecer à primeira vista. O clube, por sua vez, viu o valor da franquia disparar, a receita de ingressos explodir e o alcance global da marca se multiplicar em velocidade que nenhum outro investimento no mercado esportivo conseguiria proporcionar.

    MESSI E O EFEITO QUE ELE CAUSOU NA MLS

    O cenário envolvendo messi ganha quase segue em evolução.

    Antes de Messi chegar, a MLS vivia um crescimento consistente mas discreto. Era uma liga em desenvolvimento, com alguns nomes conhecidos na reta final de carreira, mas sem o tipo de atenção global que o futebol europeu concentra. Quando o argentino assinou com o Inter Miami em 2023, alguma coisa mudou de vez. Os números de audiência da Apple TV subiram de forma expressiva. O interesse de patrocinadores internacionais aumentou. Times rivais passaram a buscar com mais agressividade nomes de alto nível no mercado europeu, como ficou evidente com a contratação de Son pelo LAFC. Sobre messi ganha quase, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Me parece que Messi funcionou como uma espécie de sinal para o mercado: a MLS estava disposta a pagar em alto nível para ter os melhores. E isso atraiu outros bons jogadores, que enxergaram na liga norte-americana uma opção viável financeiramente e não apenas um destino de aposentadoria. A diferença entre ir para a MLS hoje e ir há dez anos é significativa. Hoje, um jogador de 30 anos no auge pode considerar essa mudança sem sentir que está abrindo mão competitivamente de tudo. A situação de messi ganha quase merece atenção dos torcedores.

    O INTER MIAMI E A MONTAGEM DO ELENCO

    A presença de De Paul como o terceiro maior salário da liga não é coincidência. O Inter Miami construiu um elenco com jogadores que têm uma conexão direta com Messi, seja pela seleção argentina, seja por relações pessoais estabelecidas ao longo dos anos. Essa estratégia tem um lado positivo claro: Messi se sente confortável, tem companheiros com quem já jogou em alto nível e o time consegue aproveitar melhor o craque. Mas também gera questionamentos legítimos sobre sustentabilidade. Quanto tempo esse modelo aguenta? E quando Messi sair, o que fica? Sobre messi ganha quase, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Essas perguntas são pertinentes, mas a diretoria do clube parece pouco preocupada com elas agora. O foco é extrair o máximo desse período com Messi disponível, seja em termos de resultados dentro de campo, seja em termos de crescimento financeiro e de marca para o clube. Difícil criticar a lógica, mesmo que o modelo seja claramente insustentável a longo prazo sem uma renovação profunda na filosofia de construção do elenco. O cenário envolvendo messi ganha quase segue em evolução.

    O QUE ESSES NÚMEROS DIZEM SOBRE O FUTEBOL HOJE

    O cenário envolvendo messi ganha quase segue em evolução.

    A lista de salários da MLS é um retrato fiel de como o futebol funciona atualmente. Uns poucos nomes concentram uma fatia desproporcional dos recursos disponíveis, enquanto a grande maioria dos profissionais da liga vive em condições muito mais modestas. A média salarial de um jogador comum na MLS fica em torno de US$ 400 mil anuais, o que é um bom salário para qualquer padrão, mas parece ridículo quando colocado ao lado dos US$ 28,3 milhões de Messi. São mundos completamente diferentes dentro da mesma liga.

    Iso não é exclusividade da MLS. Na Premier League, no Campeonato Espanhol, no Brasileirão também, a concentração de renda entre um punhado de estrelas e o restante dos jogadores é um traço estrutural do esporte. Mas a versão norte-americana tem um sabor especial porque a liga ainda se apresenta como um projeto em construção, com mecanismos de controle salarial como a salary cap, que existem justamente para tentar equilibrar as forças. Acontece que o caso Messi mostrou que quando o interesse é suficientemente grande, as regras encontram formas de se adaptar. A situação de messi ganha quase merece atenção dos torcedores.

    O QUE VEM PELA FRENTE

    A situação de messi ganha quase merece atenção dos torcedores.

    Messi tem 37 anos e, mesmo nessa idade, segue sendo determinante para o Inter Miami. O clube avançou bem na MLS Cup nos últimos anos, e a expectativa é que o time continue competitivo enquanto ele estiver em campo. A questão não é se Messi ainda tem futebol para dar, porque claramente tem. A questão é por quanto tempo esse cenário se mantém e como a liga vai lidar com a lacuna enorme que vai se abrir quando ele decidir parar. Sobre messi ganha quase, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Por ora, os números falam por si. US$ 28,3 milhões por ano, mais que a folha de quase todos os clubes da liga, e ainda assim um valor que provavelmente representa menos da metade do que Messi realmente fatura com tudo que orbita em torno do seu nome. É uma situação única no esporte mundial, protagonizada por um jogador que passou a vida inteira criando situações que ninguém havia visto antes. Faz sentido que a fase final da carreira dele também seja assim.

    Fonte oficial: FIFA

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  • Ancelotti sobre Neymar na Copa: ‘Não é uma decisão simples’

    Ancelotti sobre Neymar na Copa: ‘Não é uma decisão simples’

    O PESO DE UMA DECISÃO

    Ancelotti neymar copa —

    Carlo Ancelotti não fugiu do assunto. Em entrevista à Reuters, o treinador da Seleção Brasileira encarou de frente a pergunta que o Brasil inteiro quer ver respondida: Neymar vai ou não vai para a Copa do Mundo de 2026? A resposta, honesta, foi que ainda não há resposta. O técnico italiano admitiu que acompanha de perto a recuperação do camisa 10 e que a decisão final vai depender do que ele enxergar nas próximas semanas. Nada de garantias, nada de descarte. Puro futebol.

    A convocação oficial sai na próxima segunda-feira, dia 18. Ancelotti vai anunciar os 26 nomes que formarão o grupo brasileiro para o Mundial. Até lá, Neymar tem duas partidas pelo Santos para mostrar serviço e convencer o treinador de que está pronto para ser mais do que um nome bonito na lista. O atacante aparece na pré-lista com outros 54 jogadores. A briga é dura, o tempo é curto e o corpo ainda está em processo de reconstrução após meses longe dos gramados.

    A SITUAÇÃO DE NEYMAR NO SANTOS

    O cenário envolvendo ancelotti neymar copa segue em evolução. Sobre ancelotti neymar copa, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Quem acompanhou a volta de Neymar ao Santos sabe que foi uma novela. O jogador chegou entre dúvidas sobre condicionamento físico, ritmo de jogo e até motivação. Confesso que não esperava ver o camisa 10 com tanto volume de jogo tão cedo. Mas ele foi ganhando minutagem, foi voltando a sentir a bola, e nas últimas semanas apresentou uma melhora visível. Ancelotti reconheceu isso na entrevista, sem papas na língua: o atacante está trabalhando forte, ganhou sequência e está evoluindo.

    Em termos de futebol puro, a questão é simples. Neymar quando está bem é diferente de todo mundo. A capacidade de resolver jogos sozinho, de criar algo do nada, de mudar o rumo de uma partida com um drible ou uma assistência genial, é rara no futebol mundial. Mais rara ainda no Brasil de hoje. O problema é que o corpo do jogador passou por uma ruptura séria no joelho esquerdo em outubro de 2023, durante as eliminatórias. Foram mais de um ano fora. Reconstruir confiança num nível físico dessa magnitude leva tempo, e tempo é exatamente o que ele não tem muito agora.

    O VESTIÁRIO NÃO TEM MEDO DE NEYMAR

    O cenário envolvendo ancelotti neymar copa segue em evolução.

    Um ponto que Ancelotti deixou claro, e que muita gente no Brasil precisava ouvir, é sobre o clima no vestiário. Tem uma narrativa que circula há anos de que Neymar seria uma presença complicada no grupo, que geraria divisão, que criaria dois times dentro de um. O treinador despachou esse argumento com uma frase direta: ‘Neymar é muito amado. Pelos torcedores e pelos jogadores. Se você chamar o Neymar, você não vai botar uma bomba no vestiário, porque é muito querido, muito amado.’ A situação de ancelotti neymar copa merece atenção dos torcedores.

    Essa declaração tem peso. Ancelotti não é um treinador que fala por falar. O homem que conquistou quatro Champions Leagues, que treinou Ronaldinho, Kaká, Ronaldo, Benzema, Modric, sabe exatamente o que é lidar com estrelas dentro de um grupo. Se ele diz que Neymar não vai criar problema, é porque ele ouviu os jogadores, ele avaliou o ambiente, ele tem certeza disso. Me parece que o medo de convocá-lo, nesse sentido, sempre foi mais da mídia e da torcida do que da comissão técnica.

    O PESO HISTÓRICO DO NOME

    Ancelotti também tocou num ponto que vai além do campo. Neymar é um símbolo. É o jogador mais caro da história do futebol, o maior artilheiro da Seleção Brasileira com 79 gols, o cara que carregou o Brasil nas costas por mais de uma década. Levar ele para uma Copa do Mundo tem um valor que vai além das estatísticas de desempenho recente. É narrativa, é história, é emoção. E futebol é tudo isso junto.

    Dito isso, eu respeito demais quem argumenta que a convocação precisa ser estritamente técnica. Tem jovens no Brasil que estão voando ��� Endrick, Savinho, Estêvão — e que talvez mereçam mais minutos e mais confiança do que um Neymar que ainda está se encontrando fisicamente. Mas Ancelotti foi claro: a decisão vai ser baseada no que ele e a comissão técnica avaliam. Nada de pressão externa, nada de romantismo fora de hora. Quem decide é quem conhece o jogador por dentro, não quem assiste de fora. Sobre ancelotti neymar copa, vale acompanhar os próximos capítulos.

    A PRESSÃO DAS OPINIÕES EXTERNAS

    A situação de ancelotti neymar copa merece atenção dos torcedores.

    Nos dias que antecederam a entrevista, o Brasil virou um grande painel de debates. Ex-jogadores, comentaristas, ex-técnicos da Seleção, jornalistas dos quatro cantos do país — todo mundo tem uma opinião sobre se Neymar deve ou não estar na lista. Ancelotti ouviu tudo e respondeu com elegância italiana: ‘Acho normal cada um dar sua opinião. Agradeço a todos que me deram conselhos.’ Traduzindo do diplomático para o direto: obrigado, mas eu que decido.

    E honestamente? Essa postura me agradou. Um técnico que se abala com a pressão da mídia para decidir convocação está no emprego errado. Ancelotti construiu uma carreira de décadas mantendo cabeça fria em momentos muito mais tensos do que esse. A Copa é o torneio dele, a lista é a lista dele, e ele vai montar o grupo que ele acredita que tem mais chance de chegar longe. Ponto.

    O QUE FALTA PARA NEYMAR CONVENCER

    O cenário envolvendo ancelotti neymar copa segue em evolução. Sobre ancelotti neymar copa, vale acompanhar os próximos capítulos.

    As duas partidas que Neymar tem pelo Santos antes da convocação são o último teste. O técnico quer ver ritmo, quer ver movimentação, quer ver o jogador aguentar 90 minutos sem queda de rendimento física. Não é sobre mágica — todo mundo já sabe que Neymar tem mágica de sobra. A dúvida é sobre a base física que sustenta a mágica. Jogar uma Copa do Mundo é diferente de jogar uma partida de Brasileirão. São jogos em sequência, com alta intensidade, em intervalos curtos. O corpo precisa estar preparado para isso.

    Se ele jogar bem nas próximas duas rodadas, mostrar que está com o físico respondendo, que está confiante dentro de campo, aí a conversa muda. Aí Ancelotti vai ter um argumento concreto para colocar o nome dele na lista. Do contrário, vai ser difícil justificar a convocação puramente pelo nome. E Ancelotti não parece o tipo de técnico que vai fazer isso.

    O QUE ESPERAR DA LISTA FINAL

    O cenário envolvendo ancelotti neymar copa segue em evolução.

    Além da questão Neymar, a convocação de segunda-feira vai definir o perfil que Ancelotti quer para o Brasil em 2026. O treinador chegou com a proposta de um futebol mais organizado taticamente, sem abrir mão da criatividade que é marca do futebol brasileiro. A lista vai revelar o que ele pensa sobre equilíbrio entre experiência e juventude, entre jogadores que atuam na Europa e os que estão em alto nível no Brasil. A situação de ancelotti neymar copa merece atenção dos torcedores.

    O que eu espero ver é uma convocação corajosa. Que o Ancelotti não ceda nem para o saudosismo — convocando Neymar por nostalgia — nem para o modismo — descartando ele só para parecer moderno. Que seja técnico, honesto e coerente com tudo que ele falou até agora. O Brasil vai para a Copa em casa, com uma pressão histórica nas costas e a obrigação moral de, finalmente, terminar o que começou em 1970. O grupo que vai carregar esse peso merece ser escolhido com cuidado.

    A DECISÃO QUE O PAÍS ESPERA

    Na segunda-feira, quando Ancelotti sentar na frente das câmeras e começar a ler os nomes, o Brasil vai parar. É assim toda vez, mas dessa vez tem uma tensão a mais. Tem um nome que todo mundo quer ouvir ou não ouvir, dependendo do lado em que está. Neymar. Três sílabas que carregam uma história enorme e um futuro incerto.

    Se o nome sair, a Copa ganhou um protagonista e uma incógnita ao mesmo tempo. Se não sair, fecha um ciclo de um jeito que vai doer em muita gente, independente do que a razão mande. Ancelotti sabe disso. Ele sabe que essa decisão vai ser avaliada, criticada e discutida por muito tempo. E ainda assim ele vai tomar ela com base no que ele acredita ser o melhor para o Brasil vencer a Copa. É o trabalho dele. E por enquanto, tudo indica que ele está fazendo esse trabalho direito. Sobre ancelotti neymar copa, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Fonte oficial: FIFA

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  • Ancelotti monta pré-lista com 55 nomes: Fla domina, Neymar e Jesus voltam

    Ancelotti monta pré-lista com 55 nomes: Fla domina, Neymar e Jesus voltam

    Ancelotti monta pré-lista — Carlo Ancelotti não perdeu tempo. O técnico italiano que assumiu o comando da Seleção Brasileira com toda a pompa e expectativa do mundo do futebol já colocou a mão na massa e enviou à Fifa uma relação com 55 atletas pré-convocados para a Copa do Mundo de 2026. É desse grupo que sairão os 26 escolhidos para defender o Brasil no Mundial. A convocação final será anunciada na próxima segunda-feira, no Rio de Janeiro, na sede da CBF, às 17h. O Brasil inteiro vai estar de olho.

    O FLAMENGO MANDA NA SELEÇÃO

    Se alguém ainda tinha dúvida sobre a força do Flamengo no cenário do futebol brasileiro, essa pré-lista de Ancelotti veio para encerrar o debate. Sete jogadores do Rubro-Negro aparecem na relação: Danilo, Léo Ortiz, Léo Pereira, Alex Sandro, Lucas Paquetá, Pedro e Samuel Lino. Sete. Nenhum outro clube chega perto dessa marca. É domínio absoluto, e convenhamos, não é à toa. O Flamengo vem construindo um elenco de altíssimo nível nos últimos anos, com investimentos pesados e uma regularidade que poucos clubes brasileiros conseguem manter. Ancelotti enxergou isso na hora. Sobre ancelotti monta pré-lista, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Entre os sete representantes do clube da Gávea, Lucas Paquetá é o nome que carrega mais expectativa e também mais incerteza. O meia vive um período delicado, afastado dos gramados por questões físicas, mas a tendência é que ele volte a jogar pelo Flamengo ainda nesta semana. Paquetá é um dos jogadores mais talentosos do Brasil há anos, e confesso que fico aliviado de vê-lo na lista. A Seleção com Paquetá funcionando é uma equipe completamente diferente. Ele cria espaços que outros simplesmente não conseguem criar. O cenário envolvendo ancelotti monta pré-lista segue em evolução.

    A VOLTA DE NEYMAR

    Aí está o nome que divide o Brasil ao meio. Neymar aparece na pré-lista de Ancelotti, e isso já foi suficiente para gerar horas de debate nas redes sociais, nos programas de TV e nos bares do país inteiro. O atacante voltou a ser relacionado após um longo período de ausência, marcado por lesões que pareciam interináveis. Quem acompanhou de perto sabe que foi uma novela: operações, recuperações, recaídas, mais recuperações. Difícil engolir tanta espera, mas o fato é que Ney ainda é Ney quando está em campo.

    O grande teste, claro, será saber se o Neymar que chegar à Copa de 2026 terá condições físicas de sustentar uma competição desse nível. Tenho minhas reservas, e não vou esconder isso. Um torneio como a Copa do Mundo exige um ritmo brutal, partidas de alta intensidade em sequência, e um jogador que ficou tão tempo parado precisa provar muito antes de garantir sua vaga nos 26. Ancelotti foi esperto em colocá-lo na pré-lista, que dá ao técnico a margem de observar a evolução do camisa 10 sem se comprometer definitivamente. O cenário envolvendo ancelotti monta pré-lista segue em evolução.

    GABRIEL JESUS SURPREENDE COM RETORNO

    A situação de ancelotti monta pré-lista merece atenção dos torcedores.

    Se Neymar era esperado, Gabriel Jesus foi a surpresa da pré-lista. O atacante do Arsenal reaparece entre os convocáveis depois de ficar fora das últimas relações da Seleção Brasileira, período que coincidiu com suas lutas contra lesões no clube inglês. Me parece que Ancelotti viu algo nos últimos jogos de Jesus que o convenceu a recolocar o nome dele no radar. O atacante tem características que poucos no Brasil têm: movimentação intensa, pressão constante no adversário, capacidade de jogar nas beiradas ou pelo centro. A situação de ancelotti monta pré-lista merece atenção dos torcedores.

    A concorrência no ataque brasileiro está pesada. Com Neymar, Vinicius Jr., Rodrygo, Raphinha, Endrick e agora Jesus de volta ao páreo, a disputa por uma vaga vai ser intensa até o último segundo. Ancelotti vai ter que fazer escolhas difíceis, e alguém que hoje está na pré-lista vai ficar de fora na segunda-feira. Esse é o lado cruel do futebol. Jogadores que treinaram a vida toda para estar num Mundial vão ter que ouvir que não foram chamados.

    A AUSÊNCIA DE ESTÊVÃO

    O nome que ficou de fora e que mais chamou atenção foi Estêvão. O jovem atacante, uma das maiores revelações do futebol brasileiro nos últimos anos, não aparece na pré-lista por conta de lesão. É uma pena enorme. Estêvão vinha sendo um dos jogadores mais interessantes de se assistir, com uma criatividade que lembra aquelas tardes de domingo em que você via um craque surgindo do nada e pensava: “esse menino vai longe”. A lesão interrompeu esse momento e tirou dele a chance de aparecer na primeira grande convocação de Ancelotti. Sobre ancelotti monta pré-lista, vale acompanhar os próximos capítulos.

    A torcida torce para que ele se recupere a tempo de participar de alguma forma do ciclo. Se a Copa é em 2026, ainda há tempo. Mas Copa do Mundo tem data marcada, e o futebol não espera por ninguém. Estêvão vai precisar se recuperar rápido e retomar o nível que mostrou antes da contusão. Conheço essa história de perto no futebol brasileiro: jovens promissores que perderam momentos importantes por questões físicas e nunca mais voltaram ao mesmo patamar. Torço genuinamente para que ele não seja mais um caso assim. Sobre ancelotti monta pré-lista, vale acompanhar os próximos capítulos.

    O QUE ESSA LISTA DIZ SOBRE O PROJETO DE ANCELOTTI

    Olhando para o conjunto dos 55 nomes, algumas coisas ficam claras sobre a visão que Ancelotti tem da Seleção Brasileira. Primeiro, o técnico não veio para fazer revolução na base, mas também não pretende repetir fórmulas antigas. Ele mistura nomes experientes, como Danilo e Alex Sandro, com jovens que estão em ascensão na Europa. Isso diz muito sobre o estilo de trabalho dele: pragmático, sem drama, sem frescura. O cenário envolvendo ancelotti monta pré-lista segue em evolução.

    Segundo ponto: a forte presença de jogadores do Campeonato Brasileiro, especialmente do Flamengo, mostra que Ancelotti e sua comissão técnica estão de olho no que acontece aqui dentro, não só nos grandes centros europeus. Isso é importante. Durante anos, a Seleção Brasileira sofreu com a ideia de que só quem joga na Europa merece ser convocado. A realidade é que o futebol brasileiro tem qualidade, e os sete representantes do Flamengo na lista são a prova disso. O cenário envolvendo ancelotti monta pré-lista segue em evolução.

    Terceiro: a amplitude da lista, com 55 nomes, mostra que Ancelotti quer ter opções. Ele não quer chegar na segunda-feira tendo que deixar de convocar alguém por falta de alternativa. Com esse universo grande de atletas mapeados, a comissão técnica tem flexibilidade para cortar por critérios técnicos e físicos, sem pressão de esgotamento de nomes. A situação de ancelotti monta pré-lista merece atenção dos torcedores.

    A SEGUNDA

    FEIRA QUE O BRASIL ESPERA –

    A convocação final acontece na próxima segunda-feira, no Rio de Janeiro, às 17h, na sede da CBF. Vai ser um daqueles momentos que param o Brasil. A imprensa vai lotada, as redes sociais vão explodir, e cada nome lido vai gerar reação imediata. Quem entrar vai ser celebrado. Quem ficar de fora vai virar assunto por dias. Sobre ancelotti monta pré-lista, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Acelotti chega nessa coletiva com a missão de apresentar um grupo que convença o torcedor brasileiro de que o Brasil de 2026 tem condições reais de disputar a taça. Não estamos em 1970, quando o Brasil simplesmente atropelava qualquer adversário. O futebol moderno é mais equilibrado, mais físico, mais tático. O Brasil vai precisar de uma equipe bem montada, jogando junto, com identidade clara. E é aí que entra o trabalho do técnico. A situação de ancelotti monta pré-lista merece atenção dos torcedores.

    Ancelotti é um treinador vencedor. Tem Ligas dos Campeões no currículo, treinou os maiores clubes do mundo, trabalhou com os melhores jogadores da última geração. Mas a Seleção Brasileira é um bicho diferente. O peso da camisa, a pressão da torcida, a expectativa de 215 milhões de pessoas: isso não tem comparação com nenhum clube do mundo. Será que ele está preparado para isso? Acredito que sim. Mas a prova vai vir em campo, não em lista de pré-convocados. O cenário envolvendo ancelotti monta pré-lista segue em evolução.

    POR QUE ESSA LISTA IMPORTA MAIS DO QUE PARECE

    Há quem minimize essa pré-lista dizendo que é só um protocolo burocrático da Fifa, uma formalidade. Discordo. Essa lista conta uma história. Ela revela as prioridades de Ancelotti, os jogadores que estão no radar, as apostas que ele está disposto a fazer. Quando você vê Neymar e Gabriel Jesus na lista, entende que o técnico está disposto a correr um risco calculado. Quando você vê sete jogadores do Flamengo, percebe o peso real que o clube tem neste momento do futebol brasileiro. A situação de ancelotti monta pré-lista merece atenção dos torcedores.

    A convocação final vai afunilar esse universo de 55 para 26. Vinte e nove nomes que aparecem agora vão ouvir que não foram selecionados. Para muitos deles, pode ser a última chance. Um jogador de 28, 29 anos que fica de fora agora pode não ter outra oportunidade em 2030. O futebol é assim: implacável, sem cerimônia. Por isso, cada nome dessa lista tem um peso que vai muito além de um documento enviado à Fifa. Sobre ancelotti monta pré-lista, vale acompanhar os próximos capítulos.

    O Brasil começa a tomar forma para 2026. Pode não ser a lista definitiva, mas já dá para sentir o cheiro do que vem por aí. E se depender do que essa pré-convocação sugere, o Brasil de Ancelotti vai chegar ao próximo Mundial com uma combinação de experiência e juventude que o país não via há algum tempo. Segunda-feira chegará rápido. O Brasil inteiro vai estar de olho. Sobre ancelotti monta pré-lista, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Fonte oficial: FIFA

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  • Flamengo planeja intertemporada fora do Brasil durante a Copa do Mundo

    Flamengo planeja intertemporada fora do Brasil durante a Copa do Mundo

    Flamengo planeja intertemporada — O Flamengo já começou a movimentar os bastidores para organizar o que pode ser um dos períodos mais estratégicos da temporada. Com a Copa do Mundo marcada para acontecer entre 11 de junho e 19 de julho, o clube rubro-negro estuda fazer uma intertemporada fora do país, com destinos sendo analisados tanto na América do Sul quanto na Europa. A ideia ainda não está fechada, mas as conversas internas já avançaram o suficiente para saber que o Flamengo não pretende desperdiçar esse intervalo.

    A FIGURA DE JARDIM NO CENTRO DAS DECISÕES

    Leonardo Jardim tem palavra final nesse processo. O técnico português, que chegou ao Ninho do Urubu carregando uma reputação construída em clubes europeus de peso, participa diretamente da elaboração do cronograma para o segundo semestre. Me parece que o Flamengo aprendeu, com o tempo, que dar autonomia real ao treinador nesse tipo de decisão evita conflitos desnecessários e produz resultados melhores. Quando o técnico sente que a estrutura respeita seu trabalho, ele entrega mais. Jardim tem demonstrado que sabe o que quer — e o que ele quer agora é um período de preparação sério, com controle de carga, observação de jovens e recuperação do elenco.

    Não é um detalhe pequeno. O calendário brasileiro em 2025 foi selvagem. Jogos acumulados, viagens longas, pressão por resultado em todas as frentes. O corpo dos atletas cobra essa conta mais cedo ou mais tarde, e a pausa da Copa representa uma janela que o clube inteligente aproveita e o clube desorganizado desperdiça. O cenário envolvendo flamengo planeja intertemporada segue em evolução. Sobre flamengo planeja intertemporada, vale acompanhar os próximos capítulos.

    O PROBLEMA DAS FÉRIAS QUE NÃO EXISTIRAM

    Aqui está um ponto que pouca gente debate com a seriedade que merece. O elenco rubro-negro não teve os tradicionais 30 dias de férias na virada entre as temporadas de 2025 e 2026. Trinta dias. Esse é o tempo que fisiologistas e preparadores físicos consideram mínimo para uma recuperação adequada depois de um ano de alta performance. O Flamengo não teve isso. Os jogadores foram de uma temporada para outra quase sem respirar.

    A comissão técnica enxerga a pausa da Copa como uma compensação necessária. Depois do jogo contra o Coritiba, marcado para 30 de maio no Maracanã, os jogadores devem ganhar cerca de 15 dias de folga. O número exato ainda não foi definido, mas essa é a tendência interna. Quinze dias não são trinta, mas já é alguma coisa. Depois desse descanso, começa a preparação propriamente dita — parte no Ninho do Urubu, parte possivelmente fora do Brasil. O cenário envolvendo flamengo planeja intertemporada segue em evolução.

    Confesso que, quando ouço falar em intertemporada na Europa, fico com um pé atrás. Viagem longa, fuso horário, jogos-treino contra times em pré-temporada que não têm o mesmo ritmo competitivo. Já vi isso dar muito certo — e já vi dar errado também. O resultado depende muito de como o clube organiza cada detalhe da viagem. Se for bem feito, o Flamengo volta para o segundo semestre com o grupo mais entrosado e mais descansado. Se for bagunçado, volta com jogador lesionado e calendário atrasado. A situação de flamengo planeja intertemporada merece atenção dos torcedores.

    OS 12 CONVOCÁVEIS E A DOR DE CABEÇA DE JARDIM –

    O maior complicador do planejamento tem nome e sobrenome. O Flamengo possui atualmente pelo menos 12 jogadores presentes nas pré-listas de seleções nacionais para o Mundial. Doze. Isso é quase metade de um elenco principal. Quando esses atletas são convocados, eles saem do controle do clube — viajam, jogam sob outra comissão técnica, ficam expostos a lesões em contexto diferente, e voltam com cargas de treino e jogo que o Flamengo não conseguiu monitorar. A situação de flamengo planeja intertemporada merece atenção dos torcedores.

    Para Jardim, isso significa que a intertemporada precisa ser pensada em dois blocos praticamente separados. O primeiro bloco é para quem ficou — os atletas que não foram convocados para nenhuma sele��ão, os que estão em recuperação de lesão, e os jovens da base que serão observados de perto. O segundo bloco é para quando os convocados voltarem, normalmente com pouco tempo antes da retomada do campeonato. A volta aos jogos oficiais está prevista para o confronto fora de casa contra a Chapecoense, entre 22 e 23 de julho — data ainda a ser confirmada.

    A OPORTUNIDADE DA BASE

    Sobre flamengo planeja intertemporada, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Esse é o ponto que mais me anima em todo esse planejamento. O Flamengo tem uma das melhores categorias de base do Brasil, talvez a melhor quando se considera estrutura, investimento e histórico de revelações. Mas o calendário sufocante do time principal quase não deixa espaço para olhar com calma para esses meninos. Sobre flamengo planeja intertemporada, vale acompanhar os próximos capítulos.

    A intertemporada muda esse cenário. Com menos pressão por resultado imediato e com parte do elenco principal em férias ou convocada para seleções, Jardim e sua comissão terão tempo real para observar jovens promessas. Não uma olhada rápida de cinco minutos num rachão, mas uma avaliação séria em treinos estruturados. Alguns desses garotos podem ganhar minutos nos jogos-treino fora do país, se a intertemporada for realizada no exterior. Outros serão integrados aos treinos no Ninho do Urubu durante o período no Brasil.

    O clube que aproveita bem essa janela sai com mais opções para o segundo semestre. E no Brasileirão, na Copa do Brasil, talvez na Libertadores — dependendo de como a temporada se desenvolver — ter opções é a diferença entre brigar pelo título e desaparecer na reta final.

    O QUE ESPERAR DO SEGUNDO SEMESTRE

    O cenário envolvendo flamengo planeja intertemporada segue em evolução. O cenário envolvendo flamengo planeja intertemporada segue em evolução.

    Difícil projetar o que vem pela frente sem saber exatamente quem vai ser convocado, quem vai voltar bem da Copa, e se a intertemporada vai acontecer na Europa ou na América do Sul. Mas algumas coisas já dá para antecipar.

    O Flamengo que entrar em campo lá pelo final de julho vai ser diferente do que jogou no começo do ano. Vai estar mais descansado fisicamente — espera-se. Vai ter tido tempo para trabalhar conceitos táticos com mais calma. E Jardim, que ainda está num processo de adaptação ao futebol brasileiro com suas particularidades e exigências, vai ter uma janela rara de trabalho sem jogo no final de semana para cobrar resultado.

    Isso pode ser decisivo. Treinadores de alto nível precisam de tempo para imprimir suas ideias no grupo. No Brasil, esse tempo raramente existe durante a temporada. A Copa do Mundo, paradoxalmente, entrega ao Flamengo algo que o calendário nacional nunca entregaria: semanas seguidas de treino sem competição. A situação de flamengo planeja intertemporada merece atenção dos torcedores.

    A TORCIDA QUER VER RESULTADO

    A situação de flamengo planeja intertemporada merece atenção dos torcedores.

    Claro que o torcedor rubro-negro não quer saber muito de intertemporada, de planejamento de férias e de pré-lista de convocação. O torcedor quer resultado. Quer ver o Flamengo campeão no final do ano. E é totalmente legítimo querer isso — o clube tem investimento, tem elenco e tem estrutura para brigar por tudo.

    Mas para chegar ao final do ano com fôlego, o meio precisa ser bem feito. Um grupo que chega ao Brasileirão de outubro e novembro no limite físico não vence campeonato. A história recente do futebol brasileiro está cheia de exemplos de times que foram superiores durante o ano e desabaram quando o calendário cobrou a conta. O Flamengo já viveu isso. A diretoria e a comissão técnica sabem disso. Sobre flamengo planeja intertemporada, vale acompanhar os próximos capítulos.

    A intertemporada bem planejada é exatamente a tentativa de evitar esse colapso tardio. Se Jardim conseguir recuperar o elenco, preparar os atletas que ficaram e integrar bem os convocados quando eles retornarem, o Flamengo tem tudo para ser protagonista no segundo semestre. Se algo der errado nesse processo — se a viagem for mal organizada, se chegarem lesionados, se a readaptação dos convocados for atropelada — a torcida vai cobrar, e com razão.

    O PRAZO QUE APERTA

    Sobre flamengo planeja intertemporada, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Um detalhe que passa despercebido nessa discussão toda: o tempo entre o fim da Copa e o retorno do Flamengo ao campeonato é curto. Se o último jogo dos convocados na Copa for em torno do dia 19 de julho e o Flamengo volta a jogar entre 22 e 23 de julho, a matemática não fecha bem. Os convocados para as fases finais vão ter literalmente dois ou três dias entre a última partida da Copa e o jogo pela Chapecoense. O cenário envolvendo flamengo planeja intertemporada segue em evolução.

    Jardim vai precisar ser muito esperto nessa gestão. Os convocados que forem eliminados nas fases iniciais voltam antes, têm mais tempo de recuperação. Os que forem longe no torneio voltam no limite. Colocar esses caras em campo imediatamente seria irresponsável, mas deixá-los fora de jogo logo na volta é perder qualidade num momento em que o campeonato nacional já está embalado.

    Não existe solução perfeita aqui. Existe a solução menos ruim, que é planejar com antecedência, ter substitutos preparados e não se desesperar com os primeiros resultados de julho. A pressão por resultado imediato no futebol brasileiro é um fenômeno que todo técnico estrangeiro leva um tempo para entender — e às vezes nunca entende direito. Jardim vai ser testado nessa capacidade de gerir expectativas enquanto o grupo se recupera.

    A DECISÃO QUE AINDA VEM

    O cenário envolvendo flamengo planeja intertemporada segue em evolução. A situação de flamengo planeja intertemporada merece atenção dos torcedores.

    A diretoria do Flamengo ainda tem algumas semanas para fechar os detalhes. Europa ou América do Sul? Quantos dias fora? Quais jovens da base serão integrados? Essas perguntas vão ter resposta nas próximas semanas, à medida que o calendário de maio for se encerrando e a Copa do Mundo for se aproximando.

    O que já está claro é que o clube não vai improvisar. Há uma intenção real de usar esse período de forma inteligente, e Leonardo Jardim parece ser o tipo de treinador que valoriza esse tipo de preparação estruturada. O português veio de um futebol europeu onde a pré-temporada é levada muito a sério, onde cada semana de trabalho tem objetivo definido e onde a comissão técnica tem controle sobre cada variável possível.

    O Flamengo de 2025 vai mostrar, nessa intertemporada, se consegue operar nesse nível de organização. E o segundo semestre vai dizer se valeu a pena. Sobre flamengo planeja intertemporada, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Fonte oficial: FIFA

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    Ronda Rousey explica a rivalidade pessoal com executivo do UFC

    Ronda rousey explica — Ronda Rousey nunca foi de guardar silêncio. Ao longo de toda a sua carreira, dentro e fora do octógono, a ex-campeã do UFC sempre falou o que pensava, sem filtro, sem cerimônia. E agora, anos depois de ter deixado o MMA, ela voltou a fazer barulho — desta vez com declarações contundentes sobre Hunter Campbell, o principal executivo de negócios da organização que a tornou famosa no mundo inteiro.

    Campbell ocupa hoje o cargo de Chief Business Officer do UFC. Na prática, é ele quem cuida dos contratos, das negociações e de boa parte das decisões jurídicas e comerciais da empresa. Nos bastidores, muita gente dentro do MMA simplesmente o chama de ‘o advogado do UFC’. Um homem poderoso, discreto, que prefere trabalhar longe dos holofotes. Rousey, por sua vez, parece ter razões bastante concretas para não gostar dele.

    O CONTEXTO DO DESENTENDIMENTO

    Ronda Rousey explicou publicamente que a animosidade que sente por Hunter Campbell não é algo genérico, não é uma mágoa coletiva contra o UFC como organização. É pessoal. A palavra que ela usou foi exatamente essa: pessoal. E quando Rousey diz isso, vale prestar atenção, porque ela não é o tipo de pessoa que exagera em dramaturgia. Pelo menos não quando o assunto é sério. O cenário envolvendo ronda rousey explica segue em evolução. Sobre ronda rousey explica, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Confesso que acompanho a trajetória de Rousey desde os tempos em que ela dominava a divisão peso-galo com uma facilidade que beirava o absurdo. Ver uma atleta daquela magnitude falar abertamente sobre conflitos internos com a cúpula do UFC me parece algo que vai além de uma simples fofoca de bastidor. Existe uma história aí que merece ser contada com cuidado.

    A relação entre lutadores e o UFC sempre foi complexa. A organização detém um poder contratual imenso sobre seus atletas, e críticas ao modelo de negócios da empresa não são novidade. Lutadores como Nate Diaz, Jon Jones e outros já manifestaram insatisfações ao longo dos anos. Mas quando Rousey aponta um nome específico, um executivo específico, a coisa ganha outra dimensão.

    QUEM É HUNTER CAMPBELL

    Hunter Campbell não é um rosto que aparece nas transmissões ao vivo ou nas coletivas de imprensa após os eventos. Ele trabalha nos bastidores, e é justamente por isso que muitos fãs de MMA nunca ouviram falar nele. Dentro da indústria, porém, o nome dele carrega peso. Ele está presente nas grandes negociações, nos contratos milionários, nas renovações que fazem ou desfazem carreiras. A situação de ronda rousey explica merece atenção dos torcedores.

    O cargo de Chief Business Officer coloca Campbell em uma posição de enorme influência sobre o que acontece financeiramente com os atletas. Quando um lutador discute os termos do seu contrato, muito provavelmente está, em algum momento, lidando com a equipe de Campbell ou com decisões que passaram pelo crivo dele. Para Rousey, que foi a maior estrela feminina da história do UFC em termos de apelo comercial e geração de receita, qualquer problema nessa relação teria consequências sérias.

    A VERSÃO DE ROUSEY

    Ronda não entrou em todos os detalhes publicamente, mas deixou claro que os problemas com Campbell foram além de meras divergências profissionais. Quando ela diz que a animosidade é pessoal, subentende-se que houve situações que ela interpretou como desrespeito ou má-fé — não apenas como discordâncias normais de negócios.

    Isso me lembra muito do que acontece em qualquer ambiente corporativo de alto nível: às vezes não é a empresa inteira que você odeia, é aquela pessoa específica que te olhou de forma errada numa reunião decisiva, que te deu uma resposta fria quando você precisava de apoio, ou que conduziu uma negociação de um jeito que pareceu mais ataque do que conversa. Rousey, pelo histórico que tem de ser direta, claramente não esqueceu o que aconteceu entre eles. Sobre ronda rousey explica, vale acompanhar os próximos capítulos.

    O LEGADO DE ROUSEY NO UFC

    Vale lembrar o que Ronda Rousey representou para o UFC. Antes dela, a divisão feminina no MMA era praticamente inexistente na percepção mainstream. Dana White, presidente do UFC, chegou a dizer publicamente por anos que jamais teria mulheres competindo na organização. Rousey mudou isso. Ela não apenas entrou, mas se tornou a maior atração do UFC por um período considerável.

    Os números falam por si. Eventos protagonizados por Rousey quebraram recordes de pay-per-view. Ela apareceu em filmes, virou capa de revistas, foi convidada para programas de televisão em horário nobre. Gerou uma receita absurda para o UFC em um momento em que a organização estava expandindo sua presença globalmente. Se existe alguém que tinha o direito de esperar um tratamento diferenciado por parte da cúpula executiva, esse alguém era Ronda Rousey.

    Foi por isso que, quando as derrotas vieram — primeiro para Holly Holm em novembro de 2015, depois para Amanda Nunes em dezembro de 2016 — a queda foi tão estrondosa quanto a ascensão tinha sido meteórica. Difícil não sentir que havia algo de cruel na velocidade com que a narrativa mudou ao redor dela após essas derrotas. A mulher que tinha sido colocada em um pedestal foi rapidamente descartada pela mídia e, segundo ela própria sugere, por pessoas dentro da organização. O cenário envolvendo ronda rousey explica segue em evolução. O cenário envolvendo ronda rousey explica segue em evolução.

    A DINÂMICA DE PODER NO MMA

    O que a história de Rousey com Campbell nos mostra é algo que vai muito além do MMA. Fala sobre como organizações tratam suas estrelas quando o poder começa a mudar de mãos. Enquanto Rousey ganhava, enquanto os números de audiência subiam e o caixa do UFC transbordava, ela era a rainha. Quando as derrotas chegaram, a dinâmica mudou rapidamente.

    Os lutadores do UFC não têm sindicato. Não têm uma associação forte que os represente coletivamente em negociações com a organização. Cada um enfrenta o poder contratual do UFC praticamente sozinho, com seus advogados pessoais de um lado e toda a máquina jurídica e comercial da empresa do outro. Campbell, como principal executivo de negócios, personifica esse poder institucional. Não é de surpreender que atletas que se sentiram maltratados associem suas frustrações a ele especificamente. A situação de ronda rousey explica merece atenção dos torcedores.

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    Olhando de fora, com tudo que já vi sobre como o UFC trata seus atletas ao longo dos anos, me parece que Rousey está falando de algo real. Ela não é uma pessoa que vai inventar briga com executivo só para aparecer na mídia. Ela já tem notoriedade suficiente para isso ser completamente desnecessário.

    O que ela parece estar fazendo é o que muitos ex-atletas fazem quando finalmente se sentem livres das amarras contratuais e do medo de represálias: contam a verdade sobre o que viveram. No caso de Rousey, que saiu do UFC em 2016 e foi para o wrestling profissional antes de se afastar completamente dos esportes de combate, essa liberdade chegou faz tempo. Se ela está falando agora, com essa especificidade, é porque claramente ainda carrega isso. Sobre ronda rousey explica, vale acompanhar os próximos capítulos.

    O UFC, como qualquer grande corporação do entretenimento esportivo, tem suas sombras. A organização construiu um império, mas o fez em cima de contratos que muitos consideram exploratórios. A parcela que os lutadores recebem das receitas geradas pelos eventos é historicamente baixa em comparação com outros esportes. E quando você combina isso com executivos que eventualmente tratam os atletas como peças descartáveis, o resultado são histórias exatamente como a que Rousey está contando.

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    Ronda Rousey não deve voltar ao MMA. Ela mesma já deixou isso claro diversas vezes. Mas a sua voz ainda tem peso no universo das artes marciais mistas, especialmente quando fala sobre questões que afetam os lutadores em geral. Há um debate crescente sobre os direitos dos atletas no UFC, sobre a formação de associações de representação, sobre a distribuição de receitas. Depoimentos como o dela alimentam essa discussão. O cenário envolvendo ronda rousey explica segue em evolução.

    Hunter Campbell, por sua vez, provavelmente não vai responder publicamente. Executivos da sua posição raramente fazem isso. Eles deixam as polêmicas passarem, continuam trabalhando nos bastidores e seguem em frente. Mas o nome dele agora está associado a uma das maiores atletas da história do UFC de uma forma que certamente não é a mais confortável.

    No final das contas, o que Rousey está fazendo é humanizar uma experiência que muitos outros lutadores tiveram mas nunca tiveram coragem ou plataforma para verbalizar. Ela abriu o jogo sobre algo pessoal, específico e real. E isso, independentemente de qualquer outra coisa, merece ser levado a sério por quem acompanha o MMA com atenção.

    Fonte oficial: UFC

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  • Piqué chama Brasil de decepção da Copa e ainda leva multa milionária

    Piqué chama Brasil de decepção da Copa e ainda leva multa milionária

    Piqué chama brasil — Gerard Piqué está de volta às manchetes. O ex-zagueiro da seleção espanhola, que se aposentou do futebol em 2022 após anos no Barcelona, voltou a dominar as redes sociais nos últimos dias por duas razões bem diferentes: uma previsão polêmica sobre a Copa do Mundo de 2026 e uma multa salgada de 200 mil euros por uso de informação privilegiada no mercado financeiro espanhol. Difícil saber o que causou mais barulho.

    O CONTEXTO DA PUBLICAÇÃO

    Tudo começou quando Piqué resolveu postar em seu TikTok oficial uma espécie de prognóstico completo para o Mundial de 2026, que será realizado nos Estados Unidos, Canadá e México. Na publicação, o espanhol foi direto ao ponto: colocou a Espanha como campeã, com uma final diante da França, Lamine Yamal como craque do torneio, Kylian Mbappé como artilheiro, Marrocos como seleção surpresa e um jovem chamado Armando “Hormiga” González, do Chivas e da seleção mexicana, como a revelação da competição. Mas a parte que fez os brasileiros pararem de rolar o feed foi outra: Piqué apontou o Brasil como a maior decepção do torneio. Sobre piqué chama brasil, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Confesso que, quando vi o vídeo circular por aqui, a primeira reação foi rir. Não de nervoso, mas porque tem algo de cômico em um ex-jogador que está fora dos gramados há quase três anos, envolvido em escândalos pessoais e processos judiciais, vindo a público cravar que o Brasil vai decepcionar o mundo em 2026. Piqué claramente sabe o que está fazendo: provocação gera clique, clique gera visualização, visualização gera dinheiro. O roteiro é velho, mas funciona. O cenário envolvendo piqué chama brasil segue em evolução.

    POR QUE OS BRASILEIROS REAGIRAM TÃO FORTE

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    A reação da torcida brasileira nos comentários foi imediata e devastadora, como costuma ser quando o assunto envolve o orgulho nacional. Mas o que deu o tempero extra nessa história toda foi a figura de Shakira pairando sobre tudo. Grande parte dos comentários não tinha nada a ver com futebol. Os brasileiros foram direto para o calcanhar de Aquiles de Piqué: o término conturbado do relacionamento de 12 anos com a cantora colombiana, que virou fenômeno global justamente após expor a separação em músicas que fizeram história.

    O show de Shakira na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, ainda está fresco na memória de quem estava lá ou acompanhou pelas redes. A artista reuniu um público monstruoso, um dos maiores eventos da história do Rio, e virou uma espécie de adotada honorária pelos brasileiros. Então quando Piqué apareceu falando mal do Brasil, a torcida entendeu aquilo como uma afronta dupla. O resultado foi uma enxurrada de memes, zoações e referências às letras de Shakira nos comentários do vídeo do ex-zagueiro. A situação de piqué chama brasil merece atenção dos torcedores.

    A MULTA E OS PROBLEMAS FORA DO CAMPO

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    Enquanto o TikTok virava, Piqué também aparecia nas páginas de economia da imprensa espanhola. A multa de 200 mil euros por uso de informação privilegiada no mercado financeiro é um problema sério, do tipo que não some com um vídeo bem editado nas redes sociais. As autoridades espanholas concluíram que o ex-zagueiro utilizou dados que não estavam disponíveis ao público em geral para obter vantagem em operações financeiras. O valor da multa em si talvez não arranhe muito o patrimônio de Piqué, mas o desgaste de imagem é real. Sobre piqué chama brasil, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Ele tem investido pesado em construir uma carreira fora do futebol, principalmente através da Kings League, a liga de futebol sete que ele criou e que faz bastante sucesso entre o público jovem na Espanha e na América Latina. O projeto é ambicioso e tem crescido, mas esse tipo de processo mancha a reputação de qualquer empresário. Me parece que Piqué está navegando numa corda bamba entre a relevância e a polêmica permanente, e por enquanto está conseguindo manter o equilíbrio.

    O QUE HAÁ DE VERDADE NA PREVISÃO DELE

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    Agora, tirando o barulho das redes sociais e olhando para o campo, será que Piqué tem algum argumento quando coloca o Brasil como a maior decepção de 2026? Honestamente? Há uma discussão legítima aí, mesmo que a forma provocativa de apresentar a previsão tire o foco do mérito. Sobre piqué chama brasil, vale acompanhar os próximos capítulos.

    A seleção brasileira vive um período de instabilidade que qualquer torcedor honesto precisa reconhecer. A Copa de 2022 no Catar terminou de um jeito que ainda dói: eliminação nas quartas de final para a Croácia, nos pênaltis, depois de um jogo que parecia dominado. O país inteiro viu Neymar chorar no gramado e a seleção desfazer um sonho que parecia perto. Desde então, a CBF trocou de técnico, passou por uma novela longa para contratar Dorival Júnior, e o time ainda não convenceu nas Eliminatórias da forma que o torcedor esperava. A situação de piqué chama brasil merece atenção dos torcedores.

    A Copa de 2026 vai ser diferente de todas as anteriores porque o formato mudou: são 48 seleções, com fase de grupos de três times e mata-mata a partir das oitavas. Mais jogos, mais variáveis, mais chances de zebra. Num torneio assim, qualquer favorito está mais exposto do que estava antes. O Brasil vai com a pressão de sempre, com uma geração de jogadores talentosos que ainda não demonstrou consistência em torneios grandes. Vinicius Jr., Rodrygo, Endrick, Savinho… o material é bom. A questão é transformar talento individual em rendimento coletivo, e isso o Brasil tem falhado nos últimos anos.

    ESSA ESPANHA DE PIQUÉ MERECE O FAVORITISMO

    Sobre piqué chama brasil, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Agora, colocar a Espanha como campeã? Isso sim tem fundamento real, e dói um pouco admitir. A seleção espanhola ganhou a Eurocopa de 2024 de forma convincente, com um futebol coletivo que impressionou até os mais céticos. Lamine Yamal, apontado por Piqué como craque do Mundial, tem apenas 17 anos e já mostrou que não sente o peso da camisa. Pedri, Gavi quando está disponível, Morata, Oyarzabal… a Espanha tem profundidade e sistema. Luis de la Fuente parece ter encontrado o equilíbrio certo entre as gerações. O cenário envolvendo piqué chama brasil segue em evolução.

    A França também estará lá, claro. Mbappé no Real Madrid, com mais rodagem de grandes jogos, pode ser ainda mais determinante do que foi nos mundiais anteriores. A aposta de Piqué em Mbappé como artilheiro é provavelmente a previsão mais segura do vídeo inteiro. O francês é um predador e vai estar com 27 anos em 2026, no auge físico e técnico. O cenário envolvendo piqué chama brasil segue em evolução.

    A ESTRATÉGIA DAS REDES

    O que me incomoda um pouco nessa história toda não é a previsão em si. Previsão é especulação, todo mundo faz, é divertido debater. O que me incomoda é a forma calculada como Piqué constrói sua presença online. Ele sabe exatamente que citar o Brasil negativamente vai gerar um tsunami de reações, que os brasileiros vão compartilhar o vídeo com comentários furiosos ou irônicos, e que isso vai explodir o alcance da publicação. É uma estratégia de engajamento por provocação. A situação de piqué chama brasil merece atenção dos torcedores.

    Não estou dizendo que ele está errado nas previsões. Estou dizendo que a motivação não parece ser compartilhar uma análise sincera de futebol. Piqué é esperto e entende de audiência. A Kings League foi construída exatamente assim: com conteúdo provocativo, streamers e influenciadores, formatos curtos para redes sociais. Ele aprendeu o jogo novo e joga bem. A situação de piqué chama brasil merece atenção dos torcedores.

    O QUE O BRASIL PRECISA FAZER ATÉ 2026 –

    No fim, a melhor resposta para Piqué é a que sempre foi: dentro do campo. O Brasil tem dois anos para montar um time que convença. Dorival Júnior precisa definir um estilo de jogo claro, uma espinha dorsal que permita ao time funcionar mesmo quando as estrelas não estão no dia. A seleção não pode mais depender de um único jogador para ser competitiva. Aqueles tempos ficaram no passado.

    Vinicius precisa ser o líder que ainda não foi em uma Copa. Endrick, mesmo jovem, pode ser o curinga que todo torneio precisa. E a defesa, historicamente o ponto fraco das últimas edições, precisa de uma reorganização séria. Se o Brasil chegar em 2026 com identidade tática definida e um grupo unido, Piqué vai ter que engolir suas palavras. E aí, sim, vai ser divertido assistir.

    Por enquanto, o ex-zagueiro espanhol está conseguindo o que queria: todo mundo falando nele. E olha que ele nem precisou ganhar nada para isso. Sobre piqué chama brasil, vale acompanhar os próximos capítulos.

    Fonte oficial: FIFA

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